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	<title>Ciência e Notícia &#187; Recursos hídricos</title>
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		<title>Relato: O que estamos fazendo com a água do planeta?</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 11:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Adriane Mascaro

Fim de tarde. Saio de casa para mais um dia de caminhada, e nada melhor do que o contato com a natureza para aliviar a correria do dia-a-dia. O local escolhido é a Lagoa Itatiaia, localizada no bairro Tiradentes, na cidade de Campo Grande-MS, onde moro. 
No caminho de casa até a lagoa, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_821" class="wp-caption aligncenter" style="width: 170px"><img class="size-full wp-image-821" title="lagoa" src="http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/lagoa.jpg" alt="Lagoa Itatiaia - Campo Grande/MS" width="160" height="120" /><p class="wp-caption-text">Lagoa Itatiaia - Campo Grande/MS</p></div>
<p><span><strong>Adriane Mascaro</strong><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Fim de tarde. Saio de casa para mais um dia de caminhada, e nada melhor do que o contato com a natureza para aliviar a correria do dia-a-dia. O local escolhido é a Lagoa Itatiaia, localizada no bairro Tiradentes, na cidade de Campo Grande-MS, onde moro. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">No caminho de casa até a lagoa, a paisagem quase não muda. Casas, árvores, pássaros&#8230; uma pequena chácara, o carrinho de garapa. Tudo como sempre. É raro quando algo inusitado me chama a atenção. Mas esse dia foi diferente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Logo na chegada à lagoa, deparei-me com uma placa branca, escrito em vermelho e preto: <strong>“Proibido pescar. Água contaminada”.</strong> Que era proibida a pescaria no local, isso eu sabia, mas que a água estaria contaminada, isso me deixou chocada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">E as pessoas continuavam caminhando naturalmente&#8230; o que poderiam fazer? Misturei-me a elas, afinal, tinha ido ao local para fazer a minha caminhada diária e relaxar. Como relaxar? Por mais que eu tentasse, aquela frase não saia do meu pensamento “Lagoa contaminada, lagoa contaminada”. Só conseguia pensar no seguinte: “O que estamos fazendo com a água do planeta?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">E será que as pessoas estavam se dando conta de que, se realmente aquela água estivesse contaminada, isso afetaria, e muito, a vida delas? Parecia que não.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Resolvi investigar. Voltei no outro dia, mas não para caminhar. Fui para fotografar, sentir o ambiente e conversar com as pessoas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Eram umas três horas da tarde. O sol estava fervendo. Achei que naquele horário não encontraria ninguém. Engano meu. Sentadas em uma sombra, tomando tereré, estavam Eliane, Ana Carla e Laurinete, todas moradoras ali da região. Resolvi chegar perto, e a primeira coisa que eu disse foi: “Vocês sabiam que a lagoa está contaminada?” elas riram. “A lagoa não esta contaminada não. Essa placa é para as pessoas não pescarem”, disse uma delas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Isso não tinha passado pela minha cabeça. “Mas quem colocaria aquela placa ali?” Pensei. Depois de uma boa conversa, resolvi trocar uma idéia com guarda que cuida da lagoa. No caminho resolvi tirar algumas fotos do local. Tinha muito lixo. Catei alguns.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Por incrível que pareça, flagrei uma cena interessante. Pensei, “tenho que conseguir tirar uma foto”. Logo adiante, próximo ao grande peixe monumental que marca a paisagem da Itatiaia, vi três garotos pescando. Eu tinha que ir conversar com eles, afinal, teoricamente, é proibido pescar ali, e, mesmo que agora com algumas dúvidas, a água poderia estar contaminada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">A deixa para eu puxar conversa foi um chinelinho de criança que achei no chão. Peguei-o e me aproximei. “É de algum de vocês?” eles riram, afinal, já eram pré-adolescentes e aquele era um chinelo de “criancinha”. Joguei de lado e fiquei observando. Logo um deles pegou um. “Posso tirar uma foto?”, perguntei. “Tira ai”, respondeu-me. A oportunidade foi boa. Já tinha o aval para fotografar. E, é claro, aproveitei para conversar um pouco. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Vocês sabiam que a lagoa está contaminada?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Que nada. Essa lagoa não é contaminada não. Eles só falam isso pros moleques não <em>pescá</em>”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Sério? E vocês pescam e depois comem esses peixes?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“A gente pesca aqui, mas <em>nem vira</em> comer esses peixes não. A gente joga de volta na lagoa.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Realmente, era o que eles estavam fazendo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Resolvi sentar um pouquinho na sombra do coqueiro e fiquei tirando umas fotos. Todos os peixes que eles pegavam faziam questão de me mostrar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Vou ali na guarita conversar com o guarda”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Se ele não estiver dormindo!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Comecei a rir e fui. Chegando lá, bati na porta. Ele saiu.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Estava descansando?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Não, não”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Então, eu queria conversar um pouquinho com o Senhor sobre a lagoa. O Senhor viu aquela placa dizendo que ela está contaminada?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Vixi, o lençol freático aqui já deve estar tudo contaminado por causa das fossas das casas. Tem dias que fica um mau cheiro&#8230; Uma coisa eu falo para as pessoas, se vocês quiserem, pode pescar, mas depois se passar mal por causa da água da lagoa estar contaminada, o problema é de vocês.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Sem interrupções, deixei que ele falasse.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">“Quando chove as fossas das casas entopem e vai tudo para a lagoa. Quem entende o mínimo a respeito dessas coisas sabe que aqui o solo está contaminado e a lagoa também”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Puxa vida, pensei, cada um diz uma coisa. A única resposta segura viria certamente de algum laboratório que fizesse a análise da água.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Foi ai que parti para uma análise, ou melhor, uma investigação para saber o que realmente estaria acontecendo. Para isso, compartilhei a idéia de fazer uma cobertura desse caso com meu grupo da faculdade da disciplina de Jornalismo Cientifico. Meu grupo topou o desafio, e estes são alguns resultados do trabalho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Foto: </span><a class="username" href="http://www.panoramio.com/user/625788">Gerson Ferracini</a></p>
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		<title>Por esgoto abaixo</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 11:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária]]></category>
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		<category><![CDATA[Recursos hídricos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Graziela Reis
Um dia desses, sem nada para fazer, resolvi passear e conhecer de perto minha “casa”, a minha Cidade Morena, a cidade de Campo Grande-MS. No aconchego do meu lar, escondida na dimensão de quatro paredes e com os olhos fixos atrás da tela do computador, pensei que estava livre de todos os problemas, livre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/esgoto.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1532" title="esgoto" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/esgoto.jpg" alt="Esgoto" width="300" height="382" /></a></p>
<p><strong>Graziela Reis</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Um dia desses, sem nada para fazer, resolvi passear e conhecer de perto minha “casa”, a minha Cidade Morena, a cidade de Campo Grande-MS.<span> </span>No aconchego do meu lar, escondida na dimensão de quatro paredes e com os olhos fixos atrás da tela do computador, pensei que estava livre de todos os problemas, livre do mau cheiro da rua, livre de insetos, de lixo, de doenças, de porcarias e de tudo que fosse descartado. É claro! Minha roupa estava limpa, minha comida no prato, minha água no copo e meu nariz, ainda estava no lugar. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Pensei ignorantemente que o mundo girasse ao meu redor, que o alimento de cada dia simplesmente surgisse no prato, que a água de beber, tomar banho, escovar os dentes e lavar o cachorro aparecesse, como num passe de mágica, e viesse até mim sem grandes dificuldades para suprir as minhas necessidades essenciais e que quando eu não necessitasse mais dessa água, descartaria no meio ambiente, sem nenhum problema, e a natureza que se virasse para torna-lá potável e devolvê-la saborosa ao meu copo. Meu tão grande planeta cabia dentro de um copo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Fora do espaço que me limita enxergar por entre as quatro paredes do meu quarto, posso ver as aves cortando o céu azul e os animais livres em parques verdes. Reduto histórico de divisionistas entre o sul e o norte, Campo Grande foi planejada em meio a uma vasta área verde, com ruas e avenidas largas. Fundada há mais de 100 anos por colonizadores mineiros, que vieram aproveitar os campos de pastagens nativas e as águas cristalinas da região dos cerrados, a Capital do Mato Grosso do Sul se apresenta relativamente arborizada e com diversos jardins por entre as suas vias. Assim diz o hino: “Mato Grosso do Sul, Campo Grande e Brasil, eis a tríade sagrada”. Exemplo de potencial e riqueza da nossa Morena é o aqüífero Guarani que passa bem aqui embaixo dos nossos olfatos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Resultado do passeio pelas áreas verdes da cidade, surgiu-me compreensível indignação. Em meio a tanto verde, à imensa beleza e à significativa riqueza que a Capital possui, como pode ainda existir a dengue, a malária, a poliomielite, a hepatite tipo A, a giardíase, a febre amarela, a cólera e tantas outras enfermidades fruto da ausência de redes de esgoto, fruto do descaso e da inércia populacional?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">É sabido, pelo menos deveria ser de conhecimento geral de todos que o esgoto não coletado corretamente contamina os corpos d’água e o solo, criando um ambiente propício à propagação de microorganismos patogênicos que, por sua vez, contaminam os córregos de onde a água é captada para consumo nas residências.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">A coleta, o tratamento e a disposição ambientalmente adequada do esgoto sanitário são fundamentais para a melhoria do quadro de saúde da população. Vale destacar que segundo a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), os investimentos em saneamento têm um efeito direto na redução dos gastos públicos com serviços de saúde. Para cada R$ 1,00 investido no setor de saneamento economiza-se R$ 4,00 na área de medicina curativa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">É inacreditável, mas apenas 59% de toda a cidade possui rede de esgoto, os outros 41% ainda mantém as fossas sépticas que podem ser poderosas fontes de contaminação de nascentes, córregos, lagoas, etc. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Mas o que mais me deixa com a pulga atrás da orelha é ter que fazer de uma humanidade, na qual os gastos com o telefone celular, por exemplo, superem os investimentos em tratamento de água e esgoto: fonte primária de subsistência. Para muitos de nós, o mais importante ainda é o que menos importa!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Oh! que terra vermelha ditosa era meu lar antes do homem dominar!. Bons tempos de progresso eram aqueles, nos quais as revitalizações não cobriam de concreto o verde do chão e a chuva não mandava a sujeira do asfalto para as águas de córregos, rios, lagos e lagoas que hoje servem apenas como um cenário ‘sem vida’ nos centros urbanos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">Fonte da Foto: www.botucatu.com.br/2009/images/stories/esgoto.jpg</span></p>
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		<title>Recursos Hídricos: O mais desejado por todas as nações</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 11:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[abastecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Aquífero Garani]]></category>
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		<description><![CDATA[Revitalizações são feitas para preservar as águas da cidade


Gisleine Rodrigues
No Brasil vários órgãos estão hoje regulamentados para gerir os recursos hídricos, de secretarias a comitês de bacias hidrográficas e agências de águas, medidas necessárias para proteger esse patrimônio.
Uma pesquisa feita pela Gerência de Estudos e Saneamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><em><span style="font-family: Verdana;">Revitalizações são feitas para preservar as águas da cidade</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/cachoeira.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1534" title="cachoeira" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/cachoeira.jpg" alt="Foto de uma cachoeira" width="400" height="266" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><em><span style="font-family: Verdana;"><strong>Gisleine Rodrigues</strong></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">No Brasil vários órgãos estão hoje regulamentados para gerir os recursos hídricos, de secretarias a comitês de bacias hidrográficas e agências de águas, medidas necessárias para proteger esse patrimônio.</span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;">Uma pesquisa feita pela Gerência de Estudos e Saneamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) comprovou que o Brasil tem um potencial hídrico que corresponde a 53% do total da América do Sul e 15% em termos mundiais. Quando observada a distribuição desses recursos, vemos 70% para o Norte (foco na região amazônica), 12% para o Sul e Sudeste (maiores consumidores de água do país) e 3% para o Nordeste (sofre com a escassez).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O destaque fica por conta da região Centro-Oeste, onde está localizado Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul. Privilegiada por não sofrer com a escassez e por não ter o maior contingente de consumidores de água, essa região detém 15% da reserva nacional. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O Estado de MS é considerado o segundo maior potencial hídrico do Brasil, pois o maior manancial subterrâneo de água doce do mundo, o Aqüífero Guarani, atravessa cerca de 70% de seu subsolo. 840 mil km² de um total de 1,2 milhões de km<sup>2</sup> de toda reserva fica no Brasil e, desses, aproximadamente 213 mil km<sup>2<span> </span></sup>estão no Mato Grosso do Sul.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O Perfil Socioeconômico 2008-2009 produzido pelo governo municipal, atualiza as informações sobre os aspectos físicos-biológicos do município, e descreve a hidrografia da seguinte forma: Campo Grande está localizado predominantemente na Bacia Hidrográfica do Rio Paraná, na Sub-bacia do Rio Pardo. Mas uma pequena parte, a Noroeste da cidade, se situa na Bacia do Rio Paraguai, onde se encontram os córregos Mateira, Ceroula e Angico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O principal curso d’água do município é o Rio Anhanduí. Seus afluentes são: rio Anhanduízinho, Anhanduí, Lajeado, Lajeadinho, Imbirussú, Pouso Alegre, Do Engano, Mangue, Lagoa, Lagoinha, Estiva, Limpo, Da Areia, Arame e Fortaleza, além dos córregos Guariroba, Água Turva, Estaca e Ribeirão das Botas, os quais são tributários (afluentes) da sub-bacia do Rio Pardo, que por sua vez é afluente do Rio Paraná. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Para abastecer Campo Grande dois tipos de captação de água são utilizados. A primeira captação é superficial e feita por dois córregos, Guariroba e Lajeado, responsáveis por 70% do abastecimento da cidade, e os outros 30 % correspondem à segunda captação, subterrânea, são 94 poços de captação para completar o abastecimento da cidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Em termos de potencial hídrico subterrâneo, a capital sul-mato-grossense possui três fontes, associadas a três formações geológicas diferentes. A primeira e mais superficial, localiza-se à oeste da cidade, está relacionada aos arenitos do Grupo Bauru. A segunda está associada às rochas da Formação Serra Geral, encontra-se parcialmente sobreposta pela formação anterior.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">A terceira e última, num nível mais profundo, contém as rochas da Formação Botucatu. Essa devido às características de suas rochas e por ser a maior de todas em área, abriga o maior aqüífero subterrâneo da América do Sul, o Aqüífero Guarani. Por causa dessa reserva subterrânea de água potável, o município é bem servido desde o abastecimento doméstico ao uso industrial. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;">Medidas de proteção</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Para manutenção desses recursos hídricos, revitalizações são feitas nos mananciais de Campo Grande.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O trabalho de restauração e manutenção da qualidade das águas da cidade, como explica o especialista nos Recursos Hídricos da capital, o arquiteto Antônio Carlos Sampaio, é feito por meio de planejamento para a limpeza das águas e retirada de ocupação irregular das margens dos córregos, tiram-se as favelas e criam-se áreas de lazer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Além da arborização, contam também com um trabalho contínuo por meio de palestras nas escolas, distribuição de panfletos aos moradores do entorno desses mananciais, mas o caminho da educação ambiental, que ensina a população a preservar o meio ambiente e manter sua água limpa, ainda é custoso.</span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;">Esse processo de revitalização está em andamento nos córregos Cabaça, parte do Lagoa, Segredo e Imbirussú. Já concluídos estão os projetos dos córregos Buriti, Bandeira, Sóter, Prosa e Vendas. Além dos córregos, também passaram por processo de revitalização a única Lagoa presente no perímetro urbano de Campo Grande, a Lagoa Itatiaia e o Lago do Amor, com restaurações concluídas, respectivamente, em 2003 e 2006. (para conhecer a hidrografia da cidade acesse www.pmcg.ms.gov.br/CIDADEVIVA)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Sampaio acrescenta que cuidar da água, patrimônio de todos, é não desperdiçar, não jogar lixo ou produtos químicos a céu aberto, é trabalhar em conjunto para melhorar.</span></p>
<p><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;">Fonte da Foto:  www.pantanalecoturismo.tur.br/fotos/noticias/exp_792_0.jpg</span></p>
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		<title>Campo Grande-MS tem potencial hídrico de destaque</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 11:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Revitalizações são feitas para preservar as águas da cidade

Gisleine Rodrigues
No Brasil vários órgãos estão hoje regulamentados para gerir os recursos hídricos, de secretarias a comitês de bacias hidrográficas e agências de águas, medidas necessárias para proteger esse patrimônio.
Uma pesquisa feita pela Gerência de Estudos e Saneamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)comprovou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><em><span style="font-family: Verdana;">Revitalizações são feitas para preservar as águas da cidade</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-829" title="aquifero" src="http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/aquifero.jpg" alt="aquifero" width="240" height="189" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><em><span style="font-family: Verdana;">Gisleine Rodrigues</span></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">No Brasil vários órgãos estão hoje regulamentados para gerir os recursos hídricos, de secretarias a comitês de bacias hidrográficas e agências de águas, medidas necessárias para proteger esse patrimônio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Uma pesquisa feita pela Gerência de Estudos e Saneamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)comprovou que o Brasil tem um potencial hídrico que corresponde a 53% do total da América do Sul e 15% em termos mundiais. Quando observada a distribuição desses recursos, vemos 70% para o Norte (foco na região amazônica), 12% para o Sul e Sudeste (maiores consumidores de água do país) e 3% para o Nordeste (sofre com a escassez).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O destaque fica por conta da região Centro-Oeste, onde está localizado Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul. Privilegiada por não sofrer com a escassez e por não ter o maior contingente de consumidores de água, essa região detém 15% da reserva nacional. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O Estado de MS é considerado o segundo maior potencial hídrico do Brasil, pois o maior manancial subterrâneo de água doce do mundo, o Aquifero Guaraní<strong></strong>, atravessa cerca de 70% de seu subsolo. 840 mil km² de um total de 1,2 milhões de km<sup>2</sup> de toda reserva fica no Brasil e, desses, aproximadamente 213 mil km<sup>2 </sup>estão no Mato Grosso do Sul.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O Perfil Socioeconômico 2008-2009 produzido pelo governo municipal, atualiza as informações sobre os aspectos físicos-biológicos do município, e descreve a hidrografia da seguinte forma: Campo Grande está localizado predominantemente na Bacia Hidrográfica do Rio Paraná, na Sub-bacia do Rio Pardo. Mas uma pequena parte, a Noroeste da cidade, se situa na Bacia do Rio Paraguai, onde se encontram os córregos Mateira, Ceroula e Angico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O principal curso d’água do município é o Rio Anhanduí. Seus afluentes são: rio Anhanduízinho, Anhanduí, Lajeado, Lajeadinho, Imbirussú, Pouso Alegre, Do Engano, Mangue, Lagoa, Lagoinha, Estiva, Limpo, Da Areia, Arame e Fortaleza, além dos córregos Guariroba, Água Turva, Estaca e Ribeirão das Botas, os quais são tributários (afluentes) da sub-bacia do Rio Pardo, que por sua vez é afluente do Rio Paraná. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Para abastecer Campo Grande dois tipos de captação de água são utilizados. A primeira captação é superficial e feita por dois córregos, Guariroba e Lajeado, responsáveis por 70% do abastecimento da cidade, e os outros 30 % correspondem à segunda captação, subterrânea, são 94 poços de captação para completar o abastecimento da cidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Em termos de potencial hídrico subterrâneo, a capital sul-mato-grossense possui três fontes, associadas a três formações geológicas diferentes. A primeira e mais superficial, localiza-se à oeste da cidade, está relacionada aos arenitos do Grupo Bauru. A segunda está associada às rochas da Formação Serra Geral, encontra-se parcialmente sobreposta pela formação anterior.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">A terceira e última, num nível mais profundo, contém as rochas da Formação Botucatu. Essa devido às características de suas rochas e por ser a maior de todas em área, abriga o maior aqüífero subterrâneo da América do Sul, o Aqüífero Guarani. Por causa dessa reserva subterrânea de água potável, o município é bem servido desde o abastecimento doméstico ao uso industrial. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;">Medidas de proteção</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Para manutenção desses recursos hídricos, revitalizações são feitas nos mananciais de Campo Grande.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O trabalho de restauração e manutenção da qualidade das águas da cidade, como explica o especialista nos Recursos Hídricos da capital, o arquiteto Antônio Carlos Sampaio, é feito por meio de planejamento para a limpeza das águas e retirada de ocupação irregular das margens dos córregos, tiram-se as favelas e criam-se áreas de lazer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Além da arborização, contam também com um trabalho contínuo por meio de palestras nas escolas, distribuição de panfletos aos moradores do entorno desses mananciais, mas o caminho da educação ambiental, que ensina a população a preservar o meio ambiente e manter sua água limpa, ainda é custoso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Esse processo de revitalização está em andamento nos córregos Cabaça, parte do Lagoa, Segredo e Imbirussú. Já concluídos estão os projetos dos córregos Buriti, Bandeira, Sóter, Prosa e Vendas. Além dos córregos, também passaram por processo de revitalização a única Lagoa presente no perímetro urbano de Campo Grande, a Lagoa Itatiaia e o Lago do Amor, com restaurações concluídas, respectivamente, em 2003 e 2006. (para conhecer a hidrografia da cidade acesse <a href="http://www.pmcg.ms.gov.br/CIDADEVIVA" target="_blank"><span style="color: #000000;"><strong><span style="text-decoration: underline;">www.pmcg.ms.gov.br/CIDADEVIVA</span></strong></span></a>)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Sampaio acrescenta que cuidar da água, patrimônio de todos, é não desperdiçar, não jogar lixo ou produtos químicos a céu aberto, é trabalhar em conjunto para melhorar.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 6pt; font-family: Verdana;">Fonte da Foto: br.geocities.com/mcrost00/20041102a_aquifero_guarani_reserva_de_preocupacao.jpg</span></p>
]]></content:encoded>
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