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	<title>Ciência e Notícia &#187; Construção Civil</title>
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		<title>Tecnologias alternativas na construção civil</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 07:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
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Suzan Benite
A indústria da construção civil cresce no Brasil, principalmente no aspecto de inserção de novos sistemas construtivos. No Mato Grosso do Sul a indústria apresenta crescimento no que diz respeito à construção residencial. Nessas, a maioria é feita com cimento à base de areia e agregado provenientes da britagem de rocha. Além de consumir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><strong><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/const.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1651" title="const" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/const-300x236.jpg" alt="" width="300" height="236" /></a></strong></p>
<p><strong>Suzan Benite</strong></p>
<p>A indústria da construção civil cresce no Brasil, principalmente no aspecto de inserção de novos sistemas construtivos. No Mato Grosso do Sul a indústria apresenta crescimento no que diz respeito à construção residencial. Nessas, a maioria é feita com cimento à base de areia e agregado provenientes da britagem de rocha. Além de consumir quantidades consideráveis de recursos naturais não renováveis, emite para a atmosfera gases como o CO² (gás carbônico). Para amenizar os malefícios causados pelo uso desse tipo de cimento, podem ser misturados materiais provenientes de resíduos industriais.</p>
<p style="text-align: justify;">A cinza residual resultante da queima do bagaço da cana-de-açúcar, utilizadas para gerar parte da energia que alimenta as usinas de álcool e açúcar, é uma alternativa de material.</p>
<p style="text-align: justify;">Um projeto da UFMS “Blocos Vazados Simples em Concreto para Alvenaria Produzidos com Misturas de Cimento, Cinzas do Bagaço de Cana-de-açúcar e Agregado Artificial” visa desenvolver protótipos de blocos pré-fabricados para serem utilizados na construção das alvenarias de residências populares a partir de um concreto com substituição de parte do cimento da brita com areia natural por cinzas residuais do bagaço de cana-de-açúcar.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Mato Grosso do Sul, a industria sucro-alcooleira está em expansão e o uso das cinzas na obtenção de blocos de concreto daria destino ao rejeito das empresas (as cinzas).</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Sandra Bertocini, membro da equipe técnica do projeto, o processo barateia o custo das obras, porque além de não possuir reboco, o que diminui a mão de obra, ainda reduz o gasto de areia e cimento. Além de a mistura fazer um concreto mais duradouro.</p>
<p style="text-align: justify;">Bertocini diz ainda que a idéia é de remover resíduos que causam impactos ambientais, pois, por ser muito fina, a cinza pode gerar problemas respiratórios por inalação. Além disso, poupa recursos não renováveis, porque com o uso de areia artificial há preservação das jazidas naturais.</p>
<p>Fonte da Foto: http://www.truenet.com.br/gmea/04.jpg</p>
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		<title>Concreto com Borracha</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 11:20:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nova tecnologia aponta o pneu como matéria-prima para construção civil




José Carlos Prado
O Departamento de Estruturas e Construção Civil da Universidade Federal de MS foi convidado a formar uma parceria com a empresa ECOPNEUS, recém instalada em Campo Grande, para fornecer o suporte técnico e científico de um novo molde de concreto usinado em que pneus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Verdana; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="font-size: small;">Nova tecnologia aponta o pneu como matéria-prima para construção civil</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Verdana; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/Placa_Concreto-Ecologico.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1519" title="Placa_Concreto Ecologico" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/Placa_Concreto-Ecologico.jpg" alt="Foto de uma placa de concreto ecológico" width="295" height="376" /></a><br />
</span></span></em></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;">
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;">
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="font-size: small; font-family: Verdana;">José Carlos Prado</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana; mso-bidi-font-weight: bold;">O Departamento de Estruturas e Construção Civil da Universidade </span><span style="font-family: Verdana;">Federal de MS foi convidado a formar uma parceria com a empresa ECOPNEUS, recém instalada em Campo Grande, para fornecer o suporte técnico e científico de um novo molde de concreto usinado em que pneus inservíveis, depois de triturados, substituirão até vinte por cento da brita basáltica (pedra, pedrisco). </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">As pesquisas e os ensaios técnicos estão avançados. A proposta é encontrar o calibre da moagem e as misturas mais adequadas à formulação pretendida.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">O vilão regenerado</span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">De acordo com a Professora Mestra em Engenharia Civil Sandra Regina Bertocini, do DEC/CCET/UFMS, a montagem dos equipamentos de trituração já está em andamento, os experimentos e testes em conclusão, e possivelmente, até o final do ano o processamento de pneus descartados para composição de concreto estará à disposição da sociedade. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Pergunta: Professora Sandra, qual o estágio da pesquisa para aproveitamento do pneu como componente de concreto?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Resposta: Foi proposto pela empresa ECOPNEUS a formação de uma parceria com a Universidade para fazermos uma parceria na qual iríamos estudar a brita de pneus, que são triturados em tamanho de brita, para incorporar essa brita ao concreto. Na verdade vamos substituir uma parte da brita basáltica, que é usada em Campo Grande, por essa brita de pneu. Já fizemos os ensaios preliminares. Isso, em São Paulo já é bastante conhecido, e fora do Brasil também. Aí, a ECOPNEUS ofereceu essa possibilidade de a gente fazer os testes com os materiais daqui.<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Já temos esses resultados. E, o que eu posso colocar por esses estudos preliminares, é que funciona. Os resultados são parecidos com os obtidos em São Paulo. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">P: Onde pode ser utilizado esse concreto?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">R: A nossa proposta inicial era para se fazer calçada. Havia uma empresa que ia empregar o concreto para fazer calçadas, calçadas de pedestres. E nós pensamos em <em style="mso-bidi-font-style: normal;">guard-rails</em> – aquela proteção que é colocada nas margens dos rios e córregos do município – até porque o concreto com borracha apresenta uma dureza menor, sendo menos danoso, em caso de impactos. A gente ainda pensou em fazer cercas, mourões de concreto para cercas. Também nesse caso a brita de borracha fica favorável para o caso de, por exemplo, um boi se jogar contra a cerca.<span style="mso-tab-count: 1;"> </span><span style="mso-tab-count: 1;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-tab-count: 2;"> </span><span style="mso-tab-count: 2;"> </span><span style="mso-tab-count: 1;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">P: O que se poderia saber sobre o custo-benefício?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">R: No momento, o que podemos dizer é que os pneus foram retirados da cidade, através da ECOPNEUS, por causa do combate à dengue, numa parceria com a Prefeitura Municipal. Tivemos um impacto bastante grande com isso. Também podemos dizer que o investimento em máquinas para trabalhar o pneu. Depois ele vai substituir a brita basáltica, que, no caso de Campo Grande, não tem reposição. A rocha sai da natureza e não se renova. E a borracha substitui dez a vinte por cento disso, que é um ganho muito grande para a nossa natureza. O pneu não tem outra maneira de voltar. Ele volta muito pouco. Então a gente está fazendo uma reserva natural ao trocar a pedra pelo pneu inservível, que não tem outros usos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">P: Quanto tempo ainda demoram os estudos, testes e registros desse processo?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">R: Esses estudos preliminares foram feitos para a gente conhecer o material. Aqui no Estado não há ninguém que tenha trabalhado com isso. É inédito. A Universidade Federal é a primeira parceira do projeto. Agora já se conhece esse material. Ainda faltam alguns estudos, pois o produto que estamos desenvolvendo, nós vamos patentear. Por isso ainda não posso dar uma informação definitiva, mas até o final do ano o produto estará lançado no mercado.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">P: Quanto de pneus, em unidades ou tonelagem, estaria sendo reaproveitado por esse processo e deixam de ir para os lixões?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">R: Como a planta de Campo Grande, para a produção de brita de borracha, ainda não está implantada, ainda não está produzindo, não temos condições de dizer. Porque precisamos saber de quantos pneus vamos precisar para produzir um metro cúbico de concreto. Como a planta da ECOPNEUS não está totalmente implantada em Campo Grande, ainda não temos como responder. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">P: Esse concreto poderia ser utilizado, também, para a construção do meio-fio das ruas?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">R: Sim. Meio-fio, calçadas, cercas, mourões de cerca. Estamos tentando fazer alguma coisa em pisos intertravados, para utilização em calçadas, praças e pátios de estacionamento. Porém, nesse uso, estamos tendo um probleminha porque, com a temperatura alta a borracha se expande, e ela pode se soltar do concreto. Mas já estamos aprofundando os estudos, e logo, logo teremos definido isso.<span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></p>
<div><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt;">Fonte da foto: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt;">http://www.tramaweb.com.br/upload/editor/Image/Placa_Concreto%20Ecologico.jpg</span></p>
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		<title>Construção civil: pneu pode ser a alternativa para diminuir a poluição</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 11:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bom uso do material gera mais economia significativa de matéria-prima e auxilia na conservação do meio ambiente.


Vinícius Squinelo
A construção civil é atualmente uma das maiores geradoras de renda do Brasil. Só nesse último mês de fevereiro, esse setor foi o principal responsável pela reação brasileira à crise mundial. A indústria da construção foi responsável por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoBodyText2"><em>Bom uso do material gera mais economia significativa de matéria-prima e auxilia na conservação do meio ambiente.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/pneus-3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1528" title="pneus 3" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/pneus-3.jpg" alt="Pilha de pneus" width="530" height="398" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;">Vinícius Squinelo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">A construção civil é atualmente uma das maiores geradoras de renda do Brasil. Só nesse último mês de fevereiro, esse setor foi o principal responsável pela reação brasileira à crise mundial. A indústria da construção foi responsável por 2,8 dos 9,1 mil empregos formais gerados em todo o País, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Por outro lado, esse setor também é o responsável por um dado altamente negativo: a poluição.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 27pt;"><span style="font-family: Verdana;">Por consumir altas quantidades de recursos naturais, energia elétrica e água nas obras que realiza, a indústria das construções é uma grande vilã do meio ambiente. Os males começam desde a fabricação dos tijolos e cimento, e encerram no consumo de energia elétrica para mover as gigantescas máquinas usadas. Esses fatos vêm acarretando fortes cobranças para que a construção civil se torne “sustentável”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;">Sustentabilidade e construção civil</span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Verdana; color: black;">O desenvolvimento sustentável é “o crescimento capaz de atender às necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem a suas necessidades” explica Paulo Safady Simão, presidente da Câmara Brasileira de Indústria e Construção, explicando as diretrizes da Comissão Mundial Sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, publicado em 1987, em entrevista ao jornal Correio Braziliense.</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Verdana; color: black;">Na construção civil, especificamente, Paulo Simão entende que essa sustentabilidade se dá quando “incorpora em sua concepção os conceitos de redução de consumo de itens geralmente utilizados ao longo da vida de um edifício, o que significa menor custo”.</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Verdana; color: black;">É em nome dessa sustentabilidade que a indústria da construção está apelando para um grande aliado: a reciclagem. E de todos os materiais possíveis de serem utilizados, o pneu com certeza é o principal deles atualmente. Seus usos mais difundidos atualmente, segundo a engenheira e pesquisadora da USP, Carla Passerotti, em sua dissertação de mestrado na USP, são dois: a utilização do pneu como combustível nas fornalhas cimenteiras e sua reciclagem na forma de blocos de concreto.</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Verdana; color: black;">Ambos os processos citados da reciclagem de pneus auxiliam na redução de CO2 e no menor uso de combustíveis fósseis, auxiliando na preservação do meio ambiente. Como contraponto, segundo a ONG Green Building Corencil Brasil (GBC Brasil), os custos das obras aumentam entre 5 e 10%, considerado pouco se for para preservar o meio ambiente. A ONG também relata ser somente 1% de todas as construções brasileiras consideradas “sustentáveis”, construídas e mantidas de forma econômica e ambientalmente correta.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Fonte da foto: http://images03.olx.pt/ui/1/05/86/13269986_1.jpg</span></p>
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