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	<title>Ciência e Notícia &#187; Esgoto</title>
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		<title>Taxas elevadas dificultam acesso à rede de esgoto na Capital</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 07:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
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Patrícia Belarmino
Entre os anos de 2005 e 2008, a Águas Guariroba, concessionária do serviço de água da Capital, disponibilizou rede de esgoto para famílias de 170 bairros da cidade. No entanto, a empresa, por meio da assessoria de imprensa, afirmou que apenas 44% das residências fizeram a ligação da rede de esgoto. Os 707 quilômetros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/esgoto.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1656" title="esgoto" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/11/esgoto-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></em></strong></p>
<p><strong><em>Patrícia Belarmino</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre os anos de 2005 e 2008, a Águas Guariroba, concessionária do serviço de água da Capital, disponibilizou rede de esgoto para famílias de 170 bairros da cidade. No entanto, a empresa, por meio da assessoria de imprensa, afirmou que apenas 44% das residências fizeram a ligação da rede de esgoto. Os 707 quilômetros da rede de esgoto cobrem 60% da cidade, segundo a Águas. O investimento de R$ 198 milhões foi viabilizado pela Caixa Econômica Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">A baixa adesão, segundo o especialista em recursos hídricos da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Felipe Dias, é ‘puxada’ principalmente por pessoas de renda alta. “As pessoas não querem aderir não é por uma questão de conscientização, até porque são pessoas instruídas, mas sim por questões econômicas. Quem hoje, por exemplo, paga R$ 100 de água, pagaria R$ 180 com  a taxa de esgoto, mas as pessoas não querem. Então, é por dinheiro que elas não fazem a ligação”, afirma Dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Diarréia, cólera, leptospirose, hepatite e esquistossomose são algumas doenças causadas por água contaminada. Segundo Dias, o risco de contaminação é maior quando poços são ‘furados’ próximos a fossas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a falta de esgoto mata uma criança, a cada 19 segundos, no mundo com diarréia. Os dados são mais alarmantes ainda ao revelarem que mais 1,1 bilhão de pessoas, hoje, não têm acesso à água e 2,6 bilhões vivem sem saneamento básico.</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 90% da população tem acesso à água potável no Brasil, proporção semelhante à de países com alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Quanto à coleta de esgoto, o País fica atrás do Paraguai e México. A rede de esgoto no Brasil possui uma taxa de atendimento de 75%.</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório aponta também que, por falta de água e saneamento, são registrados anualmente, cinco bilhões de casos de diarréia nos países em desenvolvimento. Após infecções respiratórias, a diarréia é a segunda principal causa de morte na infância.</p>
<p>Fonte da Foto:</p>
<p>http://www.itnet.com.br/imagens/Rede%20de%20Esgoto%20-%20Rua%20Capit_o%20Mendes%20002.jpg</p>
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		<title>Por esgoto abaixo</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 11:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharias]]></category>
		<category><![CDATA[Esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos hídricos]]></category>

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Graziela Reis
Um dia desses, sem nada para fazer, resolvi passear e conhecer de perto minha “casa”, a minha Cidade Morena, a cidade de Campo Grande-MS. No aconchego do meu lar, escondida na dimensão de quatro paredes e com os olhos fixos atrás da tela do computador, pensei que estava livre de todos os problemas, livre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/esgoto.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1532" title="esgoto" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/esgoto.jpg" alt="Esgoto" width="300" height="382" /></a></p>
<p><strong>Graziela Reis</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Um dia desses, sem nada para fazer, resolvi passear e conhecer de perto minha “casa”, a minha Cidade Morena, a cidade de Campo Grande-MS.<span> </span>No aconchego do meu lar, escondida na dimensão de quatro paredes e com os olhos fixos atrás da tela do computador, pensei que estava livre de todos os problemas, livre do mau cheiro da rua, livre de insetos, de lixo, de doenças, de porcarias e de tudo que fosse descartado. É claro! Minha roupa estava limpa, minha comida no prato, minha água no copo e meu nariz, ainda estava no lugar. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Pensei ignorantemente que o mundo girasse ao meu redor, que o alimento de cada dia simplesmente surgisse no prato, que a água de beber, tomar banho, escovar os dentes e lavar o cachorro aparecesse, como num passe de mágica, e viesse até mim sem grandes dificuldades para suprir as minhas necessidades essenciais e que quando eu não necessitasse mais dessa água, descartaria no meio ambiente, sem nenhum problema, e a natureza que se virasse para torna-lá potável e devolvê-la saborosa ao meu copo. Meu tão grande planeta cabia dentro de um copo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Fora do espaço que me limita enxergar por entre as quatro paredes do meu quarto, posso ver as aves cortando o céu azul e os animais livres em parques verdes. Reduto histórico de divisionistas entre o sul e o norte, Campo Grande foi planejada em meio a uma vasta área verde, com ruas e avenidas largas. Fundada há mais de 100 anos por colonizadores mineiros, que vieram aproveitar os campos de pastagens nativas e as águas cristalinas da região dos cerrados, a Capital do Mato Grosso do Sul se apresenta relativamente arborizada e com diversos jardins por entre as suas vias. Assim diz o hino: “Mato Grosso do Sul, Campo Grande e Brasil, eis a tríade sagrada”. Exemplo de potencial e riqueza da nossa Morena é o aqüífero Guarani que passa bem aqui embaixo dos nossos olfatos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Resultado do passeio pelas áreas verdes da cidade, surgiu-me compreensível indignação. Em meio a tanto verde, à imensa beleza e à significativa riqueza que a Capital possui, como pode ainda existir a dengue, a malária, a poliomielite, a hepatite tipo A, a giardíase, a febre amarela, a cólera e tantas outras enfermidades fruto da ausência de redes de esgoto, fruto do descaso e da inércia populacional?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">É sabido, pelo menos deveria ser de conhecimento geral de todos que o esgoto não coletado corretamente contamina os corpos d’água e o solo, criando um ambiente propício à propagação de microorganismos patogênicos que, por sua vez, contaminam os córregos de onde a água é captada para consumo nas residências.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">A coleta, o tratamento e a disposição ambientalmente adequada do esgoto sanitário são fundamentais para a melhoria do quadro de saúde da população. Vale destacar que segundo a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), os investimentos em saneamento têm um efeito direto na redução dos gastos públicos com serviços de saúde. Para cada R$ 1,00 investido no setor de saneamento economiza-se R$ 4,00 na área de medicina curativa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">É inacreditável, mas apenas 59% de toda a cidade possui rede de esgoto, os outros 41% ainda mantém as fossas sépticas que podem ser poderosas fontes de contaminação de nascentes, córregos, lagoas, etc. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Mas o que mais me deixa com a pulga atrás da orelha é ter que fazer de uma humanidade, na qual os gastos com o telefone celular, por exemplo, superem os investimentos em tratamento de água e esgoto: fonte primária de subsistência. Para muitos de nós, o mais importante ainda é o que menos importa!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Oh! que terra vermelha ditosa era meu lar antes do homem dominar!. Bons tempos de progresso eram aqueles, nos quais as revitalizações não cobriam de concreto o verde do chão e a chuva não mandava a sujeira do asfalto para as águas de córregos, rios, lagos e lagoas que hoje servem apenas como um cenário ‘sem vida’ nos centros urbanos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">Fonte da Foto: www.botucatu.com.br/2009/images/stories/esgoto.jpg</span></p>
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