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	<title>Ciência e Notícia &#187; Geral</title>
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		<title>Novo Código Florestal vai prejudicar o Pantanal, diz estudo do Ipea</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 16:13:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ocimar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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Por Samyra Yulle Galvão                                                               O novo código florestal pode causar impactos significativos para o pantanal sul-mato-grossense. É o que diz um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) publicado em junho. O levantamento também mostra que a alteração do Código Florestal Brasileiro, aprovada na Câmara dos deputados, terá impactos significativos sobre a área com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><em>Por Samyra Yulle Galvão                                                               <a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/10/Samyra.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1775" title="Samyra" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/10/Samyra-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></em>O novo código florestal pode causar impactos significativos para o pantanal sul-mato-grossense. É o que diz um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) publicado em junho. O levantamento também mostra que a alteração do Código Florestal Brasileiro, aprovada na Câmara dos deputados, terá impactos significativos sobre a área com vegetação natural existente em outros biomas e sobre os compromissos assumidos pelo Brasil para a redução de emissões de carbono.</p>
<p>o objetivo da pesquisa é subsidiar a discussão de alteração do código no Senado, onde se encontra a proposta votada na Câmara. O estudo tem como foco as áreas de reserva legal em propriedades de até quatro módulos fiscais (entre 20 e 440 hectares, dependendo da localidade), que serão dispensadas de recuperação caso as mudanças se tornem lei.</p>
<p>A técnica em planejamento e pesquisa do Ipea e uma das autoras do estudo, Ana Paula Moreira da Silva, explica que, em Mato Grosso do Sul, o que mais preocupa é o impacto no Pantanal. Nesse bioma, 89 milhões de hectares não seriam recuperados , nove mil desses relativos a pequenas propriedades . Além disso, 120 mil hectares de reserva legal seriam perdidos, isso porque a nova redação do código prevê que os imóveis onde já retiraram a reseva legal até o dia de 22 de julho de 2008 não precisam mais destinar 20% das propriedades para essa área de proteção.</p>
<p><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/10/Samyra-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1776" title="Samyra 1" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/10/Samyra-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Um levantamento com base no Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), apresentado no texto, indica que o país tem 5,18 milhões de imóveis rurais, ocupando 571 milhões de hectares. Aqueles com até quatro módulos fiscais são 4,6 milhões, ou 90% do total. No entanto, elas ocupam apenas 24% da área total das propriedades do campo, com 135 milhões de hectares.</p>
<p>Segundo a técnica do Ipea, os produtores rurais, principalmente os familiares, deveriam ser estimulados a preservar e recuperar as reservas legais de suas propriedades, recebendo um incentivo pelo uso sustentável da floresta. “Ao invés de destruir as áreas de reserva para plantar soja, precisamos conscientizar o produtor sobre a importância de alternativas que consigam conciliar o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.” Conclui Ana Paula.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Cresce o número de crianças e adolescentes com alergia alimentar</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 15:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ocimar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Cecilia Koshiikene 
 
Há algum tempo a população tem tido a sensação que os casos de alergia alimentar estão crescendo, afinal quem não conhece alguém que passa mal ao tomar leite, comer ovo ou frutos do mar? 
 Tal impressão tem fundamento. Segundo um estudo do Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos, nos últimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Cecilia Koshiikene</em></strong> </p>
<div id="attachment_1768" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/10/Cecília.jpg"><img class="size-medium wp-image-1768" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/10/Cecília-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro, alérgico a leite, só toma suco com leite de soja </p></div>
<p> </p>
<p>Há algum tempo a população tem tido a sensação que os casos de alergia alimentar estão crescendo, afinal quem não conhece alguém que passa mal ao tomar leite, comer ovo ou frutos do mar? </p>
<p> Tal impressão tem fundamento. Segundo um estudo do Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos, nos últimos 10 anos aumentou em 18% o número de crianças e adolescentes até 18 anos com algum tipo de alergia a alimentos. Os dados mostram que quatro em cada 100 crianças apresentam reação alérgica, que é uma reação do sistema imunológico que vê o como ameaça a proteína de determinados alimentos, causando eczemas, que são reações na pele, coceiras, inchaço e até mesmo doenças respiratórias. </p>
<p>Diferentemente da alergia, a intolerância alimentar ocorre pela ausência de uma determinada enzima necessária para que ocorra a digestão do alimento. As pessoas que não produzem a lactose, por exemplo, não toleram leite e seus derivados. Da mesma forma, algumas pessoas são alérgicas à proteína contida no leite, e essas sim são alérgicas ao leite.  Embora apresentem causas distintas, os sintomas da alergia e da intolerância alimentar são semelhantes. </p>
<p> Apesar de concordar que os casos de alergia alimentar aumentaram, especialmente em crianças, o médico alergista Antônio Carlos Bilo explica que a alergia não é tão comum como parece, “a maioria das pessoas que têm algum tipo de reação alérgica na pele dizem: ‘eu não sei o que eu comi’. Mas muitas vezes esta alergia pode ter sido causada por outra coisa. Medicamento, frio, calor, látex. Tudo isso pode causar alergia”. Segundo ele, o fato de muitos pacientes associarem alergias aos alimentos, dificulta o diagnóstico. </p>
<p> A alergia é uma reação inflamatória, e portanto, o local em que a mesma ocorre fica vermelho e  causa coceira. Pode haver, ainda, o inchaço das pálpebras, da língua, e dos lábios. Outro sintoma comum é a reação respiratória que causa tosse e dificuldade de respirar. “Percebemos muito isso em alergia a camarão que é muito forte e imediata”, lembra o alergista. Tais reações costumam aparecer na primeira hora depois do consumo do alimento, “mas não só na primeira hora”, alerta Bilo. </p>
<p> Segundo o especialista, os alimentos que mais causam alergia são o leite, ovo, trigo, soja, camarão, peixe e amendoim. “A alergia a leite de vaca é o mais comum, principalmente em crianças. O tratamento costuma ser difícil, pois é complicado retirar o leite e seus derivados da alimentação de uma criança, mas é possível”, esclarece o alergista, que revela que muitos pais não acreditam que seus filhos são alérgicos ao leite ou dizem ser impossível uma criança viver sem o alimento. Para quem é alérgico ao leite de vaca, as melhores alternativas são o leite de soja e o hidrolisado protéico, que é feito a partir do próprio leite de vaca, porém, sem a proteína do mesmo. O leite de cabra não deve ser utilizado neste caso, pois, segundo o especialista, pelo menos 80% das pessoas que têm alergia ao leite de vaca, também são alérgicas ao de cabra. </p>
<p> Antônio Carlos Bilo diz, ainda, que a única cura é tirar o alimento da dieta, pois ainda não existem vacinas ou outro tipo de tratamento. Reintroduzir o alimento aos poucos é uma alternativa, no entanto, os resultados não são precisos, “Este método é pouco utilizado. A melhor forma de tratar a alergia alimentar é evitar o alimento causador”, aconselha o médico. É importante lembrar também que a mínima quantidade do alimento causador da alergia pode fazer mal. </p>
<p> A maior dificuldade no tratamento da alergia alimentar está no diagnóstico. Consumimos muitos alimentos todos os dias e, muitas vezes, não estamos cientes do que estamos ingerindo. O erro está, principalmente, em pressupor que algo nos faz mal sem realmente consultar um médico e fazer o exame. “Muitas pessoas acreditam ser alérgicas a chocolate, porém, nos 23 anos que eu tenho de carreira, nunca encontrei um paciente alérgico a chocolate. Geralmente o paciente tem alergia a ingredientes do chocolate, como leite e castanhas. Por isso, o alergista deve fazer um trabalho minucioso de investigação”, finaliza o médico.</p>
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		<title>Problemas com pragas na agricultura ocasionados pelas mudanças climáticas é tema de pesquisa</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 15:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ocimar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[mudanças climáticas podem alterar incidência e severidade de pragas na agricultura brasileira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/10/Michele.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1760" title="mudanças climáticas alteram incidência de pragas na agricultura" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/10/Michele-300x174.jpg" alt="" width="300" height="174" /></a></em></p>
<p><em>Por Michele Abreu</em></p>
<p>Alterações no clima devem modificar a incidência e a severidade de pragas, doenças e plantas daninhas na agricultura brasileira. Em maio deste ano uma massa de ar seco foi a responsável pelo predomínio de sol e a redução da umidade do ar em praticamente todas as localidades de Mato Grosso do Sul, segundo o Centro Estadual de Monitoramento de Tempo, Clima e Recursos Hídricos do Estado (CEMTEC/MS).</p>
<p>Em busca de respostas científicas, a Embrapa Soja (Londrina &#8211; PR) coordena, desde 2009, o projeto impactos das mudanças climáticas globais sobre problemas fitossanitários (Climapest), e desenvolve agora a pesquisa também em Dourados. Segundo o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados &#8211; MS) Fernando Mendes Lamas mudanças climáticas globais causarão alterações no atual cenário fitossanitário da agricultura brasileira. “Como o ambiente determina a ocorrência de doenças, pragas e plantas invasoras, as alterações no clima causarão modificações na incidência e severidade desses problemas. Os impactos econômicos, sociais e ambientais podem ser positivos, negativos ou neutros, pois as mudanças climáticas podem diminuir, aumentar ou não ter efeito sobre os diferentes pragas, em cada região”, explica o pesquisador.</p>
<p>Esses projetos possuem como características a base científica elevada, abordando pesquisas de natureza básica, estratégica ou aplicada, para atender aos grandes desafios nacionais, que exijam grande organização e aplicação intensiva de recursos. A soja está entre as 16 culturas selecionadas para compor o projeto. “Queremos medir a campo os efeitos do aumento CO2 e seu impacto em questões fitossanitárias da soja, assim como os efeitos do aumento da temperatura e da radiação solar”, explica a pesquisadora Clara Beatriz Hoffmman Campo, da Embrapa Soja.</p>
<p>De acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), no final do século XXI, a concentração de dióxido de carbono (CO2) deverá dobrar na atmosfera terrestre e o desafio do projeto é entender o comportamento de pragas, doenças e plantas daninhas, nos cenários futuros de mudanças climáticas e desenvolver métodos de manejo e controle adequados para evitar que as pragas se alastrem.</p>
<p>De acordo com Clara Beatriz, os microrganismos e as pragas estão entre os organismos que possivelmente serão afetados pelas mudanças climáticas devido às numerosas populações, facilidade de multiplicação e dispersão e o curto tempo entre gerações. “Queremos entender se esse efeito será positivo ou negativo nessas populações”, diz a pesquisadora.</p>
<p>A equipe de entomologia pretende avaliar a incidência de insetos pragas e dos de inimigos naturais. “Através da pesquisa, vamos analisar como o aumento do CO2 pode impactar nos metabólicos secundários, ou seja, aquelas substâncias positivas que auxiliam as plantas na defesa de estresses biótico (insetos e patógenos) e abióticos (temperatura e CO2)”, explica Clara Beatriz.</p>
<p>Para realizar esta pesquisa na próxima safra de soja, a Embrapa Soja recebeu, em maio, seis estruturas que vão funcionar como estufas de topo aberto. As estufas têm 2 m de diâmetro circundadas por uma mangueira a 40 cm de altura e outra a 80 cm de altura, onde haverá a injeção de dióxido de carbono (CO2) na soja. Na Embrapa Soja, foram instaladas três estufas com liberação de C02, outras três que funcionarão como testemunhas, representando a condição de campo. E cada parcela recebeu um sensor que fará a transmissão dos dados sem a necessidade de uso de cabos.</p>
<p>A Embrapa Agropecuária Oeste desenvolve uma rede de sensores sem fio que arquiva em um computador, minuto a minuto, os resultados do experimento que possibilita a consulta desses dados da sala do cientista. “As estufas com rede sem fio facilitam a instalação e a manutenção do sistema, assim como a portabilidade das informações. Essa estrutura é importante para isolarmos o experimento da rede elétrica e evitarmos problemas com raios, bastante comuns no Brasil”, explica o chefe-geral da Embrapa Agropecuária Oeste Fernando Mendes Lamas.</p>
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		<title>Novas espécies de insetos são descobertas em MS</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 16:28:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ocimar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entomologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Descoberta de novos espécimes de insetos no ms.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Evelin Araújo</em></strong></p>
<p style="text-align: left;">Três novas espécies de insetos foram descobertas pela pesquisadora Karina Ocampo Righi Cavallaro em Chapadão do Sul e um deles recebeu, como homenagem, o nome de “tereré”. A descoberta foi feita durante um levantamento da fauna de insetos aquáticos para implementação de uma hidrelétrica no Rio Sucuriú. Karina coletou os insetos em junho e dezembro de 2008 e, na época, não imaginava que estava capturando insetos ainda não catalogados. “As espécies são muito parecidas, só olhando no campo não dá para saber se são novas ou não”, diz a entomóloga.</p>
<p style="text-align: left;">A pesquisadora conta que preparou os exemplares de insetos que investigou e comparou com as espécies que já existiam na região e proximidades para, assim, ter certeza que tinha encontrado novos exemplares. “Esses animais são importantes pelo seu ciclo de vida”, explica. “As larvas vivem em ambientes de corredeira, onde há grande quantidade de oxigênio. Como sua distribuição está ligada a ambientes aquáticos sadios, ou seja, com grande quantidade de oxigênio, esses insetos são considerados excelentes bioindicadores de qualidade de água”, diz Karina.</p>
<p style="text-align: left;"> Os três insetos tiveram seus nomes científicos criados pela pesquisadora. O <em>Anacroneuria terere, </em>cujo primeiro nome se refere ao gênero e o segundo é o nome da nova espécie, foi assim batizado porque a ideia era ligar o inseto à região de descoberta. O outro, <em>Anacroneuria otafroehlichi, </em>faz referência a Otávio Froehlichi, que foi co-orientador de dissertação de mestrado e é amigo de Karina. “Otávio é um professor excelente, sempre esteve ao meu lado para me ajudar a tomar decisões simples, porém, importantes”, ela diz.</p>
<p style="text-align: left;"> O último, <em>Anacroneuria singularis </em>faz menção a uma especificidade do animal descoberto. O artigo científico de divulgação das descobertas da entomóloga foi publicado no dia 22 de novembro, na revista eletrônica “Zootaxa” (<a href="http://www.mapress.com/zootaxa">http://www.mapress.com/zootaxa</a>). No entanto, a publicação só pode ser visualizada por assinantes da revista e universitários, já que ela só é aberta para o meio acadêmico.</p>
<p style="text-align: left;">“Foram as minhas primeiras espécies novas descobertas, fiquei muito contente”, afirma a entomóloga. Ela ressalta que o Estado é muito pouco estudado e há poucos pesquisadores nesta área. “Acredito que ainda há muitos insetos a serem descobertos”, finaliza Karina Cavallaro.</p>
<div id="attachment_1752" class="wp-caption alignnone" style="width: 255px"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/09/inseto.jpg"><img class="size-full wp-image-1752" title="Novo inseto " src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/09/inseto.jpg" alt="" width="245" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Descobertas três novas espécies de inseto no MS</p></div>
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		<title>Os diferentes processos da Linguagem e suas influências no pensamento e na percepção da realidade</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 16:13:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ocimar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudos abordam a relação entre linguagem e psicologis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rubens Urue</em></p>
<p style="text-align: left;">As pessoas espalhadas ao redor do mundo se comunicam usando inúmeros idiomas – cerca de sete mil –  que variam consideravelmente nas informações transmitidas. Em pesquisa publicada na edição de Janeiro/2011 da <em>Scientific American</em>, a pesquisadora Lera Boroditsky, cita como exemplo desse fenômeno a frase ‘Eu vi a peça Tio Vânia, na Rua 42’. Segundo ela a tradução dessa simples oração possui diferentes significados, de acordo com idioma que o fato é relatado: &#8220;<em>Em mian, língua falada em Papua, Nova Guiné, o verbo usado na frase revelaria se o evento acabou de acontecer, aconteceu ontem ou em passado remoto, enquanto na Indonésia, o verbo não denotaria sequer se o evento aconteceu ou estaria para acontecer. Em russo, o verbo revelaria o meu gênero. Em mandarim, eu teria de especificar se o tio do título é materno ou paterno e se ele está relacionado por laços de sangue ou de casamento, porque há vocábulos diferentes para todos esses tipos diferentes de tios e assim por diante (ele é irmão da mãe, como a tradução chinesa claramente expressa). E em pirarrã, língua falada no Amazonas, Não se poderia dizer “42”, porque não há palavras que expressem números exatos, apenas vocábulos para “poucos” e “muitos”</em>.</p>
<p style="text-align: left;">A relação das diferentes formas de linguagem e suas respectivas capacidades de transmitir específicas habilidades cognitivas sempre intrigou os estudiosos, em especial no ramo da psicologia. Estudos recentes, como o de Boroditsky, sugerem evidências empíricas para essa relação causal &#8211; indicando que o idioma materno realmente molda a forma e o modo como pensamos sobre os diversos aspectos do mundo, inclusive o espaço e o tempo. As últimas descobertas comprovam que a linguagem é parte integrante de mais aspectos do pensamento do que os cientistas tinham percebido antes. De um modo geral, não é apenas a língua que influencia como percebemos a realidade. Tanto as estruturas dos idiomas quanto o ambiente cultural em que determinada pessoa se desenvolve podem facilitar ou dificultar o aprendizado de coisas novas.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Linguagem e pensamento</strong></p>
<p>Inara Barbosa, doutora em Psicologia e pesquisadora da UFMS, especialista em Educação esclarece aspectos da psicologia cognitiva presentes nos estudos de Boroditsky, como o conceito de que a linguagem modela o pensamento: “A psicologia compreende que a linguagem possui uma função maior do que, simplesmente, a comunicação interpessoal, ou mesmo, a comunicação social mais ampla. Ela é vista pela maioria das teorias como um instrumento que oferece recursos para a elaboração do pensamento. O processo como ela (a linguagem) acontece, difere de uma teoria para outra. Algumas afirmam que o sujeito nasce com a capacidade da linguagem inerente à espécie humana. Nesse caso, ela serviria como suporte para se expressar aquilo que o pensamento elabora. Outras teorias discordam dessa lógica e defendem que a linguagem não é um processo inato, que as pessoas não nascem com ela, mas que ela seria um processo aprendido de acordo com o grupo cultural de cada indivíduo. Nessa perspectiva, a linguagem é interiorizada, e nesta interiorização, ela permite as diferentes formas de pensamento.”</p>
<div id="attachment_1747" class="wp-caption alignnone" style="width: 160px"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/09/Inara-1-matéria-Rubens.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1747" title="Pesquisadora da UFMS" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/09/Inara-1-matéria-Rubens-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Pesquisadora explica relação entre linguagem e pensamento</p></div>
<p>Ela explica que não apenas os diferentes idiomas interferem no aprendizado de coisas novas, mas a linguagem, numa concepção mais ampla, &#8211; como a linguagem corporal e artística &#8211; servem de agentes facilitadores. E dada a especificidade do grupo cultural que elaborou essa linguagem, ela vai fornecer possibilidades diversas de apreensão e de entendimento da realidade e, consequentemente, a utilização dessas características para elaborar o pensamento. Em relação à especificidade do idioma nesse processo, à medida que conseguimos perceber que como o outro entende o mundo e, portanto, se torna mais fácil as diferentes pessoas lidarem com a realidade.</p>
<p>A especialista informa que os pesquisadores perceberam a importância da linguagem e o seu valor no processo de formação do pensamento humano há séculos atrás, todavia, uma análise mais específica desta informação varia de acordo com as diferentes teorias. No período da psicologia pré-científica, com seus estudos clássicos baseados na filosofia, isso já era discutido. Com o surgimento das ciências modernas, no século XVII, a temática da influência da linguagem no pensamento aparece nos estudos iniciais da Antropologia. Nessa época, começou-se a explorar de forma incisiva as <em>elaborações subjetivas</em>, ou seja, foi o início das verificações sobre o processo de acesso aos conteúdos subjetivos que não podiam ser observados – como o estudo do pensamento, das emoções, da relação de memória e atenção, memória e sensação. Ainda nesse momento, em que a psicologia se utilizava destes métodos, já existia a preocupação com as diferentes formas de linguagens, inclusive de idiomas. Esse é um campo bastante antigo, seja na linguística ou na psicologia, cada qual com suas particularidades.</p>
<p>Para finalizar, a professora faz uma análise sobre a produção científica sobre os projetos que abordam a relação entre a linguagem e a psicologia, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Inara diz que, especificamente na Psicologia, dois professores desenvolvem trabalhos nessa área. O professor Lucas Ferraz Cordova trabalha com a influência do comportamento verbal nos indivíduos, dentro da teoria behaviorista – voltado para a linha de estudos de Skinner. Este projeto está em andamento, sendo que o professor desenvolve suas pesquisas no laboratório de Psicologia Experimental recém inaugurado. O outro pesquisador, professor Tiago Ravanello, desenvolve estudos que trabalham a questão da linguagem dentro da perspectiva da Psicanálise, calcado na linha teórica de Lacan. A pesquisa do professor Tiago está em processo de produção final e os resultados de suas conclusões serão apresentados em livro a ser publicado em breve.</p>
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		<title>Pesquisa com os frutos da região do Pantanal dá origem a livro de receitas</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-agrarias/ciencia-tec-alimentos/1741/1741</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 15:56:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ocimar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia de Alimentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro de receitas com ingredientes do pantanal e do cerrado sul-mato-grossense.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/09/2-Claudia.jpg"></a></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em>Por Cláudia Camargo</em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em> </em></strong>“Sabores do Cerrado” é o livro resultante de um projeto nascido em 2005 com o objetivo de potencializar o uso dos frutos típicos da região pantaneira nas comunidades de assentamentos, e que foi lançado em julho desse ano. O trabalho desenvolvido pelos departamentos de biologia e tecnologia de alimentos da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul deu origem ao livro de receitas que têm os frutos nativos do pantanal como principal ingrediente. O projeto também se estendeu à área econômica pois as comunidades assentadas aprenderam como usar os alimentos nativos da região para gerar renda.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/09/2-Claudia.jpg"><img title="Pratos diferentes" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/09/2-Claudia-225x300.jpg" alt="O cerrado e o pantanal em receitas deliciosas" width="212" height="292" /></a></strong></p>
<p style="text-align: left;">O trabalho se iniciou com pesquisas que levantaram os frutos típicos da região pantaneira. Depois de mapeados, a equipe do projeto foi a campo colher estes frutos e apresentá-los para as quatro comunidades de assentamento escolhidas para a execução do projeto: Andalucia, na região da cidade de Nioaque, Porto da Manga, às margens do rio Paraguai, Amolar e São Lourenço na cidade de Corumbá.</p>
<p style="text-align: left;">A proposta nessas comunidades era de que os moradores começassem a colher os frutos nativos da região e os comercializassem, além de acrescentá-los na alimentação dos próprios moradores. Para isso, o departamento de Tecnologia de Alimentos ensinou aos assentados como manusear corretamente os alimentos, com uso da touca, máscara, luva, além da forma correta de lavar, conservar e embalar cada um dos alimentos. Foram confeccionados rótulos com as especificações de cada fruto, de acordo com as normas da vigilância sanitária.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mudança de hábito</strong></p>
<p style="text-align: left;">O trabalho de campo durou dois anos e nesse tempo foi ensinado às comunidades assentadas como tratar os frutos para a comercialização, além de receitas que tinham os frutos nativos como ingredientes principais. Para o professor de biologia e coordenador do projeto, Geraldo Damasceno, introduzir os ingredientes naturais na alimentação das pessoas, foi o mais difícil, “fazer com que elas mudassem o hábito que trazem desde criança foi o maior obstáculo. Não é fácil introduzir na rotina alimentos que nunca haviam sido experimentados. Há pessoas que são mais abertas, outras se negavam até a provar. Como o gosto dos frutos não é conhecido pelo paladar, temos que fazer uma transformação não só psicológica mais fisiológica para substituí-los por ingredientes que nos são comuns”.</p>
<div id="attachment_1744" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/09/1-Claudia.jpg"><img class="size-medium wp-image-1744" title="Arroz Pantaneiro" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2011/09/1-Claudia-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Nativo da região, o Arroz Pantanal passou a ser cultivado pelas comunidades ribeirinhas depois das oficinas do projeto &quot;Sabores do Cerrado&quot; </p></div>
<p style="text-align: left;">O projeto foi concluído, mas ainda hoje alguns dos pesquisadores vão até estas comunidades incentivar o colheita e comercialização dos frutos, que funciona como uma alternativa de renda. O projeto deu origem ao livro onde constam 79 receitas com 40 frutos diferentes. O lançamento, no mês de julho, teve, além do livro, cartilhas de alfabetização que valorizam a região do pantanal.</p>
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		<title>Energia Solar renovando perspectivas</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 18:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mayara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

Foto: Renata Portela
Fontes de energias renováveis são aquelas consideradas inesgotáveis, por serem capazes de se regenerar, e apresentam grandes vantagens como o aumento da quantidade de oferta de energia, a garantia de sustentabilidade e renovação dos recursos naturais e a redução de emissão de poluentes na atmosfera.
Entre tais fontes alguns exemplos são: a energia eólica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2010/11/2811858786_281f1d2150_b.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1732" title="Energia Sola renovando perspectivas" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2010/11/2811858786_281f1d2150_b-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><em>Foto: Renata Portela</em></p>
<p>Fontes de energias renováveis são aquelas consideradas inesgotáveis, por serem capazes de se regenerar, e apresentam grandes vantagens como o aumento da quantidade de oferta de energia, a garantia de sustentabilidade e renovação dos recursos naturais e a redução de emissão de poluentes na atmosfera.</p>
<p>Entre tais fontes alguns exemplos são: a energia eólica (que provém do vento), a geotérmica (proveniente do calor e vapor emitido pelas camadas internas da Terra), a hidráulica (que utiliza o fluxo da água) e a solar. Quase todas as fontes de energia são, na verdade, formas indiretas de energia solar. Esta é a mais evidente por se renovar cada manhã e também por intervir diretamente no dia-a-dia das pessoas.</p>
<p><strong>Energia Fotovoltaica x Termoelétrica</strong></p>
<p>Existem duas formas de conversão da energia solar pelo efeito da radiação (luz e calor) diretamente para energia elétrica: a fotovoltaica, onde os fótons da luz solar são convertidos diretamente em energia elétrica com o uso de células solares (painéis) e a termoelétrica, caracterizada pelo surgimento de diferença de potencial provocada pela junção de dois metais em condições específicas de alta temperatura e que, segundo a ONG Sociedade do Sol,  “embora muito empregada na construção de medidores de temperatura, seu uso comercial para a geração de eletricidade tem sido impossibilitado pelos baixos rendimentos obtidos e pelos custos elevados dos materiais”.</p>
<p>Na energia fotovoltaica se utiliza o painel solar, que segundo os acadêmicos de engenharia elétrica da UFMS Augusto Cesar Rodrigues e Victor Shinma, é formado por um núcleo de baterias que armazenam energia durante o dia para poder gerar energia durante a noite. É a maneira de captar a energia do sol para depois convertê-la em energia elétrica, usada em lâmpadas, televisões, geladeiras, ventiladores e equipamentos de grande potência que requerem mais energia e, portanto, tem um custo maior, como por exemplo bombas e  chuveiro elétrico, maior alvo das empresas de venda e instalação dos painéis.</p>
<p><strong>Painéis: Solar x Fotovoltaico </strong></p>
<p>O painel fotovoltaico transforma energia solar diretamente em energia elétrica, já o painel solar pode também ser chamado de coletor solar e é a maneira de se utilizar energia com efeito térmico.</p>
<p>O painel solar é uma placa que capta a radiação e assim o calor do sol é transferido para a água. Sua instalação conta também com um equipamento chamado “Boiler”, que são reservatórios térmicos cilíndricos de cobre, inox ou polipropileno que armazenam a água aquecida para consumo posterior.</p>
<p>O sistema é autossuficiente pois se estabelece através de termossifões. Funciona de maneira que a água aquecida nos coletores fica muito quente e assim menos densa do que a água contida nos reservatórios, então a água fria dos reservatórios, portanto mais densa, expulsa a água quente e a circulação permanece constante.</p>
<p><strong>Economia x Sustentabilidade</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">0800 para aquecer seu banho</span></p>
<p>Contratar o serviço de aquecedor de água para substituir custos com energia elétrica é aparentemente fácil. Empresas disponibilizam 0800 para o cliente solicitar orçamentos e prometem serviços de instalação completos com baixo custo.  A conversa por telefone a seguir se deu entre um suposto cliente interessado e uma grande empresa de aquecedor solar.</p>
<p>Empresa: Bom dia, em que posso ajudar?</p>
<p>Cliente: Bom dia. Quero ter um painel solar na minha casa pra economizar na minha conta de luz, o que você indica?</p>
<p>Empresa: Quantos metros quadrados tem sua casa?</p>
<p>Cliente: 150m².</p>
<p>Empresa: E quantas pessoas moram nela?</p>
<p>Cliente: 4 pessoas.</p>
<p>Empresa: Ok senhor. E quantos banhos e de quanto tempo vocês tomam diariamente?</p>
<p>Cliente: Ah&#8230; cerca de 2 banhos por pessoa, de uns 10 minuto. Mas no que isto interfere?</p>
<p>Empresa: A quantidade de coletores solares instalados depende do consumo de cada caso senhor, numa casa como a sua o mais indicado é um reservatório de 200 litros, mas se o senhor receber visitas constantemente é melhor o de 300.</p>
<p>Cliente: Reservatório? Explica melhor como funcionam todos os equipamentos e o que exatamente eu preciso.</p>
<p>Empresa: Cada coletor solar consegue esquentar 100 litros d’água, os coletores tem sua superfície coberta por vidros e dentro existem valetas de cobre por onde a água corre. O calor entra na placa e não consegue sair pois o sistema é fechado e assim a água quente vai para o reservatório. No caso do senhor, estou indicando 3 placas para um reservatório de 300 litros.</p>
<p>Cliente: Hum&#8230; Entendi. E não preciso de mais nada? Uma casa comum como a minha pode ter um aquecedor deste?</p>
<p>Empresa: O senhor tem tubulação de água quente separada na sua casa?</p>
<p>Cliente: Ih, não tem isto não.</p>
<p>Empresa: Tudo bem, nossa empresa já cuida disto também instalando um “barrilete” no ponto de encontro de todas as saídas de água da casa para resolver. Funciona como um registro externo na casa. Então no seu banheiro também colocarei no pacote um registro misturador de água quente e fria, assim não precisa quebrar parede nem alterar a tubulação e o registro é de aço inox e tem um design lindo.</p>
<p>Cliente: Design lindo né, legal. Achei que ia precisar de mais coletores, pra uma casa de 4 pessoas. Só 3 mesmo então?</p>
<p>Empresa: Em algumas empresas que tem a tecnologia de baixa qualidade precisaria de mais, mas trabalhamos com produtos de ponta, só 3 serão suficientes.</p>
<p>Empresa: O senhor já tem pressurizador?</p>
<p>Cliente: Não, pra que serve isto?</p>
<p>Empresa: Para aumentar a pressão da água do banho, mas se o senhor escolher o pacote sem pressurizador e desejar alterar depois de alguns anos, vai ser preciso trocar todo equipamento pois ele é acoplado.</p>
<p>Cliente: Sei. Faz assim então, me manda os dois orçamentos, com pressurizador e sem pressurizador, e coloca também todas estas outras coisas que precisa pra instalação.</p>
<p>Empresa: Ok senhor. Mando por e-mail hoje mesmo.</p>
<p>Cliente: Obrigado, bom dia.</p>
<p>Empresa: Qualquer coisa pode entrar em contato senhor, bom dia.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Orçamentos</span> – De R$2.000 a R$5.000 com serviço completo de instalação e equipamentos necessários.</p>
<p>A empresa Solar Brasil em sua cartilha de aplicações e viabilidade do sistema de eletricidade a partir da energia solar deixa bem claro:</p>
<p>“A energia solar fotovoltaica, devido ao seu alto custo, não substitui a energia elétrica convencional. É uma alternativa viável para locais onde não há acesso a energia</p>
<p>convencional, para baixas demandas de consumo e para pequenos projetos voltados à sustentabilidade. Não se aplica à redução ou economia de energia.”</p>
<p>Já outras empresas como a da conversa acima, prometem economia mensal de 90% da energia gasta todo mês, e um retorno do investimento entre 18 e 36 meses.</p>
<p>O fato é que a sustentabilidade da energia solar, como de qualquer outra energia renovável é uma certeza, enquanto a economia no dia a dia de quem adquire um meio de captar tal energia ainda é uma dúvida.</p>
<p>Alguns fatores como o nível de radiação solar, o tipo de construção da casa e o nível de gasto energético da casa precisam ser considerados antes da compra de um equipamento.</p>
<p>“Para maximizar o aproveitamento da radiação solar, pode-se ajustar a posição do coletor ou painel solar de acordo com a latitude local e o período do ano em que se requer mais energia. No Hemisfério Sul, por exemplo, um sistema de captação solar fixo deve ser orientado para o Norte, com ângulo de inclinação similar ao da latitude local”– explica a organização não-governamental Sociedade do Sol.</p>
<p><strong>Baixo Custo x Último recurso</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Barato e Sustentável</span></p>
<p>Em 2099 o acadêmico de Engenharia Elétrica, da UFMS, Bruno Borborema elaborou um projeto de extensão de barateamento da energia elétrica, utilizando aquecedores solares feito de materiais muito mais acessíveis do que os usuais, e de fácil construção.O projeto que está em sua segunda edição já em 2010, consiste em um aquecedor que foi desenvolvido pela ONG Sociedade do Sol que em seu <em>site</em> (ver em <em>links</em>) disponibiliza o modo de fazer e todas as instruções necessárias gratuitamente.</p>
<p>O aquecedor é voltado para o chuveiro elétrico e com isso pode reduzir o consumo mensal de energia em até 30% ou até levar água quente a lugares sem energia elétrica, ajudando assim não apenas na diminuição dos gastos das famílias beneficiadas como também na preservação ambiental, reduzindo as emissões de CO2.</p>
<p>Os alunos envolvidos ainda deram palestras de conscientização do uso de energias renováveis e em oficinas mostravam todo o processo de montagem dos aquecedores de placas de forro de PVC pintadas de preto.</p>
<p>“O funcionamento do aquecedor se inicia quando a energia solar irradiante, luz e infravermelho, incide sobre a superfície preta dos coletores. A energia absorvida transforma-se em calor e aquece a água que está no interior dos coletores.” – explica Bruno.</p>
<p>As insatisfações da execução do projeto, segundo ele, são fruto do fato de que nem tudo depende apenas da vontade dos acadêmicos:</p>
<p>- Por exemplo, os coletores solares estão prontos, com todo o sistema testado e comprovado, só que não está instalado até hoje aguardando investimento para fazer a base onde ficará o reservatório de água quente, e nisso vai passando o tempo e o brilho do projeto se empoeirando.</p>
<p>Ainda assim fica evidente a inovação e a importância de uma iniciativa como essa que consegue unir experiência profissional para os estudantes, relevância social com o auxílio às comunidades de baixa renda e ainda a conscientização e intervenção direta na preservação do Meio Ambiente.</p>
<p>“O projeto é lindo. Imagina aproveitar uma energia que está presente constantemente em nossas vidas em especial no Centro-oeste, que até o momento é desperdiçada constantemente, diria isto sim é energia renovável, e que se renova todo dia.”</p>
<p><strong>Links</strong></p>
<p><a href="http://www.sociedadedosol.com.br/">www.sociedadedosol.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.energiasrenovaveis.org.br/">www.energiasrenovaveis.org.br</a></p>
<p><a href="http://www.soletrol.com.br/">www.soletrol.com.br</a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Mayara da Quinta</strong></em></p>
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		<title>Curso Internacional  para jornalistas e profissionais de mídia</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 19:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>

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		<description><![CDATA[
Greicy França
A Embaixada de Israel por meio do Centro de Cooperação Internacional, MASHAV, em cooperação com a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), abre vagas para o Curso Internacional “Estratégias de Mídia para Mudanças Sociais”, que ocorrerá de 10 de janeiro a 03 de fevereiro de 2011 em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2010/10/mashav.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1725" title="mashav" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2010/10/mashav.jpg" alt="" width="178" height="135" /></a></p>
<p><strong>Greicy França</strong></p>
<p>A Embaixada de Israel por meio do Centro de Cooperação Internacional, MASHAV, em cooperação com a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), abre vagas para o Curso Internacional “Estratégias de Mídia para Mudanças Sociais”, que ocorrerá de 10 de janeiro a 03 de fevereiro de 2011 em Israel.</p>
<p>O curso é oferecido para jornalistas e outros profissionais de mídia que trabalham diretamente com questões socioeconômicas. Tem como objetivo analisar o papel da mídia como ferramenta de mudança social, examinar a teoria da comunicação e jornalismo de proteção como ferramentas para mudar a opinião pública, fazer análise de estudos de caso, analisar o uso da mídia nos países dos participantes com uso de material impresso e de mídia, dentre outros. O Workshop será ministrado em inglês e as inscrições vão até o dia 30 de novembro de 2010.</p>
<p>Para os candidatos selecionados será oferecida uma bolsa de estudos que inclui, além do curso, hospedagem com pensão completa (café da manhã, almoço e jantar), assistência e seguro médico durante o período do curso e visitas e passeios. A passagem aérea não está incluída e as despesas pessoais são por conta do estudante.</p>
<p>Maiores informações no site http://www.pletz.com/blog/israel-abre-vagas-para-curso-internacional/</p>
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		<title>Revista Comunicação Midiática aceita conribuições para próxima edição</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 22:43:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>

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Greicy França
Revista Comunicação Midiática abre chamada para a próxima edição
A Revista Comunicação Midiática do Programa de Pós Graduação em Comunicação da Universidade Estadual Paulista (UNESP) abre chamada de trabalhos para a oitava edição.
A partir desta edição a publicação, que até então era impressa, passa a ser exclusivamente eletrônica, buscando  acompanhar a tendência da digitalização e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2010/10/unesp.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1703" title="unesp" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2010/10/unesp.jpg" alt="" width="111" height="104" /></a></strong></p>
<p><strong>Greicy França</strong></p>
<p><strong>Revista Comunicação Midiática abre chamada para a próxima edição</strong></p>
<p>A Revista Comunicação Midiática do Programa de Pós Graduação em Comunicação da Universidade Estadual Paulista (UNESP) abre chamada de trabalhos para a oitava edição.</p>
<p>A partir desta edição a publicação, que até então era impressa, passa a ser exclusivamente eletrônica, buscando  acompanhar a tendência da digitalização e facilitar a divulgação de seus conteúdos por meio da internet.</p>
<p> A oitava edição estará aceitando submissão de artigos e resenhas até o dia 31 de outubro. Os interessados poderão obter as diretrizes para autores e os critérios e normas para submissões no seguinte endereço: <a href="http://www.faac.unesp.br/comunicacaomidiatica" target="_blank">www.faac.unesp.br/comunicacaomidiatica</a>.</p>
<p>Fonte da Foto: <a href="http://www.mundodigital.unesp.br/revista/index.php/comunicacaomidiatica">http://www.mundodigital.unesp.br/revista/index.php/comunicacaomidiatica</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Facom debate biodversidade e desenvolvimento sustentável</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 17:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo científico]]></category>

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Greicy França
A coordenação do curso de Jornalismo Cientifico e Tecnológico da Facom &#8211; Faculdade de Comunicação da UFBA realiza o Seminário “Desenvolvimento Sustentável e Biodiversidade &#8211; Ciência, Tecnologia e Mídia” nos dias 21 e 22 de outubro, das 19 às 22 horas, no auditório da Faculdade de Comunicação, em Ondina.
 As inscrições são  gratuitas e podem ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2010/10/ufba.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-1717" title="ufba" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2010/10/ufba.bmp" alt="" /></a></p>
<p><strong>Greicy França</strong></p>
<p>A coordenação do curso de Jornalismo Cientifico e Tecnológico da Facom &#8211; Faculdade de Comunicação da UFBA realiza o Seminário “Desenvolvimento Sustentável e Biodiversidade &#8211; Ciência, Tecnologia e Mídia” nos dias 21 e 22 de outubro, das 19 às 22 horas, no auditório da Faculdade de Comunicação, em Ondina.</p>
<p> As inscrições são  gratuitas e podem ser feitas  pelo  email <a href="mailto:jorncientec@gmail.com%C2%A0%C2%A0" target="_blank">jorncientec@gmail.com  </a> informando apenas o nome, RG, profissão e instituição ou no  local do evento entre18 às 19 horas, com direito a certificado de participação.</p>
<p>O evento tem como parceiros a Fiocruz-Ba, a FTC-Salvador, a Pós Graduação em Cultura e Sociedade da UFBA, o Instituto de Saúde Coletiva da UFBA, a Associação Brasileira de Jornalismo Cientifico e a Faculdade de Comunicação da UFBA. </p>
<p>O evento busca aprofundar o que realmente é o Desenvolvimento Sustentável, tão difundido, marketeado, mas pouco entendido.</p>
<p><script type="text/javascript"></script>Além dos debates haverá uma oficina e uma exposição fotojornalística sobre temas ambientais realizada pelo Movimentos AMA –Amigos do Meio Ambiente  e da RAMA- Rede de Articulação e Mobilização em Comunicação Ambiental.</p>
]]></content:encoded>
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