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	<title>Ciência e Notícia &#187; Reciclagem</title>
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		<title>Concreto com Borracha</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 11:20:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
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		<description><![CDATA[Nova tecnologia aponta o pneu como matéria-prima para construção civil




José Carlos Prado
O Departamento de Estruturas e Construção Civil da Universidade Federal de MS foi convidado a formar uma parceria com a empresa ECOPNEUS, recém instalada em Campo Grande, para fornecer o suporte técnico e científico de um novo molde de concreto usinado em que pneus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Verdana; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="font-size: small;">Nova tecnologia aponta o pneu como matéria-prima para construção civil</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Verdana; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/Placa_Concreto-Ecologico.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1519" title="Placa_Concreto Ecologico" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/Placa_Concreto-Ecologico.jpg" alt="Foto de uma placa de concreto ecológico" width="295" height="376" /></a><br />
</span></span></em></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;">
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;">
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="font-size: small; font-family: Verdana;">José Carlos Prado</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana; mso-bidi-font-weight: bold;">O Departamento de Estruturas e Construção Civil da Universidade </span><span style="font-family: Verdana;">Federal de MS foi convidado a formar uma parceria com a empresa ECOPNEUS, recém instalada em Campo Grande, para fornecer o suporte técnico e científico de um novo molde de concreto usinado em que pneus inservíveis, depois de triturados, substituirão até vinte por cento da brita basáltica (pedra, pedrisco). </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">As pesquisas e os ensaios técnicos estão avançados. A proposta é encontrar o calibre da moagem e as misturas mais adequadas à formulação pretendida.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">O vilão regenerado</span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">De acordo com a Professora Mestra em Engenharia Civil Sandra Regina Bertocini, do DEC/CCET/UFMS, a montagem dos equipamentos de trituração já está em andamento, os experimentos e testes em conclusão, e possivelmente, até o final do ano o processamento de pneus descartados para composição de concreto estará à disposição da sociedade. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Pergunta: Professora Sandra, qual o estágio da pesquisa para aproveitamento do pneu como componente de concreto?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Resposta: Foi proposto pela empresa ECOPNEUS a formação de uma parceria com a Universidade para fazermos uma parceria na qual iríamos estudar a brita de pneus, que são triturados em tamanho de brita, para incorporar essa brita ao concreto. Na verdade vamos substituir uma parte da brita basáltica, que é usada em Campo Grande, por essa brita de pneu. Já fizemos os ensaios preliminares. Isso, em São Paulo já é bastante conhecido, e fora do Brasil também. Aí, a ECOPNEUS ofereceu essa possibilidade de a gente fazer os testes com os materiais daqui.<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Já temos esses resultados. E, o que eu posso colocar por esses estudos preliminares, é que funciona. Os resultados são parecidos com os obtidos em São Paulo. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">P: Onde pode ser utilizado esse concreto?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">R: A nossa proposta inicial era para se fazer calçada. Havia uma empresa que ia empregar o concreto para fazer calçadas, calçadas de pedestres. E nós pensamos em <em style="mso-bidi-font-style: normal;">guard-rails</em> – aquela proteção que é colocada nas margens dos rios e córregos do município – até porque o concreto com borracha apresenta uma dureza menor, sendo menos danoso, em caso de impactos. A gente ainda pensou em fazer cercas, mourões de concreto para cercas. Também nesse caso a brita de borracha fica favorável para o caso de, por exemplo, um boi se jogar contra a cerca.<span style="mso-tab-count: 1;"> </span><span style="mso-tab-count: 1;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-tab-count: 2;"> </span><span style="mso-tab-count: 2;"> </span><span style="mso-tab-count: 1;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">P: O que se poderia saber sobre o custo-benefício?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">R: No momento, o que podemos dizer é que os pneus foram retirados da cidade, através da ECOPNEUS, por causa do combate à dengue, numa parceria com a Prefeitura Municipal. Tivemos um impacto bastante grande com isso. Também podemos dizer que o investimento em máquinas para trabalhar o pneu. Depois ele vai substituir a brita basáltica, que, no caso de Campo Grande, não tem reposição. A rocha sai da natureza e não se renova. E a borracha substitui dez a vinte por cento disso, que é um ganho muito grande para a nossa natureza. O pneu não tem outra maneira de voltar. Ele volta muito pouco. Então a gente está fazendo uma reserva natural ao trocar a pedra pelo pneu inservível, que não tem outros usos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">P: Quanto tempo ainda demoram os estudos, testes e registros desse processo?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">R: Esses estudos preliminares foram feitos para a gente conhecer o material. Aqui no Estado não há ninguém que tenha trabalhado com isso. É inédito. A Universidade Federal é a primeira parceira do projeto. Agora já se conhece esse material. Ainda faltam alguns estudos, pois o produto que estamos desenvolvendo, nós vamos patentear. Por isso ainda não posso dar uma informação definitiva, mas até o final do ano o produto estará lançado no mercado.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">P: Quanto de pneus, em unidades ou tonelagem, estaria sendo reaproveitado por esse processo e deixam de ir para os lixões?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">R: Como a planta de Campo Grande, para a produção de brita de borracha, ainda não está implantada, ainda não está produzindo, não temos condições de dizer. Porque precisamos saber de quantos pneus vamos precisar para produzir um metro cúbico de concreto. Como a planta da ECOPNEUS não está totalmente implantada em Campo Grande, ainda não temos como responder. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">P: Esse concreto poderia ser utilizado, também, para a construção do meio-fio das ruas?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">R: Sim. Meio-fio, calçadas, cercas, mourões de cerca. Estamos tentando fazer alguma coisa em pisos intertravados, para utilização em calçadas, praças e pátios de estacionamento. Porém, nesse uso, estamos tendo um probleminha porque, com a temperatura alta a borracha se expande, e ela pode se soltar do concreto. Mas já estamos aprofundando os estudos, e logo, logo teremos definido isso.<span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></p>
<div><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt;">Fonte da foto: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt;">http://www.tramaweb.com.br/upload/editor/Image/Placa_Concreto%20Ecologico.jpg</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pneus: os grandes vilões do meio ambiente</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 11:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Por demorar para ser absorvido pela natureza, pode favorecer proliferações de insetos e doenças




José Carlos Prado 
Os pneus podem ser considerados os maiores vilões do meio ambiente. A literatura especializada informa que um pneu levaria de 150 a 300 anos para ser completamente absorvido pelo ambiente. Com essa informação pode-se entender que aqueles primeiros pneumáticos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Por demorar para ser absorvido pela natureza, pode favorecer proliferações de insetos e doenças</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<p><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/pneus.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1524" title="pneus" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/pneus.jpg" alt="Depósito de pneus usados" width="455" height="341" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">José Carlos Prado<em style="mso-bidi-font-style: normal;"> </em></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Os pneus podem ser considerados os maiores vilões do meio ambiente. A literatura especializada informa que um pneu levaria de 150 a 300 anos para ser completamente absorvido pelo ambiente. Com essa informação pode-se entender que aqueles primeiros pneumáticos de borracha fabricados pelo homem, logo após sua invenção – em 1887, por John Dunlop – ainda podem estar por aí, causando poluição.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">O taxista Henrique Barreto da Silva, 51, com mais de trinta anos de profissão, informa que precisa trocar os quatro pneus do seu carro a cada seis meses. E, que esta é a média de todos os táxis de Campo Grande. Pelas normas que regulam o serviço de táxis, não é permitido o uso de pneus recauchutados nos veículos. Descontraído, Henrique se diz assustado com a falta de controle e de segurança no descarte de pneus. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Pelas informações do profissional, deduzimos que os mais de 430 táxis de Campo Grande, no MS, contribuem com cerca de 3500 unidades de pneus, por ano, para a montanha de unidades descartadas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT;" lang="PT"><span style="font-size: small;">Quantos pneus o Brasil fabrica?</span></span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; font-family: Verdana;">De acordo com a ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos, http://www.anip.com.br/) a produção de pneus no Brasil, em 2007, colocou no mercado um total de 56 milhões de unidades, sendo 7 milhões de pneus grandes para caminhões e ônibus e quase 49 milhões para equipar automóveis, motos e camionetes.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; font-family: Verdana;">Desse total, 22 milhões equiparam veículos exportados. Outros vinte e dois milhões foram vendidos pelos revendedores de pneus. E aí podemos considerar que foi substituída a mesma quantidade de pneus nos veículos. Como apenas um pneu, em cada quatro trocados, tem condições de recauchutagem, estima-se que cerca de 16,5 milhões de pneus foram descartados em 2007, como lixo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">O que fazer com tanto lixo não-degradável?<span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Nas últimas décadas, governos e as mais diversas instituições (por exemplo: http://www.reciclanip.com.br/ ) têm se movimentado, para dar solução aos problemas ambientais provocados pelo descarte dos pneus. Na Europa, na Ásia, na América do Norte e, especificamente, no Brasil, as pesquisas e tecnologias para a reciclagem e destinação ecopositiva dos pneus evoluíram muito nos últimos 20 anos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Algumas das alternativas mais interessantes para o reaproveitamento dos pneus inservíveis para rodagem, dentro do ponto de vista econômico e de logística, são: </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-indent: -18pt; text-align: justify; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-family: Symbol;"><span style="font-size: small;">·</span><span style="font: 7pt &amp;amp;amp;"> </span></span><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Como combustível em fornos de cimenteiras e siderúrgicas, em substituição ao petróleo e carvão vegetal. Muito criticada por poluir a atmosfera com gases nocivos, o solo e mananciais pela deposição de restos da queima, mesmo assim esta alternativa utiliza 69% dos pneus descartados no Brasil. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-indent: -18pt; text-align: justify; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-family: Symbol;"><span style="font-size: small;">·</span><span style="font: 7pt &amp;amp;amp;"> </span></span><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Como componente do asfalto-borracha, já muito utilizado na Europa e nos EUA, mas no Brasil não passaram de experiências e testes, abandonados sob a desculpa da economicidade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-indent: -18pt; text-align: justify; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-family: Symbol;"><span style="font-size: small;">·</span><span style="font: 7pt &amp;amp;amp;"> </span></span><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Como fonte de matérias-primas (borracha, nylon e aço) obtidas por processo térmico ao qual é submetido o pneu. Neste processo, que consome 24% do total, os componentes primários voltam às indústrias para novo processamento, quando se transformam em outros bens de consumo: tapetes, mangueiras e pára-choques de veículos, piso de quadras de esportes, antiderrapantes, objetos decoração, ferramentas etc. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-indent: -18pt; text-align: justify; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-family: Symbol;"><span style="font-size: small;">·</span><span style="font: 7pt &amp;amp;amp;"> </span></span><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Finalmente, pneus laminados transformam-se em percintas para a indústria moveleira, em vasos e suportes na jardinagem, e outros apetrechos. Isto gasta 7% dos pneus descartados.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Outra utilização, que, em Campo Grande, está em fase de experimentação técnica, é a fragmentação do pneu até o ponto de brita, para substituir o cascalho na fabricação do concreto usinado.</span></span></p>
<div><span style="font-family: Verdana;"> </span></div>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt;">Fonte da foto: http://blogvisao.files.wordpress.com/2007/06/pneus.jpg</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Novas finalidades para velhos pneus</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 11:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eles tem vários usos: no concreto, na fornalha, no asfalto e no solado, menos encostado. Essa é a lei!

Alan de F. Brito
O Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente, estabeleceu uma resolução determinando que a cada quatro unidades de pneu fabricadas, cinco inservíveis deveriam receber tratamento pelo próprio fabricante- ou seja, ser reciclado.
Desde então a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em><span style="color: black; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 11.5pt; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Eles tem vários usos: no concreto, na fornalha, no asfalto e no solado, menos encostado. Essa é a lei!</span></span></em></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em><span style="color: black; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 11.5pt; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-870" title="pneus-usadosite1" src="http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/pneus-usadosite1.jpg" alt="pneus-usadosite1" width="160" height="120" /></span></span></em></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 11.5pt; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><strong>Alan de F. Brito</strong></span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">O Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente, estabeleceu uma resolução determinando que a cada quatro unidades de pneu fabricadas, cinco inservíveis deveriam receber tratamento pelo próprio fabricante- ou seja, ser reciclado.</span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Desde então a Anip – Associação nacional da Indústria de Pneumáticos criou a Reciclanip, entidade que ajuda as prefeituras a instalar pontos de coleta e transporte para usinas de trituração dos pneus descartados.</span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A primeira capital brasileira a instalar os pontos de coleta foi o Rio de Janeiro, em 2003, e hoje recolhe por volta de 1000 toneladas/mês. Belo Horizonte que já utiliza dos pontos de coleta há algum tempo, chega ao impressionante número de 15 tonelada/dia. Agora quem entra no ciclo de coleta oficial, com atraso, é a capital paulista. </span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Em São Paulo, as equipes de limpeza de áreas públicas chegam a recolher 300 unidades de pneus inservíveis por dia, cerca de 1,5 tonelada. Para efeito de comparação, é como se 46 motoristas jogassem ao léu os quatro pneus do carro todos os dias.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Em Campo Grande, MS,<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>a Prefeitura, juntamente com uma cooperativa, recolhe os pneus descartados das borracharias de toda a cidade e, atualmente, uma empresa de Corumbá está comprando parte desses pneus recolhidos. Em relação ao asfalto-borracha, foi feita apenas uma experiência há três anos. As ruas do Jardim Amapá, próximo à Cohab, foram feitas integralmente de uma mistura que adiciona entre 20 e 30% de pó de pneu à massa asfáltica, segundo Sylvio Cesco, chefe de Divisão de Manutenção de Vias, da Sesup – Secretaria Municipal de Obras Públicas de Campo Grande. Cesco destaca ainda que não há previsão de novas utilizações do asfalto-borracha na capital.</span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A resolução do Conama, que estabeleceu essa lei foi aprovada em 1999, e desde então 176 milhões de pneus de passeio foram recolhidos pela indústria do setor. Desses números, cerca de 84% é absorvido pela indústria de cimento, que utiliza o produto inteiro no aquecimento dos fornos , e mais recentemente em alguns casos, na elaboração de blocos de concreto, segundo a professora de Engenharia de Produção da Unesp, Rosani de Castro. O restante dessa soma é utilizado na produção de asfalto e em menor número na produção de tapetes, inclusive os automotivos.</span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="color: black; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 11.5pt; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Custo e benefício </span></span></strong></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Contrariando os números, Rosani de Castro, afirma que a melhor utilização da reciclagem do pneu é na pavimentação asfáltica, conforme já apontou a revista Quatro Rodas de Setembro de 2008.</span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A depender dos diversos estudos avaliatórios realizados por<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>pesquisadores e empresas, a pavimentação com utilização de “pó de pneu” é 30% mais cara que a comum, mas têm durabilidade de 40% à 550% a mais que a usual. Essa variação depende exclusivamente da quantidade de pó utilizado. O ideal é que o asfalto-borracha, seja formado de 20% de pó de pneu.</span></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: black; font-family: Verdana;">A diferença de opinião entre pesquisadores e empresas sobre a durabilidade do Asfalto-borracha é gritante. Enquanto os primeiros concordam que a utilização da borracha aumenta o custo mas proporcionalmente também aumenta a vida útil (custo 30% maior – vida útil 40 % maior), as empresas que fazem a granulação da borracha para aplicação na manta asfáltica apostam num rendimento muito superior (custo 30% maior – vida útil até 550% maior). De qualquer modo, o asfalto-borracha não afeta o meio ambiente.</span><span style="color: red; font-family: Verdana;"> </span></span></p>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<p><span style="font-size: small;"><span style="color: red; font-family: Verdana;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="color: #000000;">Fonte da foto: </span></span></p>
<p class="MsoBodyText3" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: x-small; color: #000000;">http://www.bomconselho.com.br/content/espaco_turma/2008/cidade_futuro1/1a/lisiane/pneus.jpg</span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Importando Lixo ou gerando renda?</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 11:20:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
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		<description><![CDATA[A Justiça mantém a polêmica, enquanto pneus continuam chegando ao País 



Renan Kubota 
A importação de pneus usados e reformados da Europa é uma polêmica que já dura anos. Uma ação movida pelo Governo está em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a possibilidade de importação de pneus usados no Brasil. No momento a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><em><span style="font-family: Verdana;">A Justiça mantém a polêmica, enquanto<span> </span>pneus continuam chegando ao País </span></em></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/pneus-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1526" title="pneus 2" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/pneus-2.jpg" alt="Pneus empilhados em um depósito" width="530" height="339" /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><em><span style="font-family: Verdana;"><br />
</span></em></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;">Renan Kubota </span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">A importação de pneus usados e reformados da Europa é uma polêmica que já dura anos. Uma ação movida pelo Governo está em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a possibilidade de importação de pneus usados no Brasil. No momento a votação sobre esse projeto está suspensa devido ao pedido de vistas do ministro Eros Grau. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Para a relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, que votou a favor da proibição da importação, é dever do poder publico proteger a saúde da população e garantir um meio ambiente ecologicamente equilibrado. “Os pneus podem servir de abrigo para insetos que transmitem doenças graves como dengue, malária e febre amarela” justifica a ministra. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">No Brasil  100 milhões de pneus velhos estão espalhados em aterros, terrenos baldios, rios e lagos, de acordo com estimativa da Associação Nacional de Indústria de Pneumáticos (Anip). E por ano são descartados no país cerca de 40 milhões de pneus, segundo dados da Associação de Coleta de Pneus Inservíveis (Reciclanip), ou seja, obrigatoriamente o país precisa de uma estrutura adequada para dar conta desse lixo que produz e com a entrada de mais pneus inservíveis essa situação se agravaria. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Por outro lado, segundo estimativa da Associação Brasileira dos Reformadores de Pneus, essa  atividade econômica gera 40 mil empregos diretos e 160 mil indiretos. Ou seja, caso o SFT vete a atividade 200 mil pessoas ficariam desempregadas. De acordo com o advogado ligado à Associação, Carlos Agustinho Tagliari, &#8220;Não existe nenhum fundamento legal que proíba a importação de matéria-prima &#8221; , completou. Ele alega que a indústria contribui para melhorar o meio ambiente, pois, para cada quatro pneus que importa, tem que &#8220;remover ecologicamente&#8221; outros cinco. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Para o ministro do Meio Ambiente Carlos Minc, o preço a se pagar pela importação de pneus de segunda mão é muito alto haja vista que coloca a saúde da população em risco, pois “as substâncias que compõem o pneu são metais pesados, altamente tóxicos e cancerígenas, tais como o chumbo, cromo, cádmio e arsênio”,</span> <span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">pondera.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;">Fonte da foto:</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;">http://oglobo.globo.com/fotos/2008/03/12/12_MHG_RIO_pneus_materia.jpg<br style="page-break-before: always;" /></span></p>
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		<title>Construção civil: pneu pode ser a alternativa para diminuir a poluição</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 11:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[Bom uso do material gera mais economia significativa de matéria-prima e auxilia na conservação do meio ambiente.


Vinícius Squinelo
A construção civil é atualmente uma das maiores geradoras de renda do Brasil. Só nesse último mês de fevereiro, esse setor foi o principal responsável pela reação brasileira à crise mundial. A indústria da construção foi responsável por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoBodyText2"><em>Bom uso do material gera mais economia significativa de matéria-prima e auxilia na conservação do meio ambiente.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/pneus-3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1528" title="pneus 3" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/pneus-3.jpg" alt="Pilha de pneus" width="530" height="398" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;">Vinícius Squinelo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">A construção civil é atualmente uma das maiores geradoras de renda do Brasil. Só nesse último mês de fevereiro, esse setor foi o principal responsável pela reação brasileira à crise mundial. A indústria da construção foi responsável por 2,8 dos 9,1 mil empregos formais gerados em todo o País, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Por outro lado, esse setor também é o responsável por um dado altamente negativo: a poluição.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 27pt;"><span style="font-family: Verdana;">Por consumir altas quantidades de recursos naturais, energia elétrica e água nas obras que realiza, a indústria das construções é uma grande vilã do meio ambiente. Os males começam desde a fabricação dos tijolos e cimento, e encerram no consumo de energia elétrica para mover as gigantescas máquinas usadas. Esses fatos vêm acarretando fortes cobranças para que a construção civil se torne “sustentável”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;">Sustentabilidade e construção civil</span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Verdana; color: black;">O desenvolvimento sustentável é “o crescimento capaz de atender às necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem a suas necessidades” explica Paulo Safady Simão, presidente da Câmara Brasileira de Indústria e Construção, explicando as diretrizes da Comissão Mundial Sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, publicado em 1987, em entrevista ao jornal Correio Braziliense.</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Verdana; color: black;">Na construção civil, especificamente, Paulo Simão entende que essa sustentabilidade se dá quando “incorpora em sua concepção os conceitos de redução de consumo de itens geralmente utilizados ao longo da vida de um edifício, o que significa menor custo”.</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Verdana; color: black;">É em nome dessa sustentabilidade que a indústria da construção está apelando para um grande aliado: a reciclagem. E de todos os materiais possíveis de serem utilizados, o pneu com certeza é o principal deles atualmente. Seus usos mais difundidos atualmente, segundo a engenheira e pesquisadora da USP, Carla Passerotti, em sua dissertação de mestrado na USP, são dois: a utilização do pneu como combustível nas fornalhas cimenteiras e sua reciclagem na forma de blocos de concreto.</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Verdana; color: black;">Ambos os processos citados da reciclagem de pneus auxiliam na redução de CO2 e no menor uso de combustíveis fósseis, auxiliando na preservação do meio ambiente. Como contraponto, segundo a ONG Green Building Corencil Brasil (GBC Brasil), os custos das obras aumentam entre 5 e 10%, considerado pouco se for para preservar o meio ambiente. A ONG também relata ser somente 1% de todas as construções brasileiras consideradas “sustentáveis”, construídas e mantidas de forma econômica e ambientalmente correta.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Fonte da foto: http://images03.olx.pt/ui/1/05/86/13269986_1.jpg</span></p>
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		<title>Reciclagem de Pneus</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 11:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a reciclagem o pneu deixa de ser um poluente e torna-se útil novamente


Vinícius Squinelo
Diariamente, em todo o globo, são fabricados cerca de 800 milhões de unidades de pneus. O Brasil ocupa, nessa produção, o quinto lugar como produtor mundial de pneus para caminhões e ônibus, e o sexto maior produtor de pneus para carros, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"><em>Com a reciclagem o pneu deixa de ser um poluente e torna-se útil novamente</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/reciclagem-pneus.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1530" title="reciclagem-pneus" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/reciclagem-pneus.jpg" alt="Processo de reciclagem de pneus" width="380" height="303" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;">Vinícius Squinelo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Diariamente, em todo o globo, são fabricados cerca de 800 milhões de unidades de pneus. O Brasil ocupa, nessa produção, o quinto lugar como produtor mundial de pneus para caminhões e ônibus, e o sexto maior produtor de pneus para carros, conforme estimativa da Associação Nacional da Indústria Pneumática.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Negar a importância de tal artigo seria desperdiçar uma grande parcela de nossa comodidade moderna. O problema especificamente não é o pneu, e sim o que fazer com ele depois que não serve mais para rodagem. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Dependendo do tipo de pneu, sua permanência no solo antes de deteriorar pode levar até 300 anos, causando diversos problemas, principalmente ambientais como poluição e criadouro para mosquitos. A reciclagem<span> </span>é uma alternativa para resolver esse problema</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O processo, no Brasil, não é recente. Iniciou nos anos 70, e vem aos poucos se tornando uma opção válida para aproveitar os pneus inutilizáveis.A engenheira e pesquisadora da USP, Carla Passerotti, no seu estudo de mestrado pela USP intitulado ”Reciclagem de pneus: viabilidade da aplicação de alternativas para utilização de pneu em grande escala”, constatou que existem atualmente quatro formas válidas de reaproveitar pneus: recauchutagem, sistema Petrobrás-six, como combustível e como asfalto. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;">Reaproveitamento</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Desses processos, a pesquisadora destaca o uso de pneus como combustível para as indústrias cimenteiras, o que acarreta uma economia de até 25% nos custos de produção, sem aumentar a poluição. Já o sistema Petrobrás-Six, instalado em São Matheus do Sul (PR), consiste em, com a mistura do pneu com xisto – rochas fortemente laminadas &#8211; e através de processos industriais, obter gases, óleo combustível e enxofre, do que antes seria entulho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Outra forma de reaproveitamento é a utilização de pneus na composição do asfalto, nas intituladas “vias com asfalto de pneu”, que só possui o problema do custo, que segundo Carla Passerotti, fica um pouco mais caro que o asfalto comum.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Essa última opção está sendo pensada em Campo Grande, MS. O projeto Ecopneu – indústria voltada para fabricação de concreto ecológico – encontra-se atualmente em processo de instalação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Atualmente a indústria só trabalha no recolhimento dos pneus, mas pretende em breve iniciar também a criação de blocos de concreto feitos com o reaproveitamento de pneus.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">A capital de Mato Grosso do Sul, por intermédio do poder público, também já estudou o reaproveitamento de pneus e entulhos na cidade. Em 2007 o prefeito de Campo Grande, visitou São José do Rio Preto (SP), para conhecer o programa municipal de reciclagem de entulhos, instalado com sucesso naquela cidade. Porém, até agora, não anunciou nenhum projeto nesse sentido.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Fonte da foto: http://static.hsw.com.br/gif/reciclagem-pneus-3.jpg<br style="page-break-before: always;" /></span></p>
]]></content:encoded>
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