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	<title>Ciência e Notícia</title>
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		<title>XXXIII Congresso de Ciências da Comunicação teve início nesta quinta-feira</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 15:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[
Greicy França
O XXXIII Congresso de Ciências da Comunicação terá início no nesta quinta-feira, 2  de setembro, e irá até o dia 6. Este ano o evento ocorrerá na Universidade de Caxias do Sul.
Será realizado pela Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação tendo como tema “Comunicação, Cultura e Juventude”
O congresso visa contribuir para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.intercom.org.br/congresso/2010/logo.jpg" alt="" width="300" height="78" align="top" /></p>
<p><strong>Greicy França</strong></p>
<p>O XXXIII Congresso de Ciências da Comunicação terá início no nesta quinta-feira, 2  de setembro, e irá até o dia 6. Este ano o evento ocorrerá na Universidade de Caxias do Sul.</p>
<p>Será realizado pela Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação tendo como tema “Comunicação, Cultura e Juventude”</p>
<p>O congresso visa contribuir para a reflexão pluralista sobre os problemas emergentes da comunicação e  para o desenvolvimento da produção científica, artística, cultural, informativa e educativa do País entre outras coisas.</p>
<p>Maiores informações:</p>
<p><a href="http://www.intercom.org.br/congresso/2010/chamada.shtml">http://www.intercom.org.br/congresso/2010/chamada.shtml</a></p>
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		<title>Doação de medula: procedimento sem risco</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 07:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Saúde]]></category>
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Cláudia Camargo
Há muita desinformação sobre a doação de medula óssea e quase tudo que se fala a respeito é falso. A doação é um processo simples que depende apenas da vontade das pessoas de serem doadores.
O Presidente Luís Inácio Lula da Silva aprovou uma lei chamada Lei Pietro, que institui no país a semana de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p><strong><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/10/DOAO-D1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1660" title="DOAO-D~1" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/10/DOAO-D1-300x222.jpg" alt="" width="300" height="222" /></a></strong></p>
<p><strong>Cláudia Camargo</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-family: Verdana;">Há muita desinformação sobre a doação de medula óssea e<span> </span>quase tudo que se fala a respeito é falso. A doação é um processo simples que depende apenas da vontade das pessoas de serem doadores.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;">O Presidente Luís Inácio Lula da Silva aprovou uma lei chamada Lei Pietro, que institui no país a semana de Mobilização Nacional para Doadores de Medula Óssea, a ser celebrada todos os anos entre os dias 14 e 21 de dezembro. A campanha para doação, porém, não deve ser feita apenas em uma semana como declara a responsável pelo setor de medula óssea do Hemosul, Lucéia Fernandes. O trabalho de divulgação e incentivo para o cadastramento de medula óssea é diário. Diz ela também que no Hemosul de Campo Grande a campanha é feita através da abordagem aos doadores de sangue e com campanhas externas em empresas, escolas e universidades.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-family: Verdana;">A preocupação em divulgar esse transplante, se deve, entre outros motivos, ao fato de só ser possível realizá-lo em vida, uma vez que o organismo precisa estar em processo de</span><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana;"> </span><span style="font-family: Verdana;">produção de células sanguíneas, ou seja, precisam estar vivas para produzir novas células.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;">As células-tronco que compõem a medula óssea se encontram em todos os ossos. Os que têm maior concentração, no entanto, são os chamados “ossos chatos” como, por exemplo, os ossos da costela e o osso ilíaco (na região da cintura). Há duas formas de transplante de medula óssea, explica o médico responsável pela disciplina de hematologia da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Luis Henrique Mascarenhas: uma é pela pulsão, quando as células-tronco são coletadas do osso com agulhas; a outra forma é retirá-las do sangue. Estimula-se a medula a liberar maior quantidade destas células que são retiradas pelas veias periféricas. Nesse caso o transplante assemelha-se ao processo de doação de sangue. A quantidade retirada depende geralmente do peso do receptor, e não prejudica o doador, porque estas células têm alto poder de regeneração.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-family: Verdana;">Chega-se à compatibilidade entre indivíduos por testes de histocompatibilidade, que é a checagem do HLA (antígenos de compatibilidade). Se forem idênticos, significa que os indivíduos são compatíveis. A porcentagem de encontrar alguém compatível é de 25% a 30% entre parentes, para não aparentados as chances se reduzem a uma a cada cem mil.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;">O transplante acontece em vários processos, como esclarece Lucéia. O primeiro deles é apenas o cadastramento, quando o doador retira 4ml de sangue e, caso ele seja compatível com algum paciente, é chamado para a retirada de uma nova amostra para total averiguação. Confirmada a compatibilidade, o doador é submetido a vários exames para saber se é saudável o suficiente para doar suas células-tronco. Passada mais essa fase, ele é condicionado a um acompanhamento psicológico para conscientização, enquanto o receptor recebe tratamento químico para a destruição total de suas células tronco que estão doentes. Quando o receptor estiver em condições para recebê-las, o doador vai até a central de transplantes em que o receptor está cadastrado e finalmente as repassa. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-family: Verdana;">Este processo não traz nenhum risco para o doador. Se a retirada das células for do osso ele recebe anestesia, fica com um curativo no local e é dispensado logo em seguida. Não há seqüelas nem traumas e pode ocorrer de sentir dor no local, porém, passageira. Se o transplante for por veia periférica não é necessário anestesia nem curativo, assim como na doação de sangue. Todo o processo pelo qual o doador passa é custeado pelo governo federal.</span></p>
<p class="MsoBodyText" style="line-height: normal; text-align: left;">Para se cadastrar como doador de medula óssea é necessário ter entre 18 e 55 anos, ser saudável e não ter doenças que possam ser transmitidas pelo sangue. Gripes, resfriados, dor de garganta, tatuagens, peso inferior a 50 kg, todas essas informações são relativas a doação de sangue. As restrições são, caso confirmado de hepatite B ou C; câncer; seções de quimioterapia; e idade inferior a 18 ou superior a 55 anos. As restrições são poucas porque o cadastramento é apenas para a identificação do HLA, todos os demais exames serão realizados em caso de possível compatibilidade.</p>
<p class="MsoBodyText" style="line-height: normal; text-align: left;">Em Campo Grande todos os bancos de sangue realizam coleta para cadastramento, são eles: Hemosul; Banco de sangue do Hospital Universitário; Banco de Sangue do Hospital Regional; Banco de sangue da Santa Casa. No interior do estado as cidades de Três Lagoas; Dourados; Ponta – Porã e Paranaíba têm Núcleos Hemoterápicos que realizam o cadastramento de medula óssea.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;">Fonte da Foto: <a href="http://www.corposaun.com/wp-content/uploads/2010/07/Doa%C3%A7%C3%A3o-de-Medula-%C3%93ssea.jpg">http://www.corposaun.com/wp-content/uploads/2010/07/Doa%C3%A7%C3%A3o-de-Medula-%C3%93ssea.jpg</a></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"><br />
</span></p>
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		<title>Conheça a Hepatite B</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/220/hepatite-b</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 07:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Saúde]]></category>
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Jovana Somensi
O que é? 
É uma inflamação do fígado causada pelo vírus HBV.
Como se adquire? 
Transfusões de sangue foram a principal via de transmissão da doença, circunstância que se tornou rara com a obrigatória testagem laboratorial dos doadores a partir de 1991. Atualmente, o uso compartilhado de seringas, agulhas e outros instrumentos entre usuários de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong> </strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<p> </p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/12/hepatite.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1621" title="hepatite" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/12/hepatite-300x275.gif" alt="" width="300" height="275" /></a><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><strong>Jovana Somensi</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><strong>O que é? </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">É uma inflamação do fígado causada pelo vírus HBV.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><strong>Como se adquire? </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Transfusões de sangue foram a principal via de transmissão da doença, circunstância que se tornou rara com a obrigatória testagem laboratorial dos doadores a partir de 1991. Atualmente, o uso compartilhado de seringas, agulhas e outros instrumentos entre usuários de drogas, assim como relações sexuais sem preservativo (camisinha) são as formas mais preocupantes de contaminação na população.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">O contato acidental de sangue ou secreções corporais contaminadas pelo vírus, com mucosa ou pele com lesões também transmitem a doença.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Gestantes contaminadas podem transmitir a doença para os bebês, sendo o parto o principal momento de risco, o que pode ser minimizado pelo médico através de tratamento adequado.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><strong>O que se sente e como se desenvolve? </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Os sintomas que podem aparecer são mal-estar generalizado, dores de cabeça e no corpo, cansaço fácil, falta de apetite, febre, coloração amarelada das mucosas e da pele (icterícia), coceira no corpo, urina escura, fezes muito claras. Entretanto, como todas as outras Hepatites, pode ser assintomática.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Ao final de 10 ou 15 dias os sintomas gerais diminuem e a resolução da doença acontece em mais de 95% dos casos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">A forma clínica, chamada de fulminante, com mortalidade de até 60%, ocorre em menos de 1% dos pacientes que adquirem o vírus. Após a fase aguda, que pode passar despercebida, 1 a 5% dos adultos não se curam da infecção e ficam com Hepatite crônica. Desses, 25 a 40% podem desenvolver cirrose e câncer de fígado ao longo de décadas. Em crianças, o risco de a doença tornar-se crônica é bem maior, cerca de 50%, chegando a 90% em recém-nascidos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">O risco de doença crônica com má evolução é maior em quem ingere bebidas alcoólicas frequentemente, em bebês que adquirem a doença no parto e em pessoas com baixa imunidade (pacientes com AIDS ou pacientes em quimioterapia ou radioterapia, por exemplo).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><strong>Como se trata? </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">A Hepatite B aguda não requer tratamento medicamentoso específico. Remédios para náuseas, vômitos e coceira, bem como administração endovenosa de líquidos podem ser usados quando esses sintomas se manifestam.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">O repouso no leito não precisa ser exigido uma vez que não afeta a evolução para Hepatite crônica ou fulminante. A ingestão de álcool em qualquer quantidade é proibida.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">O uso de qualquer medicamento deve ser avaliado pelo médico, já que muitos necessitam de um bom funcionamento do fígado para seu desempenho. A forma fulminante da Hepatite aguda exige cuidados intensivos em hospital, podendo necessitar de transplante hepático de urgência.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><strong>Como se previne? </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">As vacinas para Hepatite B devem ser aplicadas em todos os recém-nascidos já nos primeiros meses de vida. Adultos não vacinados e que não tiveram a doença também podem ser vacinados. A vacina é especialmente recomendada a profissionais da área da saúde, aos portadores do vírus C, alcoolistas e indivíduos com outras doenças hepáticas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;">Pessoas que tiveram exposição conhecida ao vírus (relação sexual com indivíduo contaminado, acidente com agulha, por exemplo) devem receber uma espécie de soro (gamaglobulina) nos primeiros dias após o contato, o que pode diminuir a chance ou, pelo menos, a intensidade da doença. Recém-nascidos de mães com Hepatite B devem receber gamaglobulina específica e vacina imediatamente após o parto para diminuir o risco desenvolver a doença.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;">Fonte da Foto: <a href="http://br.monografias.com/trabalhos3/curso-de-biomedicina/Image12580.gif">http://br.monografias.com/trabalhos3/curso-de-biomedicina/Image12580.gif</a></p>
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		<title>Transplante de Medula Óssea</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/592/transplante-de-medula-ossea-e-seus-procedimentos</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 07:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
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Lívia Bonfim
Medula óssea consiste em um tecido líquido encontrado no interior dos ossos, com o formato do tutano do osso e encontrado em maior quantidade no osso da bacia. É na medula óssea que se encontram as células que produzem os componentes sanguíneos: as hemácias, por onde o oxigênio é transportado dos pulmões para todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 7.1pt; line-height: normal;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 7.1pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/medula.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1623" title="medula" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/medula-300x197.jpg" alt="" width="300" height="197" /></a></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 7.1pt; line-height: normal;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 7.1pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Lívia Bonfim</span></strong></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11.5pt;">Medula óssea consiste em um tecido líquido encontrado no interior dos ossos, com o formato do tutano do osso e encontrado em maior quantidade no osso da bacia. É na medula óssea que se encontram as células que produzem os componentes sanguíneos: as hemácias, por onde o oxigênio é transportado dos pulmões para todas as outras células do nosso organismo e o gás carbônico, resultado da respiração, que é levado das células para os pulmões para ser lançado fora; os leucócitos, que são os agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo, inclusive nos defendem das infecções; e as plaquetas, que compõem o sistema de coagulação do nosso sangue. </span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11.5pt;">Lucéia Fernandes da Silva, a responsável pelo setor de cadastramento de novos doadores do Centro de Hemoterapia e Hematologia do Mato Grosso do Sul (HEMOSUL), explica que a medula óssea é a “fábrica” do sangue e quando a pessoa for doar, ela não terá nenhum risco de sequelas físicas ou de saúde, porque não está na coluna vertebral, e o que é retirado para o transplante o organismo repõe em até 15 dias. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-size: 11.5pt; font-family: Arial;">Segundo a Associação da Medula Óssea (AMEO) o transplante é necessário para pessoas portadoras de alguns tipos de leucemia e outras doenças relacionadas ao sangue, que comprometem o funcionamento da medula óssea. A indicação do transplante depende, em geral, da doença e da fase da doença em que os pacientes se encontram. Ele só acontece em última instância, ou seja, se depois de todo o tratamento de quimioterapia não houver uma recuperação do paciente. Na semana do transplante, o paciente entra em um processo de preparação para receber a medula óssea “nova”, ou seja, é necessário destruir a medula óssea doente, com uma carga quimioterápica intensa, para receber a saudável, sem a possibilidade de restar um mínimo que seja da medula doente, pois, caso isso aconteça, a medula saudável adoece e o transplante não obtêm resultado. Os principais riscos se relacionam às infecções e às drogas quimioterápicas utilizadas durante o tratamento. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-size: 11.5pt; font-family: Arial;">Com a recuperação da medula, após transplantada, as novas células crescem com uma nova “memória” e, por serem células de defesa do organismo, podem reconhecer alguns órgãos do indivíduo como estranhos. Esta reação é relativamente comum e pode ser controlada através de medicamentos adequados. No transplante de medula a rejeição é rara. Se o paciente não obtiver resultados positivos após receber a nova medula, não se tem mais o que fazer. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-size: 11.5pt; font-family: Arial;">Para uma pessoa tornar-se doador de medula, as exigências mínimas são: ter entre 18 e 55 anos de idade, não ter feito nenhum tratamento de câncer com quimioterapia, sem histórico das hepatites B e C, que estão diretamente relacionadas ao sangue e às condições normais de saúde. O primeiro passo a ser dado pelo candidato à doação, é o cadastro em um banco de doadores, que consiste na coleta de uma amostra sanguínea para fazer a identificação das características genéticas. Caso este doador em potencial for compatível, ou seja, as características genéticas forem idênticas as de algum paciente, ele é convidado a fazer a doação para o transplante.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11.5pt; font-family: Arial;">Ao ser informado de sua compatibilidade pelo médico, o doador decidirá se realmente fará a doação. Com sua confirmação, é marcada a data do transplante e o médico, informado da completa situação do paciente, indicará qual o melhor método de doação. O doador deve então ser avaliado com exame físico e testes laboratoriais, a fim de garantir a segurança do receptor, evitando transmissão de doenças, bem como a segurança do próprio doador. Essa avaliação deve considerar idade, sexo, avaliação das funções hepáticas (fígado) e renais (rim), vacinações recentes, teste de gravidez, radiografia de tórax, eletrocardiograma, avaliação psiquiátrica, entre outros procedimentos essenciais para a segurança do próprio doador.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11.5pt; font-family: Arial;">Lucéia da Silva explica que são duas as formas de doação: a primeira é a punção óssea, que é sempre a mais indicada e que consiste em levar o doador ao centro cirúrgico, aplicar anestesia geral e fazer a coleta direta da medula óssea com agulha especial e seringa na região da bacia. A quantidade retirada corresponde a menos de 10% da existente. A segunda forma de doação é a filtração, na qual o doador recebe um medicamento por cinco dias que estimula a multiplicação das células da medula óssea. Essas células migram da medula para as veias e são filtradas. O processo de filtração dura em média 4 horas, até que se obtenha o número adequado de células necessárias. O efeito colateral mais frequente deste procedimento é conseqüência do uso do medicamento, que em alguns doadores pode provocar dores no corpo, como uma gripe.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11.5pt; font-family: Arial;">O doador por possuir uma medula sadia e bom estado de saúde, reconstituirá o que doou rapidamente e poderá voltar às atividades normais. Em casos especiais e raros, de haver compatibilidade do doador com mais de uma pessoa que necessite do transplante, ele poderá doar novamente a medula óssea.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9.5pt; font-family: Arial;">Fonte da Foto: http://www.scumdoctor.com/images/Difficult-Match-And-Bone-Marrow-Transplant.jpg</span></p>
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		<title>Biocombustível: uma alternativa renovável</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 07:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
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Cultivo de novas matérias-primas para a produção de biocombustíveis pode ser o carro chefe da economia no Estado
 
Luisa Mas


Para os que pensam que o biocombustível só tem a ver com a cana-de-açúcar, é importante saber desde já que o poder dessa energia vai muito além do etanol. Essas alternativas renováveis são fontes derivadas de produtos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--  /* Font Definitions */ @font-face 	{font-family:"Book Antiqua"; 	panose-1:2 4 6 2 5 3 5 3 3 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:"Lucida Sans Unicode"; 	panose-1:2 11 6 2 3 5 4 2 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-2147476737 14699 0 0 191 0;}  /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	color:windowtext;} h1 	{mso-style-next:Normal; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	page-break-after:avoid; 	mso-outline-level:1; 	font-size:11.0pt; 	font-family:Arial; 	color:windowtext; 	mso-font-kerning:0pt; 	font-weight:bold; 	font-style:italic; 	mso-bidi-font-style:normal;} p.MsoFooter, li.MsoFooter, div.MsoFooter 	{margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	tab-stops:center 220.95pt right 441.9pt; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	color:windowtext;} p.MsoBodyText, li.MsoBodyText, div.MsoBodyText 	{margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:18.0pt; 	margin-left:0cm; 	text-align:justify; 	line-height:150%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	mso-hyphenate:none; 	text-autospace:ideograph-numeric; 	font-size:12.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	font-family:"Book Antiqua"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	color:windowtext; 	mso-fareast-language:AR-SA;} a:link, span.MsoHyperlink 	{color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{color:purple; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} p 	{margin-right:0cm; 	mso-margin-top-alt:auto; 	mso-margin-bottom-alt:auto; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	color:black;} p.Contedodatabela, li.Contedodatabela, div.Contedodatabela 	{mso-style-name:"Conteúdo da tabela"; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:no-line-numbers; 	mso-hyphenate:none; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Lucida Sans Unicode"; 	color:windowtext;} p.western, li.western, div.western 	{mso-style-name:western; 	margin-right:0cm; 	mso-margin-top-alt:auto; 	margin-bottom:5.95pt; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	color:windowtext;} p.ecmsolistparagraph, li.ecmsolistparagraph, div.ecmsolistparagraph 	{mso-style-name:ec_msolistparagraph; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:16.2pt; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	color:windowtext;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><em><span style="font-family: Arial;"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/biocomb.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1626" title="biocomb" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/biocomb-300x218.jpg" alt="" width="182" height="141" /></a></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><em><span style="font-family: Arial;">Cultivo de novas matérias-primas para a produção de biocombustíveis pode ser o carro chefe da economia no Estado</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong>Luisa Mas</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Para os que pensam que o biocombustível só tem a ver com a cana-de-açúcar, é importante saber desde já que o poder dessa energia vai muito além do etanol. Essas alternativas renováveis são fontes derivadas de produtos agrícolas como plantas oleaginosas, biomassa florestal e outras fontes de matérias orgânicas como a mamona e a soja, relacionadas ao biodiesel. Podem ser também o resultado da fermentação do lixo, desenvolvendo o biogás. A verdade é que todo biocombustível é proveniente da biomassa, que é toda a energia que o ser vivo possui dentro de si.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Todos esses materiais biológicos &#8211; e até a fruta que se come &#8211; têm capacidade de gerar energia quando estão em combustão. Além de todas essas vantagens, os biocombustíveis são menos poluentes e biodegradáveis. A sua queima de carbono é neutra, ou seja, o que é lançado na atmosfera é a mesma quantidade que foi tirada pela planta no seu crescimento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Mas para o superintendente de Ciência e Tecnologia, da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia de MS e Professor Adjunto Departamento de Engenharia Elétrica</span><strong><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;"> </span></strong><span style="font-family: Arial;">da UFMS</span><strong><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">,</span></strong><span style="font-family: Arial;"> João Onofre Pereira Pinto, as vantagens dessa alternativa não são boas só para a sociedade e o meio ambiente. “São boas também para o bolso de alguns empresários”, defende. João Onofre acredita que o assunto está sendo tratado com factualidade por envolver também questões econômicas. Para ele, quando se fala em energia, todos os assuntos estão relacionados a dinheiro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">No Brasil</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">O primeiro biocombustível desenvolvido no país foi o etanol. Desde os anos 70, o álcool etílico é utilizado como combustível. A produção é feita através da fermentação de plantas, que podem ser várias, como a cana-de-açúcar, que é utilizada mais no Brasil, o milho, recorde nos Estados Unidos, e a beterraba, comum na França. Mas a garantia de eficiência está com a cana-de-açúcar, que joga em torno de 90% menos poluentes na atmosfera do que o petróleo. Já o etanol produzido com milho emite em torno de 14% menos poluentes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">Alternativas</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">O óleo virgem derivado de algumas espécies de plantas, o biodiesel, apresenta boas vantagens em relação ao petróleo, pois pode substituir quase todos os derivados desse produto sem modificar os motores. Por ser naturalmente menos poluente, é seguro para armazenar e transportar porque é biodegradável, não-tóxico e não explosivo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="Contedodatabela" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">As plantas mais utilizadas atualmente para produção do biodiesel são a soja, a<span style="color: #0000ff;"> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Colza">colza</a></span>, o <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.sementepinhaomanso.com.br/pinhaomanso.html">pinhão manso</a></span>, <span style="color: #0000ff;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mamona">mamona</a></span>, <span style="color: #0000ff;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dendezeiro">dendê</a></span>, girassol e <span style="color: #000000;"><a href="http://www.bibvirt.futuro.usp.br/textos/didaticos_e_tematicos/frutas_no_brasil/macauba">macaúba</a></span>. As mais produtivas são o dendê e a macaúba &#8211; típica do litoral brasileiro. A soja é a mais utilizada nos EUA, onde também é comum misturar com restos de óleos usados para fritura. Na União Européia a colza é a principal planta estudada e plantada para este fim. Existem outras muito produtivas, como a castanha do Pará, o coco e a <a href="http://www.clubedasemente.org.br/copaiba.html">copaíba</a>, porém outros derivados seus são mais interessantes economicamente. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">
<p class="Contedodatabela" style="margin-bottom: 14.15pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></p>
<p class="Contedodatabela" style="margin-bottom: 14.15pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">A Produção</span></strong></p>
<p class="Contedodatabela" style="margin-bottom: 14.15pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">A partir do Decreto 5.488, que foi publicado em 20 de maio de 2005 e que regulamenta a lei 11.097 &#8211; janeiro/2005, o governo brasileiro passou a estimular a produção e a comercialização do biodiesel. Esta lei dispõe sobre a introdução do biodiesel na matriz energética brasileira (toda a energia disponibilizada para ser transformada, distribuída e consumida nos processos produtivos) Inicialmente, a proporção autorizada foi de 2% do diesel comum em 2008, 5% até 2013, e hoje já é pensado em 20%.</span></p>
<p class="Contedodatabela" style="margin-bottom: 14.15pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Fonte da foto: </span></p>
<p class="Contedodatabela" style="margin-bottom: 14.15pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><a href="http://www.cpatrading.com.br/site/files/2009/02/624bee2a732a0d4f506b3771a8a61f88/noticia_2009-02-16.jpg">http://www.cpatrading.com.br/site/files/2009/02/624bee2a732a0d4f506b3771a8a61f88/noticia_2009-02-16.jpg</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><em><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></em></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
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		<title>Tecnologias alternativas na construção civil</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 07:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia alternativa]]></category>

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Suzan Benite
A indústria da construção civil cresce no Brasil, principalmente no aspecto de inserção de novos sistemas construtivos. No Mato Grosso do Sul a indústria apresenta crescimento no que diz respeito à construção residencial. Nessas, a maioria é feita com cimento à base de areia e agregado provenientes da britagem de rocha. Além de consumir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><strong><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/const.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1651" title="const" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/const-300x236.jpg" alt="" width="300" height="236" /></a></strong></p>
<p><strong>Suzan Benite</strong></p>
<p>A indústria da construção civil cresce no Brasil, principalmente no aspecto de inserção de novos sistemas construtivos. No Mato Grosso do Sul a indústria apresenta crescimento no que diz respeito à construção residencial. Nessas, a maioria é feita com cimento à base de areia e agregado provenientes da britagem de rocha. Além de consumir quantidades consideráveis de recursos naturais não renováveis, emite para a atmosfera gases como o CO² (gás carbônico). Para amenizar os malefícios causados pelo uso desse tipo de cimento, podem ser misturados materiais provenientes de resíduos industriais.</p>
<p style="text-align: justify;">A cinza residual resultante da queima do bagaço da cana-de-açúcar, utilizadas para gerar parte da energia que alimenta as usinas de álcool e açúcar, é uma alternativa de material.</p>
<p style="text-align: justify;">Um projeto da UFMS “Blocos Vazados Simples em Concreto para Alvenaria Produzidos com Misturas de Cimento, Cinzas do Bagaço de Cana-de-açúcar e Agregado Artificial” visa desenvolver protótipos de blocos pré-fabricados para serem utilizados na construção das alvenarias de residências populares a partir de um concreto com substituição de parte do cimento da brita com areia natural por cinzas residuais do bagaço de cana-de-açúcar.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Mato Grosso do Sul, a industria sucro-alcooleira está em expansão e o uso das cinzas na obtenção de blocos de concreto daria destino ao rejeito das empresas (as cinzas).</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Sandra Bertocini, membro da equipe técnica do projeto, o processo barateia o custo das obras, porque além de não possuir reboco, o que diminui a mão de obra, ainda reduz o gasto de areia e cimento. Além de a mistura fazer um concreto mais duradouro.</p>
<p style="text-align: justify;">Bertocini diz ainda que a idéia é de remover resíduos que causam impactos ambientais, pois, por ser muito fina, a cinza pode gerar problemas respiratórios por inalação. Além disso, poupa recursos não renováveis, porque com o uso de areia artificial há preservação das jazidas naturais.</p>
<p>Fonte da Foto: http://www.truenet.com.br/gmea/04.jpg</p>
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		<title>Córregos passam por análise de qualidade da água</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-exatas-terra/quimica/1124/corregos-passam-por-analise-de-qualidade-da-agua</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 07:15:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária]]></category>
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		<category><![CDATA[Qualidade da água]]></category>
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		<description><![CDATA[As medições acontecerão a cada três meses e fazem parte do Projeto Córrego Limpo, em Campo Grande
 
  
Thiago Gonçalves
Os córregos que cortam a cidade de Campo Grande (MS) estão recebendo placas de identificação que mostram a qualidade de suas águas. As placas localizadas às margens dos córregos poderão indicar as seguintes cores: preto (péssimo), vermelho (ruim), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>As medições acontecerão a cada três meses e fazem parte do Projeto Córrego Limpo, em Campo Grande</em></p>
<p> <a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/core.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1654" title="core" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/core.jpg" alt="" width="135" height="84" /></a></p>
<p><strong><em> </em></strong> </p>
<p><strong><em>Thiago Gonçalves</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os córregos que cortam a cidade de Campo Grande (MS) estão recebendo placas de identificação que mostram a qualidade de suas águas. As placas localizadas às margens dos córregos poderão indicar as seguintes cores: preto (péssimo), vermelho (ruim), amarelo (regular), verde (boa) e azul (ótimo). Até agora, 12 placas de um total previsto de 45, mostram o resultado das análises. As medições acontecerão a cada três meses e fazem parte do Projeto Córrego Limpo.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto visa a implantação de uma rede de monitoramento dos córregos urbanos, através do índice de medição IQA (Índice de Qualidade da Água), para a manutenção e melhoria da qualidade da água. Também integram as ações o tratamento adequado dos afluentes sanitários e industriais, a realização de monitoramento dos corpos d’água (os principais cursos d&#8217;água, tais como rios, represas ou reservatórios artificiais), orientação, fiscalização e realização de um planejamento adequado de uso e ocupação do solo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os parâmetros de qualidade que fazem parte do cálculo do IQA refletem, principalmente, a contaminação dos corpos hídricos ocasionada pelo lançamento de esgotos domésticos. O IQA é composto por nove parâmetros, dentre eles percentual de coliformes fecais e acidez da água.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada parâmetro possui um peso, que foi fixado em função da sua importância para a conformação global da qualidade da água. Além de seu peso, cada parâmetro possui um valor de qualidade, obtido do respectivo gráfico de qualidade em função de sua concentração ou medida.</p>
<p><strong>Situação no Brasil</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para Wanderley Antonio Pignati, mestre em saúde pública da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), no Brasil existem mais de 650 princípios ativos que podem ser encontrados nos rios e córregos urbanos.  Dentre eles, os agrotóxicos, por exemplo, tem seus princípios ativos modificados quando entram em contato com a água, o sol e o solo e se decompõem em metabólitos que podem ser tão ou mais perigosos para a saúde humana do que os próprios princípios ativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo informações do site da Prefeitura de Campo Grande, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, responsável pelas pesquisas, detectou na primeira análise três locais de poluição grave, 14 em nível intermediário e 16 com boa qualidade da água. Não houve nenhum indicativo de altíssimo grau de contaminação. Os 33 pontos mapeados, de um total de 92 propostos, constituem as 11 microbacias hidrográficas no perímetro urbano (<em>veja a tabela abaixo</em>).</p>
<p style="text-align: justify;">O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Marcos Antonio Moura Cristaldo explica que, a partir de agora, começa a fase de diagnóstico desses locais. “Já sabemos que cerca de 80 empreendimentos estão dentro do perímetro dos córregos e vão receber uma atenção maior nas ações de monitoramento e fiscalização”, disse o secretário. Será aplicado um sistema de cruzamento de dados que vai permitir informações mais pontuais e precisas sobre a atuação dessas empresas.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" width="576" valign="top"><strong>O IQA (Índice de Qualidade da Água) disponibilizado é qualificado como:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="192" valign="top"><strong>QUALIDADE</strong></td>
<td width="192" valign="top"><strong>INTERVALO</strong></td>
<td width="192" valign="top"><strong>COR</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="192" valign="top"><strong>péssima</strong></td>
<td width="192" valign="top"><strong>0 a</strong><strong> 19</strong></td>
<td width="192" valign="top"><strong>preto</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="192" valign="top"><strong>ruim</strong></td>
<td width="192" valign="top"><strong>20 a</strong><strong> 36</strong></td>
<td width="192" valign="top"><strong>Vermelho</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="192" valign="top"><strong>regular</strong></td>
<td width="192" valign="top"><strong>37 a</strong><strong> 51</strong></td>
<td width="192" valign="top"><strong>Amarelo</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="192" valign="top"><strong>boa</strong></td>
<td width="192" valign="top"><strong>52 a</strong><strong> 79</strong></td>
<td width="192" valign="top"><strong>Verde</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="192" valign="top"><strong>ótima</strong></td>
<td width="192" valign="top"><strong>80 a</strong><strong> 100</strong></td>
<td width="192" valign="top"><strong>azul</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Depois das análises</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das principais bacias, a do Prosa, já recebeu ações de fiscalização após a vistoria na água. De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente a medida resultou em 26 autuações emitidas aos empreendimentos que estavam lançando algum tipo de poluente na água. No córrego Vendas, já foram autuadas 22 fontes poluidoras por despejo de efluentes na galeria de águas pluviais. Grande parte dessas empresas multadas tem a água como elemento principal de trabalho, como pequenas indústrias, oficinas mecânicas, lava-jatos e postos de combustíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O secretário Cristaldo explica que o cruzamento de dados vai gerar informações mais detalhadas e que vão contribuir para delinear o processo de monitoramento. “Podemos, por exemplo, ter informações do nível de ocupação e uso do solo, das edificações em volta do córrego, atualizar dados relativos ao licenciamento ambiental, constatar irregularidades no sistema de tratamento de água das fontes poluidoras, enfim teremos um número significativo de dados que, cruzados, nos darão maior potencial de diagnóstico”.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, 17 das 27 Unidades da Federação possuem redes de monitoramento da qualidade da água, totalizando 2.259 pontos, com um número variável de parâmetros analisados e freqüências de coleta. A Agência Nacional de Águas possui uma rede com 1.340 pontos monitorados &#8211; coincidentes com as estações fluviométricas &#8211; em que são determinados quatro parâmetros: pH, Oxigênio Dissolvido, Condutividade e Temperatura.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Rodrigo Andreotti Musetti mestre em Direito Processual Civil pela PUC/Campinas, especialista em Direito Ambiental, observa-se uma tendência politico-administrativa favorável à canalização dos córregos e cursos d’água urbanos ou rurais como solução rápida, fácil e definitiva para se evitarem enchentes, proliferação de insetos e doenças, bem como outros efeitos ao meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, projetos como este, que visam a correção de uma urbanização mal planejada e priorizam a valorização do meio ambiente, devem ser incentivados e colocados em prática. “Poluir um curso d’água ou omitir-se na sua despoluição, seja em área urbana ou rural, é condenar a espécie humana à morte. Canalizar um córrego d’água poluído que não possui a vocação para ser um condutor de esgotos é fugir da obrigação legal de tratar os resíduos nele despejados”, ressalta Musetti.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="4" width="520" valign="top"><strong> </strong><strong>RESULTADOS OBTIDOS </strong><strong>EM ABRIL DE</strong><strong> 2009</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="187" valign="top"><strong>RIO</strong></td>
<td width="79" valign="top"><strong>PONTO</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong>LOCAL</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong>COR / IQA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="5" width="187" valign="top"><strong>Anhanduí (Bairros Marcos Roberto, Taquarussu, Guanandy, Los Angeles e Guanandizão)</strong></td>
<td width="79" valign="top"><strong> </strong><strong>1</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong>Av. Ernesto Geisel com Fernando Corrêa da Costa</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong> </strong><strong>Verde / 47</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="79" valign="top"><strong> </strong><strong>2</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong>Rua Patriarca com Rua Bom Sucesso</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong> </strong><strong>Vermelho / 33</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="79" valign="top"><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>3</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong>Pontilhão da Av. Ezequiel Ferreira Lima, abaixo do Parque Ecológico do Anhanduí</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Amarelo / 41</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="79" valign="top"><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>4</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong>Rua Dário Filho com Rua Barnabé e Rua Sebastião Ferreira</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Amarelo / 46</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="79" valign="top"><strong>5</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong>Av. Ernesto Geisel com Manoel da Costa Lima</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong> </strong><strong>Vermelho / 32</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="187" valign="top"><strong> </strong><strong>Sóter (Via Parque)</strong></td>
<td width="79" valign="top"><strong> </strong><strong>6</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong>Av. Mato Grosso com Nelly Martins</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong> </strong><strong>Verde / 62</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="187" valign="top"><strong> </strong><strong> </strong><strong>Bandeira</strong></td>
<td width="79" valign="top"><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>7</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong>Ponte com o Córrego Bandeira com a Av. Ernesto Geisel</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Amarelo / 50</strong></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" width="187" valign="top"><strong> </strong><strong> </strong><strong>Lagoa</strong></td>
<td width="79" valign="top"><strong> </strong><strong>8 e 9</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong>Nascente do Lageado, Av. Antonio Carlos.</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong> </strong><strong>Verde / 66</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="79" valign="top"><strong> </strong><strong>10</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong>Anel Viário com Av. Três Barras.</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong> </strong><strong>Amarelo / 51</strong></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" width="187" valign="top"><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Segredo</strong></td>
<td width="79" valign="top"><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>11</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong>Av. Ernesto Geisel, próximo à Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Cabreúva.</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Vermelho / 33</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="79" valign="top"><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>12</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong>Av. Ernesto Geisel, duas quadras à frente da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).</strong></td>
<td width="127" valign="top"><strong></strong><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Amarelo / 49</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte da Foto: <a href="http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://i21.photobucket.com/albums/b282/campogrande/campogrande2/2180.jpg&amp;imgrefurl=http://www.skyscrapercity.com/showthread.php%3Ft%3D458038%26page%3D3&amp;usg=__2AcS9LDTXtypaxdppjPw0TpGr2E=&amp;h=373&amp;w=602&amp;sz=181&amp;hl=pt-BR&amp;start=52&amp;zoom=1&amp;um=1&amp;itbs=1&amp;tbnid=tzZJZ3AcYyvsZM:&amp;tbnh=84&amp;tbnw=135&amp;prev=/images%3Fq%3Dcorregos%2Bcampo%2Bgrande%26start%3D40%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26ndsp%3D20%26tbs%3Disch:1">http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://i21.photobucket.com/albums/b282/campogrande/campogrande2/2180.jpg&amp;imgrefurl=http://www.skyscrapercity.com/showthread.php%3Ft%3D458038%26page%3D3&amp;usg=__2AcS9LDTXtypaxdppjPw0TpGr2E=&amp;h=373&amp;w=602&amp;sz=181&amp;hl=pt-BR&amp;start=52&amp;zoom=1&amp;um=1&amp;itbs=1&amp;tbnid=tzZJZ3AcYyvsZM:&amp;tbnh=84&amp;tbnw=135&amp;prev=/images%3Fq%3Dcorregos%2Bcampo%2Bgrande%26start%3D40%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26ndsp%3D20%26tbs%3Disch:1</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Taxas elevadas dificultam acesso à rede de esgoto na Capital</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-exatas-terra/quimica/1118/taxas-elevadas-dificultam-acesso-a-rede-de-esgoto-na-capital</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 07:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharias]]></category>
		<category><![CDATA[Química]]></category>
		<category><![CDATA[Águas Guariroba]]></category>
		<category><![CDATA[Esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[PNUD]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

Patrícia Belarmino
Entre os anos de 2005 e 2008, a Águas Guariroba, concessionária do serviço de água da Capital, disponibilizou rede de esgoto para famílias de 170 bairros da cidade. No entanto, a empresa, por meio da assessoria de imprensa, afirmou que apenas 44% das residências fizeram a ligação da rede de esgoto. Os 707 quilômetros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/esgoto.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1656" title="esgoto" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/esgoto-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></em></strong></p>
<p><strong><em>Patrícia Belarmino</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre os anos de 2005 e 2008, a Águas Guariroba, concessionária do serviço de água da Capital, disponibilizou rede de esgoto para famílias de 170 bairros da cidade. No entanto, a empresa, por meio da assessoria de imprensa, afirmou que apenas 44% das residências fizeram a ligação da rede de esgoto. Os 707 quilômetros da rede de esgoto cobrem 60% da cidade, segundo a Águas. O investimento de R$ 198 milhões foi viabilizado pela Caixa Econômica Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">A baixa adesão, segundo o especialista em recursos hídricos da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Felipe Dias, é ‘puxada’ principalmente por pessoas de renda alta. “As pessoas não querem aderir não é por uma questão de conscientização, até porque são pessoas instruídas, mas sim por questões econômicas. Quem hoje, por exemplo, paga R$ 100 de água, pagaria R$ 180 com  a taxa de esgoto, mas as pessoas não querem. Então, é por dinheiro que elas não fazem a ligação”, afirma Dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Diarréia, cólera, leptospirose, hepatite e esquistossomose são algumas doenças causadas por água contaminada. Segundo Dias, o risco de contaminação é maior quando poços são ‘furados’ próximos a fossas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a falta de esgoto mata uma criança, a cada 19 segundos, no mundo com diarréia. Os dados são mais alarmantes ainda ao revelarem que mais 1,1 bilhão de pessoas, hoje, não têm acesso à água e 2,6 bilhões vivem sem saneamento básico.</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 90% da população tem acesso à água potável no Brasil, proporção semelhante à de países com alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Quanto à coleta de esgoto, o País fica atrás do Paraguai e México. A rede de esgoto no Brasil possui uma taxa de atendimento de 75%.</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório aponta também que, por falta de água e saneamento, são registrados anualmente, cinco bilhões de casos de diarréia nos países em desenvolvimento. Após infecções respiratórias, a diarréia é a segunda principal causa de morte na infância.</p>
<p>Fonte da Foto:</p>
<p>http://www.itnet.com.br/imagens/Rede%20de%20Esgoto%20-%20Rua%20Capit_o%20Mendes%20002.jpg</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Luz solar pode ser alternativa para tratamento da água</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-exatas-terra/quimica/1113/luz-solar-pode-ser-alternativa-para-tratamento-da-agua</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 07:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária]]></category>
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		<category><![CDATA[Tratamento de água]]></category>
		<category><![CDATA[UV-A]]></category>

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		<description><![CDATA[Técnica desenvolvida na Europa beneficia moradores de regiões que não recebem água tratada

Bruno Grubertt 
O mais abrangente dentre os serviços de saneamento básico do País, a rede de distribuição de água atinge 63,9% do número total de domicílios brasileiros, segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB), do Insituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Técnica desenvolvida na Europa beneficia moradores de regiões que não recebem água tratada</em></p>
<p><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/Luz-Solar.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1479" title="Luz Solar" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/Luz-Solar.jpg" alt="Luz solar mata microorganismos, tratando a água" width="197" height="220" /></a></p>
<p><strong><em>Bruno Grubertt </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O mais abrangente dentre os serviços de saneamento básico do País, a rede de distribuição de água atinge 63,9% do número total de domicílios brasileiros, segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB), do Insituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos 116 municípios que não contam com qualquer rede distribuidora de água, foram encontradas como principais alternativas para o abastecimento das populações, a utilização de poços particulares e abastecimento por caminhões pipas, bem como utilização direta de cursos de água.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Professor Felipe Dias, especialista em recursos hídricos da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Campo Grande conta com pouco mais de 80% de domicílios abastecidos com água proveniente da rede convencional. As residências restantes optam pelo abastecimento através de poços. Para Dias, a água dos poços de Campo Grande é própria para o consumo. “Água que sai do poço é limpa, é de boa qualidade. O problema é a distribuição na própria residência”. Segundo o professor, a contaminação desta água acontece na distribuição feita nos encanamentos internos das casas.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução, segundo ele, seria fazer uma análise da água do poço e, posteriormente, da torneira, para verificar se há contaminação nos canos de distribuição.</p>
<p style="text-align: justify;">Agnaldo José de Souza, de 36 anos, mora no residencial São Caetano, região Norte de Campo Grande. Sua casa não conta com a rede regular de abastecimento de água, e sim com poço artesiano. A água é distribuída sem tratamento em tubulações de borracha (mangueiras).</p>
<p><strong>Desinfecção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma solução encontrada por Souza foi aplicar a técnica da Sodis – desinfecção solar da água, desenvolvida na Indonésia e, atualmente, pesquisada pelo Departamento de água e saneamento para países em desenvolvimento do Instituto Federal Suíço de Ciência e Tecnologia Aquática (EAWAG).</p>
<p style="text-align: justify;">A técnica consiste na utilização da energia solar para a destruição de microorganismos patogênicos. De acordo com o manual do Instituto, os microorganismos são vulneráveis a dois efeitos da luz solar &#8211; a radiação do espectro de luz UV-A e o calor.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2002, o EAWAG publicou um manual em sete idiomas para incentivar divulgadores de vários países a difundirem a técnica da Sodis, como uma alternativa para o tratamento de água com características físicas próprias para o consumo, mas com procedência sanitária duvidosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há registros de quando a técnica começou a ser desenvolvida no Brasil, porém, sabe-se que o trabalho de divulgadores da Sodis no Nordeste do país começou a chamar a atenção da mídia, que divulgou o sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">A técnica pode ser utilizada como alternativa nas regiões em que não existe tratamento e redes de distribuição de água. A Sodis pode reduzir casos de diarréias infecciosas e até a cólera.</p>
<p><strong>Purificação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Eu vi na televisão e então resolvi fazer”, afirma Agnaldo. Na casa dele, toda a água consumida pela família passa pela Sodis antes de ir à geladeira. “A água daqui é limpa, mas é bom ter outra ferramenta, né?” afirmou o morador. Ele não tem um filtro, por exemplo, para melhorar a qualidade da água consumida pela família. Na casa moram quatro pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">O morador ainda afirma que sua família “nunca teve problemas de saúde por causa da água”, mas que é sempre necessário buscar o consumo de água tratada para evitar doenças. De acordo com relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), 6,8% de crianças entre 0 e 5 anos morrem por conta de diarréias agudas no Brasil. O índice pode estar relacionado ao consumo de água contaminada, já que 17,4% das crianças e adolescentes vivem sem abastecimento de água interna no domicílio.</p>
<p style="text-align: justify;">No estado do Ceará um experimento foi realizado com a Sodis para verificar a viabilidade da técnica em comunidades cuja água consumida não passava por nenhum tipo de tratamento convencional. O trabalho consiste em se analisar quimicamente a ação da luz solar na redução de bactérias e coliformes fecais, além de verificar as condições socioeconômicas e saneamento da região. O trabalhos mostra ainda a eficácia do método e aceitação por grande parte das quatro comunidades estudadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto avaliado através de entrevistas foi se seria dada continuidade à Sodis após a pesquisa. A aceitação foi grande: 77% em Camurim, 79% em Nova Esperança e 84% na Prainha do Canto Verde.</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados foram publicados na tese do mestre em Engenharia Civil, Márcio Pessoa Boto, da Universidade Federal do Ceará (UFC) e pode ser lida na íntegra <a title="aqui" href="http://www.teses.ufc.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=267"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><strong>Entenda o funcionamento da Sodis</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Encha a garrafa limpa com aproximadamente três quartos de água, tampe e mexa com força por uns 20 segundos. Isto assegura que haja bastante ar na água, a qual reage com o sol e ajuda o processo de purificação. Depois, encha a garrafa completamente e deixe-a deitada de lado, num lugar onde ela receba luz direta do sol durante várias horas e onde o vento não a arrefeça. Um telhado é o ideal, se este for feito de chapas de metal, telhas ou concreto.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante não usar garrafas de vidro, pois elas não permitem a entrada suficiente de luz do sol na água. As garrafas de plástico possuem paredes muito finas, que permitem que a luz chegue até a água. A água turva deve ser deixada parada, para que as impurezas se depositem e, então filtrada com um pano ou um filtro de areia, se ainda estiver turva.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixe as garrafas ao sol durante, pelo menos, seis horas, onde elas devem ficar quentes ao toque. Depois, leve as garrafas para dentro, para que arrefeçam e estejam prontas para serem usadas. Se o tempo estiver nublado, as garrafas devem ser deixadas no telhado durante até dois dias, dependendo da quantidade de nuvens.</p>
<p style="text-align: justify;">O método Sodis é fácil de se usar e não muda o gosto da água. Nada precisa ser medido e a água pode ser mantida na mesma garrafa antes de ser bebida, reduzindo o risco de contaminação durante o armazenamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Para aumentar a temperatura da água (o que pode ser muito útil durante a estação das chuvas ou em climas mais frios) um dos lados da garrafa pode ser pintado de preto. A garrafa é deitada com o lado pintado para baixo, o que ajuda a temperatura da água a subir mais rapidamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Provavelmente haverá poucos problemas, a não ser que se utilize água realmente suja, garrafas sujas, ou deixem-se as garrafas na sombra ou em locais onde o vento as esfrie.</p>
<p>Mais informações sobre a Sodis podem ser obtidas no site <a href="http://www.sodis.ch/">http://www.sodis.ch/</a> .</p>
<p>Fonte da Foto: http://1.bp.blogspot.com/_IiD6MYixRNM/Spg7GqJQNAI/AAAAAAAABuo/xvgxi1a9i_k/s320/SunandBottle.jpg</p>
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		<title>A Mulher no Futebol</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-humanas/1106/a-mulher-no-futebol</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 07:15:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Humanas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol feminino]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com Caroline Silva de Oliveira

Aurélio Marques
Em entrevista ao Núcleo de Jornalismo Científico, a pesquisadora fala um pouco mais do trabalho que lhe rendeu premiação em Brasília.
Como as questões de gênero aparecem no seu trabalho? 
As questões de gênero são o enfoque principal, que trata das desigualdades entre homens e mulheres em diferentes âmbitos da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Entrevista com Caroline Silva de Oliveira</em></p>
<p><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/Marta.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1481" title="Marta" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/Marta.jpg" alt="Marta comemora mais um gol feito" width="550" height="390" /></a></p>
<p><strong>Aurélio Marques</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em entrevista ao Núcleo de Jornalismo Científico, a pesquisadora fala um pouco mais do trabalho que lhe rendeu premiação em Brasília.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como as questões de gênero aparecem no seu trabalho? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">As questões de gênero são o enfoque principal, que trata das desigualdades entre homens e mulheres em diferentes âmbitos da sociedade. Falando do esporte, tem essas diferenças. No futebol, principalmente, tinha e ainda tem essa diferença de gênero.</p>
<p style="text-align: justify;">O que seria a questão de gênero em si: é falar que o futebol é só para homens, que só macho pode jogar, que jogador homossexual não pode, ainda que ele seja homem, não pode jogar, tem que ter força e virilidade, e a mulher muito menos, que ela só deve ficar em casa, cuidar do homem, lavar roupa, lava louça e cuidar da casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas essas questões foram mudando, por que não existe isso na sociedade, não de forma tão absurda. O movimento gay e o feminista foram correlacionados, a batalha para ganhar reconhecimento foi muito difícil. Já as relações homoafetivas são as relações entre homem e homem e mulher e mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu falei rapidamente no trabalho que uma das formas de preconceito no futebol feminino é a questão de a mulher ser lésbica. Porque ela corta o cabelo curtinho, ou ela tem um comportamento mais masculino, é vista pela sociedade como sapatão<strong>. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você também discute estereótipo e preconceito ao longo do seu estudo. De que forma essas questões são abordados na pesquisa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A educação física desde a pré-escola traz estereótipos nos alunos e se isso não for trabalhado de maneira correta, o jovem cresce e fica adulto com esse preconceito. Então o professor de educação física tem que estudar essas questões de gênero que é um tema novo que está sendo abordado agora na mídia, nas escolas e até em congressos está sendo mais abordado, para que esses professores saibam como lidar com isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Na minha aula de educação física foi assim, ia para quadra, professor jogava a bola para turma e falava: os meninos podem jogar futebol e as meninas vão jogar vôlei, pular corda.</p>
<p style="text-align: justify;">Se uma menina quisesse jogar futebol tinha que enfrentar os meninos que às vezes não a deixavam jogar. Se quisesse mesmo, ela jogava, mas talvez nem encostasse na bola. O preconceito dos meninos vai crescendo, quando se torna adulto fica pior, se torna uma discriminação que é o ato negativo contra a pessoa.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> As jogadoras pesquisadas apresentaram um perfil&#8230;. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Essa parte foi a análise do resultado, eu coletei os dados, fui separando e analisando questionário por questionário, cada questão, e relacionando com a teoria. Destaquei o perfil de cada jogadora, a media de idade, escolaridade, profissão e outras questões como elas responderam.</p>
<p style="text-align: justify;">Percebi que nas falas delas tinha muito preconceito, elas sentem que tem o preconceito, e nas respostas o preconceito partiu mais dos homens, algumas falaram que jogam campeonato até hoje e da arquibancada chamam de sapatão, gritam mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na questão da família, havia uma que questionava como era o apoio da família, se incentivava ou não, e a maioria respondeu que sim, que recebem incentivos, outras responderam que jogam escondido, por que se o pai souber que ela joga futebol seria expulsa de casa. Outros, que não tinha nada a ver, desde que não interferisse nos estudos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quais suas conclusões quando o assunto tratado é “mulher no futebol”?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A idéia inicial era fazer um artigo, uma publicação em revista, só que foi ganhando corpo e surgiu a idéia de fazer a monografia baseada nessa pesquisa foi e surgiu o concurso no qual eu enviei o artigo para participar. Conforme a revisão bibliográfica eu falo um pouco da mulher no esporte e principalmente no futebol.</p>
<p style="text-align: justify;">A inserção dela nesse meio foi bastante complicada, demorou muito tempo e até hoje ainda é vista com muito preconceito. Aqui no Brasil esse preconceito já está sendo quebrado, mas mundo afora é muito difícil à participação feminina no futebol.</p>
<p style="text-align: justify;">Antigamente as leis proibiam as mulheres de praticar certos esportes violentos inclusive futebol, e com o tempo foi mudando, a medicina evoluindo e foi entrando em conflito com os aspectos sociais e permitindo que a mulher participasse mais da sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">O futsal foi junto com o futebol, a participação foi concomitante. Hoje a seleção brasileira feminina de futebol, tem mais destaque que a masculina, por que ela conseguiu ganhar mais títulos, teve ascensão da jogadora Marta que é brasileira, melhor do mundo, teve destaque no mundo inteiro, joga fora do Brasil e serve de símbolo para outras meninas que gostam de futebol, que pretendem chegar a um nível profissional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A questão da discriminação parte só dos homens ou acontece também entre as próprias jogadoras?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi uma discussão que surgiu. Os professores sentiram que teve muito por parte do próprio grupo. No grupo que entrevistei algumas eram homossexuais assumidas ou não eram, mas não tinha preconceito nenhum e outras eram totalmente preconceituosas e colocavam coisas do tipo: se a menina é homossexual e vir conversar comigo eu não vou gostar. Vou achar ruim. Vou pedir para sair do time.</p>
<p style="text-align: justify;">Tinha isso muito forte, principalmente as mais novas. Outras diziam: nos campeonatos, as jogadoras de vôlei, de handball não querem ir ao vestiário com a gente por que acham que vamos atacar elas. Foi o que mais chamou atenção, por que nós não esperávamos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como foi o processo para levantar o perfil das atletas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu elaborei um questionário com 18 questões, abertas e fechadas, mas eu não tive contato direto com elas, foi uma forma que encontrei para não ficarem inibidas nas respostas. São perfis diferentes, algumas jogavam pelo time da Universidade, algumas jogavam somente por lazer, outras não jogavam mais, outras competiam em alto nível, foi bem variado e a maioria de Campo Grande mesmo. Algumas eu conhecia por que jogo futebol também, por isso participaram sem problema nenhum.</p>
<p><strong>Falando agora da premiação, como aconteceu?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O prêmio é justamente para falar das mulheres, que hoje estão equiparadas a um homem, com direitos iguais, como está na Constituição, por exemplo, e tem várias formas de falar que a mulher ainda está conquistando esse espaço.</p>
<p style="text-align: justify;">Então por isso eu mandei o trabalho em novembro do ano passado (2008) e analisaram, a banca composta por professores doutores, políticos de Brasília que trabalham com as políticas sobre as mulheres, todos leram o trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">O concurso era dividido em categorias, eu mandei na categoria estudante de graduação, e em março recebi um e-mail dizendo que tinha sido aprovada. Minha monografia tinha 50 páginas. Para mandá-la tinha que ser 20, foi bem difícil reduzi-la, por que perde conteúdo, mas ficou bem legal.</p>
<p style="text-align: justify;">A premiação foi em Brasília, agora em junho, teve a participação da ministra da Ciência e Tecnologia que elogiou, disse que leu todo trabalho. O meu era o único na área de esporte.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você pretende dar continuidade à pesquisa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Essa pesquisa se encerrou, a idéia agora seria fazer talvez em nível nacional, abranger os estados ou tratar mais da questão da homofobia no esporte em geral, não só no futebol.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual a importância do seu trabalho para o combate desse preconceito?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro espero que contribua para os estudantes de educação física na área de esporte, que vejam que isso é um tema que não tratado na faculdade, na nossa grade curricular não tem nada falando sobre isso, um professor ou outro que fala e espero que esse trabalho sirva de estímulo para outros estudantes se interessarem e pesquisarem.</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados que eu concluí na pesquisa podem servir de auxílio nas políticas públicas e como ganhou o prêmio pode ser incluído em uma futura legislação falando dos direitos das mulheres, por questão do preconceito que deve ser punido.</p>
<p>Fonte da Foto: http://pan2007.globo.com/ESP/Home/foto/0,,11195053-EX,00.jpg</p>
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