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	<title>Ciência e Notícia &#187; Ciências Biológicas</title>
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		<title>Novas espécies de insetos são descobertas em MS</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 16:28:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ocimar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entomologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Descoberta de novos espécimes de insetos no ms.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Evelin Araújo</em></strong></p>
<p style="text-align: left;">Três novas espécies de insetos foram descobertas pela pesquisadora Karina Ocampo Righi Cavallaro em Chapadão do Sul e um deles recebeu, como homenagem, o nome de “tereré”. A descoberta foi feita durante um levantamento da fauna de insetos aquáticos para implementação de uma hidrelétrica no Rio Sucuriú. Karina coletou os insetos em junho e dezembro de 2008 e, na época, não imaginava que estava capturando insetos ainda não catalogados. “As espécies são muito parecidas, só olhando no campo não dá para saber se são novas ou não”, diz a entomóloga.</p>
<p style="text-align: left;">A pesquisadora conta que preparou os exemplares de insetos que investigou e comparou com as espécies que já existiam na região e proximidades para, assim, ter certeza que tinha encontrado novos exemplares. “Esses animais são importantes pelo seu ciclo de vida”, explica. “As larvas vivem em ambientes de corredeira, onde há grande quantidade de oxigênio. Como sua distribuição está ligada a ambientes aquáticos sadios, ou seja, com grande quantidade de oxigênio, esses insetos são considerados excelentes bioindicadores de qualidade de água”, diz Karina.</p>
<p style="text-align: left;"> Os três insetos tiveram seus nomes científicos criados pela pesquisadora. O <em>Anacroneuria terere, </em>cujo primeiro nome se refere ao gênero e o segundo é o nome da nova espécie, foi assim batizado porque a ideia era ligar o inseto à região de descoberta. O outro, <em>Anacroneuria otafroehlichi, </em>faz referência a Otávio Froehlichi, que foi co-orientador de dissertação de mestrado e é amigo de Karina. “Otávio é um professor excelente, sempre esteve ao meu lado para me ajudar a tomar decisões simples, porém, importantes”, ela diz.</p>
<p style="text-align: left;"> O último, <em>Anacroneuria singularis </em>faz menção a uma especificidade do animal descoberto. O artigo científico de divulgação das descobertas da entomóloga foi publicado no dia 22 de novembro, na revista eletrônica “Zootaxa” (<a href="http://www.mapress.com/zootaxa">http://www.mapress.com/zootaxa</a>). No entanto, a publicação só pode ser visualizada por assinantes da revista e universitários, já que ela só é aberta para o meio acadêmico.</p>
<p style="text-align: left;">“Foram as minhas primeiras espécies novas descobertas, fiquei muito contente”, afirma a entomóloga. Ela ressalta que o Estado é muito pouco estudado e há poucos pesquisadores nesta área. “Acredito que ainda há muitos insetos a serem descobertos”, finaliza Karina Cavallaro.</p>
<div id="attachment_1752" class="wp-caption alignnone" style="width: 255px"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/09/inseto.jpg"><img class="size-full wp-image-1752" title="Novo inseto " src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/09/inseto.jpg" alt="" width="245" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Descobertas três novas espécies de inseto no MS</p></div>
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		<title>Biocombustível: uma alternativa renovável</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/347/biocombustivel-uma-alternativa-renovavel</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 07:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Agrárias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[álcool etílico]]></category>
		<category><![CDATA[biocombustível]]></category>
		<category><![CDATA[biodiesel]]></category>
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		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[etanol]]></category>

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		<description><![CDATA[

Cultivo de novas matérias-primas para a produção de biocombustíveis pode ser o carro chefe da economia no Estado
 
Luisa Mas


Para os que pensam que o biocombustível só tem a ver com a cana-de-açúcar, é importante saber desde já que o poder dessa energia vai muito além do etanol. Essas alternativas renováveis são fontes derivadas de produtos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--  /* Font Definitions */ @font-face 	{font-family:"Book Antiqua"; 	panose-1:2 4 6 2 5 3 5 3 3 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:"Lucida Sans Unicode"; 	panose-1:2 11 6 2 3 5 4 2 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-2147476737 14699 0 0 191 0;}  /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	color:windowtext;} h1 	{mso-style-next:Normal; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	page-break-after:avoid; 	mso-outline-level:1; 	font-size:11.0pt; 	font-family:Arial; 	color:windowtext; 	mso-font-kerning:0pt; 	font-weight:bold; 	font-style:italic; 	mso-bidi-font-style:normal;} p.MsoFooter, li.MsoFooter, div.MsoFooter 	{margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	tab-stops:center 220.95pt right 441.9pt; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	color:windowtext;} p.MsoBodyText, li.MsoBodyText, div.MsoBodyText 	{margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:18.0pt; 	margin-left:0cm; 	text-align:justify; 	line-height:150%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	mso-hyphenate:none; 	text-autospace:ideograph-numeric; 	font-size:12.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	font-family:"Book Antiqua"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	color:windowtext; 	mso-fareast-language:AR-SA;} a:link, span.MsoHyperlink 	{color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{color:purple; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} p 	{margin-right:0cm; 	mso-margin-top-alt:auto; 	mso-margin-bottom-alt:auto; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	color:black;} p.Contedodatabela, li.Contedodatabela, div.Contedodatabela 	{mso-style-name:"Conteúdo da tabela"; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:no-line-numbers; 	mso-hyphenate:none; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Lucida Sans Unicode"; 	color:windowtext;} p.western, li.western, div.western 	{mso-style-name:western; 	margin-right:0cm; 	mso-margin-top-alt:auto; 	margin-bottom:5.95pt; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	color:windowtext;} p.ecmsolistparagraph, li.ecmsolistparagraph, div.ecmsolistparagraph 	{mso-style-name:ec_msolistparagraph; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:16.2pt; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	color:windowtext;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><em><span style="font-family: Arial;"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/biocomb.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1626" title="biocomb" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/biocomb-300x218.jpg" alt="" width="182" height="141" /></a></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><em><span style="font-family: Arial;">Cultivo de novas matérias-primas para a produção de biocombustíveis pode ser o carro chefe da economia no Estado</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong>Luisa Mas</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Para os que pensam que o biocombustível só tem a ver com a cana-de-açúcar, é importante saber desde já que o poder dessa energia vai muito além do etanol. Essas alternativas renováveis são fontes derivadas de produtos agrícolas como plantas oleaginosas, biomassa florestal e outras fontes de matérias orgânicas como a mamona e a soja, relacionadas ao biodiesel. Podem ser também o resultado da fermentação do lixo, desenvolvendo o biogás. A verdade é que todo biocombustível é proveniente da biomassa, que é toda a energia que o ser vivo possui dentro de si.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Todos esses materiais biológicos &#8211; e até a fruta que se come &#8211; têm capacidade de gerar energia quando estão em combustão. Além de todas essas vantagens, os biocombustíveis são menos poluentes e biodegradáveis. A sua queima de carbono é neutra, ou seja, o que é lançado na atmosfera é a mesma quantidade que foi tirada pela planta no seu crescimento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Mas para o superintendente de Ciência e Tecnologia, da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia de MS e Professor Adjunto Departamento de Engenharia Elétrica</span><strong><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;"> </span></strong><span style="font-family: Arial;">da UFMS</span><strong><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">,</span></strong><span style="font-family: Arial;"> João Onofre Pereira Pinto, as vantagens dessa alternativa não são boas só para a sociedade e o meio ambiente. “São boas também para o bolso de alguns empresários”, defende. João Onofre acredita que o assunto está sendo tratado com factualidade por envolver também questões econômicas. Para ele, quando se fala em energia, todos os assuntos estão relacionados a dinheiro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">No Brasil</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">O primeiro biocombustível desenvolvido no país foi o etanol. Desde os anos 70, o álcool etílico é utilizado como combustível. A produção é feita através da fermentação de plantas, que podem ser várias, como a cana-de-açúcar, que é utilizada mais no Brasil, o milho, recorde nos Estados Unidos, e a beterraba, comum na França. Mas a garantia de eficiência está com a cana-de-açúcar, que joga em torno de 90% menos poluentes na atmosfera do que o petróleo. Já o etanol produzido com milho emite em torno de 14% menos poluentes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">Alternativas</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">O óleo virgem derivado de algumas espécies de plantas, o biodiesel, apresenta boas vantagens em relação ao petróleo, pois pode substituir quase todos os derivados desse produto sem modificar os motores. Por ser naturalmente menos poluente, é seguro para armazenar e transportar porque é biodegradável, não-tóxico e não explosivo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="Contedodatabela" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">As plantas mais utilizadas atualmente para produção do biodiesel são a soja, a<span style="color: #0000ff;"> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Colza">colza</a></span>, o <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.sementepinhaomanso.com.br/pinhaomanso.html">pinhão manso</a></span>, <span style="color: #0000ff;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mamona">mamona</a></span>, <span style="color: #0000ff;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dendezeiro">dendê</a></span>, girassol e <span style="color: #000000;"><a href="http://www.bibvirt.futuro.usp.br/textos/didaticos_e_tematicos/frutas_no_brasil/macauba">macaúba</a></span>. As mais produtivas são o dendê e a macaúba &#8211; típica do litoral brasileiro. A soja é a mais utilizada nos EUA, onde também é comum misturar com restos de óleos usados para fritura. Na União Européia a colza é a principal planta estudada e plantada para este fim. Existem outras muito produtivas, como a castanha do Pará, o coco e a <a href="http://www.clubedasemente.org.br/copaiba.html">copaíba</a>, porém outros derivados seus são mais interessantes economicamente. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">
<p class="Contedodatabela" style="margin-bottom: 14.15pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="Contedodatabela" style="margin-bottom: 14.15pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">A Produção</span></strong></p>
<p class="Contedodatabela" style="margin-bottom: 14.15pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">A partir do Decreto 5.488, que foi publicado em 20 de maio de 2005 e que regulamenta a lei 11.097 &#8211; janeiro/2005, o governo brasileiro passou a estimular a produção e a comercialização do biodiesel. Esta lei dispõe sobre a introdução do biodiesel na matriz energética brasileira (toda a energia disponibilizada para ser transformada, distribuída e consumida nos processos produtivos) Inicialmente, a proporção autorizada foi de 2% do diesel comum em 2008, 5% até 2013, e hoje já é pensado em 20%.</span></p>
<p class="Contedodatabela" style="margin-bottom: 14.15pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Fonte da foto: </span></p>
<p class="Contedodatabela" style="margin-bottom: 14.15pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><a href="http://www.cpatrading.com.br/site/files/2009/02/624bee2a732a0d4f506b3771a8a61f88/noticia_2009-02-16.jpg">http://www.cpatrading.com.br/site/files/2009/02/624bee2a732a0d4f506b3771a8a61f88/noticia_2009-02-16.jpg</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><em><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></em></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>As Flores e Frutos da pesquisa no Estado</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-biologicas/961/as-flores-e-frutos-da-pesquisa-no-estado</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 11:20:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Botânica]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cepaer]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Agrárias]]></category>
		<category><![CDATA[guavira]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Os estudos da Cepaer criam reservas de ervas medicinais e melhoria na produção de mudas de frutos do cerrado





Kaká Fernandez 


Quem visita o Cepaer, na saída pra Rochedo, no km 10 da MS 080, pode encontrar em meio aos lotes do horto de plantas medicinais, ou nos viveiros de mudas de guavira, a pesquisadora Ana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em><span style="font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 14.0pt;"><span style="font-size: small;">Os estudos da Cepaer criam reservas de ervas medicinais e melhoria na produção de mudas de frutos do cerrado</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em><span style="font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 14.0pt;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span></em></p>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/09/FlorGuavira.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1505" title="FlorGuavira" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/09/FlorGuavira.jpg" alt="Abelha poliniza uma flor de guavira" width="213" height="320" /></a></h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana;"><br />
</span></span></span></h1>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana;">Kaká Fernandez </span></span></span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana;"><br />
</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Quem visita o Cepaer, na saída pra Rochedo, no km 10 da MS 080, pode encontrar em meio aos lotes do horto de plantas medicinais, ou nos viveiros de mudas de guavira, a pesquisadora Ana Cristina Ajalla. Com mestrado, e agora doutoranda em Produção vegetal pela UFGD, formada como Engenharia Agrônoma pela UFMS de Dourados – hoje UFGD, a pesquisadora simpática no trato e enfática quando o assunto é pesquisa de extensão rural, fala sobre ervas bioativas e a pesquisa com a guavira, fruto do cerrado que pode vir a ser produzida em larga escala para comercialização.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Da família <em>Tropaeolaceae</em>, a capuchinha ou agrião-do-méxico, é uma planta rasteira, que dá flores e frutos comestíveis. Os frutos, bastante apreciados pelas maritacas, e as flores preparadas em saladas um tanto exóticas. O nome agrião-do-méxico não é à toa, o sabor da flor assemelha-se muito ao do vegetal.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A propriedades dessa planta foram o objeto de estudo de Ana Ajalla. Em parceria com a UFGD, com recursos do MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, a pesquisa tem por objetivo a identificação das plantas medicinais, do nome científico e dos seus princípios ativos. <em>“A pessoas falam que tal planta é bom para tal doença, mas muitas vezes a planta é da mesma família mas não é a que tem o princípio ativo”</em>, diz a pesquisadora. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Para tanto a pesquisa disponibiliza não apenas os resultados dos objetos, mas também serve como reserva viva de espécies de plantas tidas como medicinais. Devido ao extrativismo das diversas plantas popularmente usadas como remédios naturais, muitas delas encontram-se bastante diminuídas na natureza.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Portanto, essa reserva, junto a capacitação de pequenos produtores, pode fazer com que haja a diminuição do extrativismo e o começo de uma produção dessas plantas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A capuchinha, objeto principal dessa pesquisa, já teve suas propriedades divulgadas em congressos científicos. Dentre as propriedades destacam-se o que a pesquisadora chama de Bioativas ou nutracêuticas, ou seja, de alimentos funcionais para a saúde. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A planta pode ter colheita de duas florações por semana, ainda tem vitamina C e carotenóides, que são ótimos antioxidantes e lipossolúveis, ou seja, solúveis em gordura, além de ser de fácil cultivo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A Guavira</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Árvore frondosa, a guavira ou gariroba, é uma fruta de sabor adocicado, que se espalhava por todo o cerrado. Com o aumento da derrubada para a pastagem, grande parte das reservas dessa planta nativa foi extinta. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Para fomentar a cultura desse fruto e os fins comerciais, é que Ana Cristina desenvolve a pesquisa com a produção de mudas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A <em>Campomanesia</em>, nome científico da família a qual pertence as diversas espécies de guavira, tem propriedades antioxidantes, antidiarréicas e vitamina C, além de um sabor peculiar e adocicado, que faz com que seja utilizada na produção de doces ou na apreciação do fruto <em>in natura. </em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A pesquisa das mudas tem por objetivo avaliar a espécie com melhor potencial produtivo. Coletadas em diversos pontos do Estado – Jaraguari, Ponta Porã, Bonito Campo Grande e Aquidauana – as sementes deram origem à formação de mudas com a utilização de diversos substratos e diversificação de luminosidade. Constatou-se que a muda prefere menos material orgânico – ou seja adubo – terra mais ácida e mais sombra. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Em uma segunda fase da pesquisa, será analisada a procedência das mudas que renderam melhor, a diferenciação no desenvolvimento das plantas da mesma espécie, ou o campo de variabilidade genética. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A pesquisa é desenvolvida pelo pesquisador do órgão Edmilson Volpe em parceria com a professora da UFGD Maria do Caro Vieira.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt; color: black; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt;">Fonte da Foto: </span></p>
<p><span style="font-size: 8pt; color: black; font-family: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">http://1.bp.blogspot.com/_4L_S5Os_BT8/SS17CoKDEVI/AAAAAAAAAsM/bIlB3fmj7FA/s320/GuaviraCampomanFlorAbelhaPrata_20080909_008.jpg</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pneus: os grandes vilões do meio ambiente</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 11:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Por demorar para ser absorvido pela natureza, pode favorecer proliferações de insetos e doenças




José Carlos Prado 
Os pneus podem ser considerados os maiores vilões do meio ambiente. A literatura especializada informa que um pneu levaria de 150 a 300 anos para ser completamente absorvido pelo ambiente. Com essa informação pode-se entender que aqueles primeiros pneumáticos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Por demorar para ser absorvido pela natureza, pode favorecer proliferações de insetos e doenças</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<p><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/pneus.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1524" title="pneus" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/pneus.jpg" alt="Depósito de pneus usados" width="455" height="341" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">José Carlos Prado<em style="mso-bidi-font-style: normal;"> </em></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Os pneus podem ser considerados os maiores vilões do meio ambiente. A literatura especializada informa que um pneu levaria de 150 a 300 anos para ser completamente absorvido pelo ambiente. Com essa informação pode-se entender que aqueles primeiros pneumáticos de borracha fabricados pelo homem, logo após sua invenção – em 1887, por John Dunlop – ainda podem estar por aí, causando poluição.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">O taxista Henrique Barreto da Silva, 51, com mais de trinta anos de profissão, informa que precisa trocar os quatro pneus do seu carro a cada seis meses. E, que esta é a média de todos os táxis de Campo Grande. Pelas normas que regulam o serviço de táxis, não é permitido o uso de pneus recauchutados nos veículos. Descontraído, Henrique se diz assustado com a falta de controle e de segurança no descarte de pneus. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Pelas informações do profissional, deduzimos que os mais de 430 táxis de Campo Grande, no MS, contribuem com cerca de 3500 unidades de pneus, por ano, para a montanha de unidades descartadas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT;" lang="PT"><span style="font-size: small;">Quantos pneus o Brasil fabrica?</span></span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; font-family: Verdana;">De acordo com a ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos, http://www.anip.com.br/) a produção de pneus no Brasil, em 2007, colocou no mercado um total de 56 milhões de unidades, sendo 7 milhões de pneus grandes para caminhões e ônibus e quase 49 milhões para equipar automóveis, motos e camionetes.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; font-family: Verdana;">Desse total, 22 milhões equiparam veículos exportados. Outros vinte e dois milhões foram vendidos pelos revendedores de pneus. E aí podemos considerar que foi substituída a mesma quantidade de pneus nos veículos. Como apenas um pneu, em cada quatro trocados, tem condições de recauchutagem, estima-se que cerca de 16,5 milhões de pneus foram descartados em 2007, como lixo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">O que fazer com tanto lixo não-degradável?<span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Nas últimas décadas, governos e as mais diversas instituições (por exemplo: http://www.reciclanip.com.br/ ) têm se movimentado, para dar solução aos problemas ambientais provocados pelo descarte dos pneus. Na Europa, na Ásia, na América do Norte e, especificamente, no Brasil, as pesquisas e tecnologias para a reciclagem e destinação ecopositiva dos pneus evoluíram muito nos últimos 20 anos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Algumas das alternativas mais interessantes para o reaproveitamento dos pneus inservíveis para rodagem, dentro do ponto de vista econômico e de logística, são: </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-indent: -18pt; text-align: justify; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-family: Symbol;"><span style="font-size: small;">·</span><span style="font: 7pt &amp;amp;amp;"> </span></span><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Como combustível em fornos de cimenteiras e siderúrgicas, em substituição ao petróleo e carvão vegetal. Muito criticada por poluir a atmosfera com gases nocivos, o solo e mananciais pela deposição de restos da queima, mesmo assim esta alternativa utiliza 69% dos pneus descartados no Brasil. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-indent: -18pt; text-align: justify; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-family: Symbol;"><span style="font-size: small;">·</span><span style="font: 7pt &amp;amp;amp;"> </span></span><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Como componente do asfalto-borracha, já muito utilizado na Europa e nos EUA, mas no Brasil não passaram de experiências e testes, abandonados sob a desculpa da economicidade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-indent: -18pt; text-align: justify; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-family: Symbol;"><span style="font-size: small;">·</span><span style="font: 7pt &amp;amp;amp;"> </span></span><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Como fonte de matérias-primas (borracha, nylon e aço) obtidas por processo térmico ao qual é submetido o pneu. Neste processo, que consome 24% do total, os componentes primários voltam às indústrias para novo processamento, quando se transformam em outros bens de consumo: tapetes, mangueiras e pára-choques de veículos, piso de quadras de esportes, antiderrapantes, objetos decoração, ferramentas etc. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-indent: -18pt; text-align: justify; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-family: Symbol;"><span style="font-size: small;">·</span><span style="font: 7pt &amp;amp;amp;"> </span></span><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Finalmente, pneus laminados transformam-se em percintas para a indústria moveleira, em vasos e suportes na jardinagem, e outros apetrechos. Isto gasta 7% dos pneus descartados.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Outra utilização, que, em Campo Grande, está em fase de experimentação técnica, é a fragmentação do pneu até o ponto de brita, para substituir o cascalho na fabricação do concreto usinado.</span></span></p>
<div><span style="font-family: Verdana;"> </span></div>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt;">Fonte da foto: http://blogvisao.files.wordpress.com/2007/06/pneus.jpg</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Novas finalidades para velhos pneus</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 11:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eles tem vários usos: no concreto, na fornalha, no asfalto e no solado, menos encostado. Essa é a lei!

Alan de F. Brito
O Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente, estabeleceu uma resolução determinando que a cada quatro unidades de pneu fabricadas, cinco inservíveis deveriam receber tratamento pelo próprio fabricante- ou seja, ser reciclado.
Desde então a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em><span style="color: black; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 11.5pt; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Eles tem vários usos: no concreto, na fornalha, no asfalto e no solado, menos encostado. Essa é a lei!</span></span></em></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em><span style="color: black; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 11.5pt; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-870" title="pneus-usadosite1" src="http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/pneus-usadosite1.jpg" alt="pneus-usadosite1" width="160" height="120" /></span></span></em></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 11.5pt; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><strong>Alan de F. Brito</strong></span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">O Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente, estabeleceu uma resolução determinando que a cada quatro unidades de pneu fabricadas, cinco inservíveis deveriam receber tratamento pelo próprio fabricante- ou seja, ser reciclado.</span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Desde então a Anip – Associação nacional da Indústria de Pneumáticos criou a Reciclanip, entidade que ajuda as prefeituras a instalar pontos de coleta e transporte para usinas de trituração dos pneus descartados.</span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A primeira capital brasileira a instalar os pontos de coleta foi o Rio de Janeiro, em 2003, e hoje recolhe por volta de 1000 toneladas/mês. Belo Horizonte que já utiliza dos pontos de coleta há algum tempo, chega ao impressionante número de 15 tonelada/dia. Agora quem entra no ciclo de coleta oficial, com atraso, é a capital paulista. </span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Em São Paulo, as equipes de limpeza de áreas públicas chegam a recolher 300 unidades de pneus inservíveis por dia, cerca de 1,5 tonelada. Para efeito de comparação, é como se 46 motoristas jogassem ao léu os quatro pneus do carro todos os dias.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Em Campo Grande, MS,<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>a Prefeitura, juntamente com uma cooperativa, recolhe os pneus descartados das borracharias de toda a cidade e, atualmente, uma empresa de Corumbá está comprando parte desses pneus recolhidos. Em relação ao asfalto-borracha, foi feita apenas uma experiência há três anos. As ruas do Jardim Amapá, próximo à Cohab, foram feitas integralmente de uma mistura que adiciona entre 20 e 30% de pó de pneu à massa asfáltica, segundo Sylvio Cesco, chefe de Divisão de Manutenção de Vias, da Sesup – Secretaria Municipal de Obras Públicas de Campo Grande. Cesco destaca ainda que não há previsão de novas utilizações do asfalto-borracha na capital.</span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A resolução do Conama, que estabeleceu essa lei foi aprovada em 1999, e desde então 176 milhões de pneus de passeio foram recolhidos pela indústria do setor. Desses números, cerca de 84% é absorvido pela indústria de cimento, que utiliza o produto inteiro no aquecimento dos fornos , e mais recentemente em alguns casos, na elaboração de blocos de concreto, segundo a professora de Engenharia de Produção da Unesp, Rosani de Castro. O restante dessa soma é utilizado na produção de asfalto e em menor número na produção de tapetes, inclusive os automotivos.</span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="color: black; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 11.5pt; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Custo e benefício </span></span></strong></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Contrariando os números, Rosani de Castro, afirma que a melhor utilização da reciclagem do pneu é na pavimentação asfáltica, conforme já apontou a revista Quatro Rodas de Setembro de 2008.</span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A depender dos diversos estudos avaliatórios realizados por<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>pesquisadores e empresas, a pavimentação com utilização de “pó de pneu” é 30% mais cara que a comum, mas têm durabilidade de 40% à 550% a mais que a usual. Essa variação depende exclusivamente da quantidade de pó utilizado. O ideal é que o asfalto-borracha, seja formado de 20% de pó de pneu.</span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: black; font-family: Verdana;">A diferença de opinião entre pesquisadores e empresas sobre a durabilidade do Asfalto-borracha é gritante. Enquanto os primeiros concordam que a utilização da borracha aumenta o custo mas proporcionalmente também aumenta a vida útil (custo 30% maior – vida útil 40 % maior), as empresas que fazem a granulação da borracha para aplicação na manta asfáltica apostam num rendimento muito superior (custo 30% maior – vida útil até 550% maior). De qualquer modo, o asfalto-borracha não afeta o meio ambiente.</span><span style="color: red; font-family: Verdana;"> </span></span></p>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<p><span style="font-size: small;"><span style="color: red; font-family: Verdana;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="color: #000000;">Fonte da foto: </span></span></p>
<p class="MsoBodyText3" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: x-small; color: #000000;">http://www.bomconselho.com.br/content/espaco_turma/2008/cidade_futuro1/1a/lisiane/pneus.jpg</span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Importando Lixo ou gerando renda?</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 11:20:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
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		<description><![CDATA[A Justiça mantém a polêmica, enquanto pneus continuam chegando ao País 



Renan Kubota 
A importação de pneus usados e reformados da Europa é uma polêmica que já dura anos. Uma ação movida pelo Governo está em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a possibilidade de importação de pneus usados no Brasil. No momento a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><em><span style="font-family: Verdana;">A Justiça mantém a polêmica, enquanto<span> </span>pneus continuam chegando ao País </span></em></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/pneus-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1526" title="pneus 2" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/pneus-2.jpg" alt="Pneus empilhados em um depósito" width="530" height="339" /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><em><span style="font-family: Verdana;"><br />
</span></em></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;">Renan Kubota </span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">A importação de pneus usados e reformados da Europa é uma polêmica que já dura anos. Uma ação movida pelo Governo está em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a possibilidade de importação de pneus usados no Brasil. No momento a votação sobre esse projeto está suspensa devido ao pedido de vistas do ministro Eros Grau. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Para a relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, que votou a favor da proibição da importação, é dever do poder publico proteger a saúde da população e garantir um meio ambiente ecologicamente equilibrado. “Os pneus podem servir de abrigo para insetos que transmitem doenças graves como dengue, malária e febre amarela” justifica a ministra. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">No Brasil  100 milhões de pneus velhos estão espalhados em aterros, terrenos baldios, rios e lagos, de acordo com estimativa da Associação Nacional de Indústria de Pneumáticos (Anip). E por ano são descartados no país cerca de 40 milhões de pneus, segundo dados da Associação de Coleta de Pneus Inservíveis (Reciclanip), ou seja, obrigatoriamente o país precisa de uma estrutura adequada para dar conta desse lixo que produz e com a entrada de mais pneus inservíveis essa situação se agravaria. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Por outro lado, segundo estimativa da Associação Brasileira dos Reformadores de Pneus, essa  atividade econômica gera 40 mil empregos diretos e 160 mil indiretos. Ou seja, caso o SFT vete a atividade 200 mil pessoas ficariam desempregadas. De acordo com o advogado ligado à Associação, Carlos Agustinho Tagliari, &#8220;Não existe nenhum fundamento legal que proíba a importação de matéria-prima &#8221; , completou. Ele alega que a indústria contribui para melhorar o meio ambiente, pois, para cada quatro pneus que importa, tem que &#8220;remover ecologicamente&#8221; outros cinco. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Para o ministro do Meio Ambiente Carlos Minc, o preço a se pagar pela importação de pneus de segunda mão é muito alto haja vista que coloca a saúde da população em risco, pois “as substâncias que compõem o pneu são metais pesados, altamente tóxicos e cancerígenas, tais como o chumbo, cromo, cádmio e arsênio”,</span> <span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">pondera.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;">Fonte da foto:</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;">http://oglobo.globo.com/fotos/2008/03/12/12_MHG_RIO_pneus_materia.jpg<br style="page-break-before: always;" /></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reciclagem de Pneus</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-biologicas/839/reciclagem-de-pneus</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 11:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a reciclagem o pneu deixa de ser um poluente e torna-se útil novamente


Vinícius Squinelo
Diariamente, em todo o globo, são fabricados cerca de 800 milhões de unidades de pneus. O Brasil ocupa, nessa produção, o quinto lugar como produtor mundial de pneus para caminhões e ônibus, e o sexto maior produtor de pneus para carros, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"><em>Com a reciclagem o pneu deixa de ser um poluente e torna-se útil novamente</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/reciclagem-pneus.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1530" title="reciclagem-pneus" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/reciclagem-pneus.jpg" alt="Processo de reciclagem de pneus" width="380" height="303" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;">Vinícius Squinelo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Diariamente, em todo o globo, são fabricados cerca de 800 milhões de unidades de pneus. O Brasil ocupa, nessa produção, o quinto lugar como produtor mundial de pneus para caminhões e ônibus, e o sexto maior produtor de pneus para carros, conforme estimativa da Associação Nacional da Indústria Pneumática.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Negar a importância de tal artigo seria desperdiçar uma grande parcela de nossa comodidade moderna. O problema especificamente não é o pneu, e sim o que fazer com ele depois que não serve mais para rodagem. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Dependendo do tipo de pneu, sua permanência no solo antes de deteriorar pode levar até 300 anos, causando diversos problemas, principalmente ambientais como poluição e criadouro para mosquitos. A reciclagem<span> </span>é uma alternativa para resolver esse problema</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O processo, no Brasil, não é recente. Iniciou nos anos 70, e vem aos poucos se tornando uma opção válida para aproveitar os pneus inutilizáveis.A engenheira e pesquisadora da USP, Carla Passerotti, no seu estudo de mestrado pela USP intitulado ”Reciclagem de pneus: viabilidade da aplicação de alternativas para utilização de pneu em grande escala”, constatou que existem atualmente quatro formas válidas de reaproveitar pneus: recauchutagem, sistema Petrobrás-six, como combustível e como asfalto. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;">Reaproveitamento</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Desses processos, a pesquisadora destaca o uso de pneus como combustível para as indústrias cimenteiras, o que acarreta uma economia de até 25% nos custos de produção, sem aumentar a poluição. Já o sistema Petrobrás-Six, instalado em São Matheus do Sul (PR), consiste em, com a mistura do pneu com xisto – rochas fortemente laminadas &#8211; e através de processos industriais, obter gases, óleo combustível e enxofre, do que antes seria entulho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Outra forma de reaproveitamento é a utilização de pneus na composição do asfalto, nas intituladas “vias com asfalto de pneu”, que só possui o problema do custo, que segundo Carla Passerotti, fica um pouco mais caro que o asfalto comum.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Essa última opção está sendo pensada em Campo Grande, MS. O projeto Ecopneu – indústria voltada para fabricação de concreto ecológico – encontra-se atualmente em processo de instalação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Atualmente a indústria só trabalha no recolhimento dos pneus, mas pretende em breve iniciar também a criação de blocos de concreto feitos com o reaproveitamento de pneus.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">A capital de Mato Grosso do Sul, por intermédio do poder público, também já estudou o reaproveitamento de pneus e entulhos na cidade. Em 2007 o prefeito de Campo Grande, visitou São José do Rio Preto (SP), para conhecer o programa municipal de reciclagem de entulhos, instalado com sucesso naquela cidade. Porém, até agora, não anunciou nenhum projeto nesse sentido.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Fonte da foto: http://static.hsw.com.br/gif/reciclagem-pneus-3.jpg<br style="page-break-before: always;" /></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Relato: O que estamos fazendo com a água do planeta?</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-biologicas/805/relato-o-que-estamos-fazendo-com-a-agua-do-planeta</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 11:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoa Itatiaia]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos hídricos]]></category>

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		<description><![CDATA[Adriane Mascaro

Fim de tarde. Saio de casa para mais um dia de caminhada, e nada melhor do que o contato com a natureza para aliviar a correria do dia-a-dia. O local escolhido é a Lagoa Itatiaia, localizada no bairro Tiradentes, na cidade de Campo Grande-MS, onde moro. 
No caminho de casa até a lagoa, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_821" class="wp-caption aligncenter" style="width: 170px"><img class="size-full wp-image-821" title="lagoa" src="http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/lagoa.jpg" alt="Lagoa Itatiaia - Campo Grande/MS" width="160" height="120" /><p class="wp-caption-text">Lagoa Itatiaia - Campo Grande/MS</p></div>
<p><span><strong>Adriane Mascaro</strong><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Fim de tarde. Saio de casa para mais um dia de caminhada, e nada melhor do que o contato com a natureza para aliviar a correria do dia-a-dia. O local escolhido é a Lagoa Itatiaia, localizada no bairro Tiradentes, na cidade de Campo Grande-MS, onde moro. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">No caminho de casa até a lagoa, a paisagem quase não muda. Casas, árvores, pássaros&#8230; uma pequena chácara, o carrinho de garapa. Tudo como sempre. É raro quando algo inusitado me chama a atenção. Mas esse dia foi diferente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Logo na chegada à lagoa, deparei-me com uma placa branca, escrito em vermelho e preto: <strong>“Proibido pescar. Água contaminada”.</strong> Que era proibida a pescaria no local, isso eu sabia, mas que a água estaria contaminada, isso me deixou chocada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">E as pessoas continuavam caminhando naturalmente&#8230; o que poderiam fazer? Misturei-me a elas, afinal, tinha ido ao local para fazer a minha caminhada diária e relaxar. Como relaxar? Por mais que eu tentasse, aquela frase não saia do meu pensamento “Lagoa contaminada, lagoa contaminada”. Só conseguia pensar no seguinte: “O que estamos fazendo com a água do planeta?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">E será que as pessoas estavam se dando conta de que, se realmente aquela água estivesse contaminada, isso afetaria, e muito, a vida delas? Parecia que não.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Resolvi investigar. Voltei no outro dia, mas não para caminhar. Fui para fotografar, sentir o ambiente e conversar com as pessoas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Eram umas três horas da tarde. O sol estava fervendo. Achei que naquele horário não encontraria ninguém. Engano meu. Sentadas em uma sombra, tomando tereré, estavam Eliane, Ana Carla e Laurinete, todas moradoras ali da região. Resolvi chegar perto, e a primeira coisa que eu disse foi: “Vocês sabiam que a lagoa está contaminada?” elas riram. “A lagoa não esta contaminada não. Essa placa é para as pessoas não pescarem”, disse uma delas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Isso não tinha passado pela minha cabeça. “Mas quem colocaria aquela placa ali?” Pensei. Depois de uma boa conversa, resolvi trocar uma idéia com guarda que cuida da lagoa. No caminho resolvi tirar algumas fotos do local. Tinha muito lixo. Catei alguns.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Por incrível que pareça, flagrei uma cena interessante. Pensei, “tenho que conseguir tirar uma foto”. Logo adiante, próximo ao grande peixe monumental que marca a paisagem da Itatiaia, vi três garotos pescando. Eu tinha que ir conversar com eles, afinal, teoricamente, é proibido pescar ali, e, mesmo que agora com algumas dúvidas, a água poderia estar contaminada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">A deixa para eu puxar conversa foi um chinelinho de criança que achei no chão. Peguei-o e me aproximei. “É de algum de vocês?” eles riram, afinal, já eram pré-adolescentes e aquele era um chinelo de “criancinha”. Joguei de lado e fiquei observando. Logo um deles pegou um. “Posso tirar uma foto?”, perguntei. “Tira ai”, respondeu-me. A oportunidade foi boa. Já tinha o aval para fotografar. E, é claro, aproveitei para conversar um pouco. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Vocês sabiam que a lagoa está contaminada?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Que nada. Essa lagoa não é contaminada não. Eles só falam isso pros moleques não <em>pescá</em>”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Sério? E vocês pescam e depois comem esses peixes?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“A gente pesca aqui, mas <em>nem vira</em> comer esses peixes não. A gente joga de volta na lagoa.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Realmente, era o que eles estavam fazendo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Resolvi sentar um pouquinho na sombra do coqueiro e fiquei tirando umas fotos. Todos os peixes que eles pegavam faziam questão de me mostrar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Vou ali na guarita conversar com o guarda”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Se ele não estiver dormindo!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Comecei a rir e fui. Chegando lá, bati na porta. Ele saiu.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Estava descansando?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Não, não”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Então, eu queria conversar um pouquinho com o Senhor sobre a lagoa. O Senhor viu aquela placa dizendo que ela está contaminada?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Vixi, o lençol freático aqui já deve estar tudo contaminado por causa das fossas das casas. Tem dias que fica um mau cheiro&#8230; Uma coisa eu falo para as pessoas, se vocês quiserem, pode pescar, mas depois se passar mal por causa da água da lagoa estar contaminada, o problema é de vocês.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Sem interrupções, deixei que ele falasse.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Quando chove as fossas das casas entopem e vai tudo para a lagoa. Quem entende o mínimo a respeito dessas coisas sabe que aqui o solo está contaminado e a lagoa também”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Puxa vida, pensei, cada um diz uma coisa. A única resposta segura viria certamente de algum laboratório que fizesse a análise da água.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Foi ai que parti para uma análise, ou melhor, uma investigação para saber o que realmente estaria acontecendo. Para isso, compartilhei a idéia de fazer uma cobertura desse caso com meu grupo da faculdade da disciplina de Jornalismo Cientifico. Meu grupo topou o desafio, e estes são alguns resultados do trabalho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Foto: </span><a class="username" href="http://www.panoramio.com/user/625788">Gerson Ferracini</a></p>
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		<title>Por esgoto abaixo</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 11:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharias]]></category>
		<category><![CDATA[Esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos hídricos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Graziela Reis
Um dia desses, sem nada para fazer, resolvi passear e conhecer de perto minha “casa”, a minha Cidade Morena, a cidade de Campo Grande-MS. No aconchego do meu lar, escondida na dimensão de quatro paredes e com os olhos fixos atrás da tela do computador, pensei que estava livre de todos os problemas, livre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/esgoto.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1532" title="esgoto" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/esgoto.jpg" alt="Esgoto" width="300" height="382" /></a></p>
<p><strong>Graziela Reis</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Um dia desses, sem nada para fazer, resolvi passear e conhecer de perto minha “casa”, a minha Cidade Morena, a cidade de Campo Grande-MS.<span> </span>No aconchego do meu lar, escondida na dimensão de quatro paredes e com os olhos fixos atrás da tela do computador, pensei que estava livre de todos os problemas, livre do mau cheiro da rua, livre de insetos, de lixo, de doenças, de porcarias e de tudo que fosse descartado. É claro! Minha roupa estava limpa, minha comida no prato, minha água no copo e meu nariz, ainda estava no lugar. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Pensei ignorantemente que o mundo girasse ao meu redor, que o alimento de cada dia simplesmente surgisse no prato, que a água de beber, tomar banho, escovar os dentes e lavar o cachorro aparecesse, como num passe de mágica, e viesse até mim sem grandes dificuldades para suprir as minhas necessidades essenciais e que quando eu não necessitasse mais dessa água, descartaria no meio ambiente, sem nenhum problema, e a natureza que se virasse para torna-lá potável e devolvê-la saborosa ao meu copo. Meu tão grande planeta cabia dentro de um copo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Fora do espaço que me limita enxergar por entre as quatro paredes do meu quarto, posso ver as aves cortando o céu azul e os animais livres em parques verdes. Reduto histórico de divisionistas entre o sul e o norte, Campo Grande foi planejada em meio a uma vasta área verde, com ruas e avenidas largas. Fundada há mais de 100 anos por colonizadores mineiros, que vieram aproveitar os campos de pastagens nativas e as águas cristalinas da região dos cerrados, a Capital do Mato Grosso do Sul se apresenta relativamente arborizada e com diversos jardins por entre as suas vias. Assim diz o hino: “Mato Grosso do Sul, Campo Grande e Brasil, eis a tríade sagrada”. Exemplo de potencial e riqueza da nossa Morena é o aqüífero Guarani que passa bem aqui embaixo dos nossos olfatos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Resultado do passeio pelas áreas verdes da cidade, surgiu-me compreensível indignação. Em meio a tanto verde, à imensa beleza e à significativa riqueza que a Capital possui, como pode ainda existir a dengue, a malária, a poliomielite, a hepatite tipo A, a giardíase, a febre amarela, a cólera e tantas outras enfermidades fruto da ausência de redes de esgoto, fruto do descaso e da inércia populacional?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">É sabido, pelo menos deveria ser de conhecimento geral de todos que o esgoto não coletado corretamente contamina os corpos d’água e o solo, criando um ambiente propício à propagação de microorganismos patogênicos que, por sua vez, contaminam os córregos de onde a água é captada para consumo nas residências.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">A coleta, o tratamento e a disposição ambientalmente adequada do esgoto sanitário são fundamentais para a melhoria do quadro de saúde da população. Vale destacar que segundo a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), os investimentos em saneamento têm um efeito direto na redução dos gastos públicos com serviços de saúde. Para cada R$ 1,00 investido no setor de saneamento economiza-se R$ 4,00 na área de medicina curativa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">É inacreditável, mas apenas 59% de toda a cidade possui rede de esgoto, os outros 41% ainda mantém as fossas sépticas que podem ser poderosas fontes de contaminação de nascentes, córregos, lagoas, etc. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Mas o que mais me deixa com a pulga atrás da orelha é ter que fazer de uma humanidade, na qual os gastos com o telefone celular, por exemplo, superem os investimentos em tratamento de água e esgoto: fonte primária de subsistência. Para muitos de nós, o mais importante ainda é o que menos importa!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Oh! que terra vermelha ditosa era meu lar antes do homem dominar!. Bons tempos de progresso eram aqueles, nos quais as revitalizações não cobriam de concreto o verde do chão e a chuva não mandava a sujeira do asfalto para as águas de córregos, rios, lagos e lagoas que hoje servem apenas como um cenário ‘sem vida’ nos centros urbanos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">Fonte da Foto: www.botucatu.com.br/2009/images/stories/esgoto.jpg</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Recursos Hídricos: O mais desejado por todas as nações</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-biologicas/798/recursos-hidricos-o-mais-desejado-por-todas-as-nacoes</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 11:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[abastecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Aquífero Garani]]></category>
		<category><![CDATA[MS]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos hídricos]]></category>

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		<description><![CDATA[Revitalizações são feitas para preservar as águas da cidade


Gisleine Rodrigues
No Brasil vários órgãos estão hoje regulamentados para gerir os recursos hídricos, de secretarias a comitês de bacias hidrográficas e agências de águas, medidas necessárias para proteger esse patrimônio.
Uma pesquisa feita pela Gerência de Estudos e Saneamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><em><span style="font-family: Verdana;">Revitalizações são feitas para preservar as águas da cidade</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/cachoeira.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1534" title="cachoeira" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/cachoeira.jpg" alt="Foto de uma cachoeira" width="400" height="266" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><em><span style="font-family: Verdana;"><strong>Gisleine Rodrigues</strong></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">No Brasil vários órgãos estão hoje regulamentados para gerir os recursos hídricos, de secretarias a comitês de bacias hidrográficas e agências de águas, medidas necessárias para proteger esse patrimônio.</span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;">Uma pesquisa feita pela Gerência de Estudos e Saneamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) comprovou que o Brasil tem um potencial hídrico que corresponde a 53% do total da América do Sul e 15% em termos mundiais. Quando observada a distribuição desses recursos, vemos 70% para o Norte (foco na região amazônica), 12% para o Sul e Sudeste (maiores consumidores de água do país) e 3% para o Nordeste (sofre com a escassez).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O destaque fica por conta da região Centro-Oeste, onde está localizado Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul. Privilegiada por não sofrer com a escassez e por não ter o maior contingente de consumidores de água, essa região detém 15% da reserva nacional. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O Estado de MS é considerado o segundo maior potencial hídrico do Brasil, pois o maior manancial subterrâneo de água doce do mundo, o Aqüífero Guarani, atravessa cerca de 70% de seu subsolo. 840 mil km² de um total de 1,2 milhões de km<sup>2</sup> de toda reserva fica no Brasil e, desses, aproximadamente 213 mil km<sup>2<span> </span></sup>estão no Mato Grosso do Sul.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O Perfil Socioeconômico 2008-2009 produzido pelo governo municipal, atualiza as informações sobre os aspectos físicos-biológicos do município, e descreve a hidrografia da seguinte forma: Campo Grande está localizado predominantemente na Bacia Hidrográfica do Rio Paraná, na Sub-bacia do Rio Pardo. Mas uma pequena parte, a Noroeste da cidade, se situa na Bacia do Rio Paraguai, onde se encontram os córregos Mateira, Ceroula e Angico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O principal curso d’água do município é o Rio Anhanduí. Seus afluentes são: rio Anhanduízinho, Anhanduí, Lajeado, Lajeadinho, Imbirussú, Pouso Alegre, Do Engano, Mangue, Lagoa, Lagoinha, Estiva, Limpo, Da Areia, Arame e Fortaleza, além dos córregos Guariroba, Água Turva, Estaca e Ribeirão das Botas, os quais são tributários (afluentes) da sub-bacia do Rio Pardo, que por sua vez é afluente do Rio Paraná. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Para abastecer Campo Grande dois tipos de captação de água são utilizados. A primeira captação é superficial e feita por dois córregos, Guariroba e Lajeado, responsáveis por 70% do abastecimento da cidade, e os outros 30 % correspondem à segunda captação, subterrânea, são 94 poços de captação para completar o abastecimento da cidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Em termos de potencial hídrico subterrâneo, a capital sul-mato-grossense possui três fontes, associadas a três formações geológicas diferentes. A primeira e mais superficial, localiza-se à oeste da cidade, está relacionada aos arenitos do Grupo Bauru. A segunda está associada às rochas da Formação Serra Geral, encontra-se parcialmente sobreposta pela formação anterior.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">A terceira e última, num nível mais profundo, contém as rochas da Formação Botucatu. Essa devido às características de suas rochas e por ser a maior de todas em área, abriga o maior aqüífero subterrâneo da América do Sul, o Aqüífero Guarani. Por causa dessa reserva subterrânea de água potável, o município é bem servido desde o abastecimento doméstico ao uso industrial. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;">Medidas de proteção</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Para manutenção desses recursos hídricos, revitalizações são feitas nos mananciais de Campo Grande.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O trabalho de restauração e manutenção da qualidade das águas da cidade, como explica o especialista nos Recursos Hídricos da capital, o arquiteto Antônio Carlos Sampaio, é feito por meio de planejamento para a limpeza das águas e retirada de ocupação irregular das margens dos córregos, tiram-se as favelas e criam-se áreas de lazer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Além da arborização, contam também com um trabalho contínuo por meio de palestras nas escolas, distribuição de panfletos aos moradores do entorno desses mananciais, mas o caminho da educação ambiental, que ensina a população a preservar o meio ambiente e manter sua água limpa, ainda é custoso.</span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;">Esse processo de revitalização está em andamento nos córregos Cabaça, parte do Lagoa, Segredo e Imbirussú. Já concluídos estão os projetos dos córregos Buriti, Bandeira, Sóter, Prosa e Vendas. Além dos córregos, também passaram por processo de revitalização a única Lagoa presente no perímetro urbano de Campo Grande, a Lagoa Itatiaia e o Lago do Amor, com restaurações concluídas, respectivamente, em 2003 e 2006. (para conhecer a hidrografia da cidade acesse www.pmcg.ms.gov.br/CIDADEVIVA)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Sampaio acrescenta que cuidar da água, patrimônio de todos, é não desperdiçar, não jogar lixo ou produtos químicos a céu aberto, é trabalhar em conjunto para melhorar.</span></p>
<p><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;">Fonte da Foto:  www.pantanalecoturismo.tur.br/fotos/noticias/exp_792_0.jpg</span></p>
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