<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ciência e Notícia &#187; Sono</title>
	<atom:link href="http://www.cienciaenoticia.com.br/marcadores/sono/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.cienciaenoticia.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 27 Oct 2011 16:13:30 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Como escolher o colchão certo</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/1010/como-escolher-o-colchao-certo</link>
		<comments>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/1010/como-escolher-o-colchao-certo#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 10:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[colchão]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/?p=1010</guid>
		<description><![CDATA[ 
Maurício Nascimento
Vemos muitos nomes complicados nos comerciais de colchões e geralmente em inglês. O fabricante Luiz Mário Magi nos explica o que significa cada um.
Pillow top – Nada mais é que uma dobra no tecido sobre a parte de cima do colchão. Segundo Luiz é só uma forma de cobrar mais caro, pois se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> <a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/09/colchao.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1493" title="colchao" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/09/colchao.jpg" alt="Colchão de molas" width="550" height="460" /></a></strong></p>
<p><strong>Maurício Nascimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vemos muitos nomes complicados nos comerciais de colchões e geralmente em inglês. O fabricante Luiz Mário Magi nos explica o que significa cada um.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pillow top</strong> – Nada mais é que uma dobra no tecido sobre a parte de cima do colchão. Segundo Luiz é só uma forma de cobrar mais caro, pois se usa um pouco mais de tecido e se vende um colchão por exemplo de 25 centímetros como se fosse de 30. Que diferença isso traz no conforto? Nenhuma.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mola ensacada</strong> – Essa sim, se o cliente se incomodar com o movimento de outra pessoa na cama, ela faz diferença. A mola ensacada, além de vir encoberta por um tecido para evitar as vibrações causadoras de ruído, ainda têm a vantagem de serem unidas pela parte central, fazendo-as trabalharem independentemente. Diferente das molas comuns que são unidas nas extremidades e por isso se movimentam juntas e causam um balanço na cama inteira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Densidade</strong> &#8211; Usado para os colchões de espuma. A densidade corresponde à quantidade de carga que a espuma suporta e o biotípo indicado para ela. O colchão ideal deve ser firme e flexível, explicando melhor, ele tem que ser confortável e ao mesmo tempo dar a sustentação suficiente para suportar todo o peso do corpo sem ceder demais, proporcionando uma posição ortopedicamente correta que apoie o corpo e minimize os esforços musculares durante o repouso.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira a tabela de densidade no link: <a href="http://www.proespuma.org.br/tabela_biotipo.htm">http://www.proespuma.org.br/tabela_biotipo.htm</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Magnetismo</strong> – Colchões magnéticos se baseiam em terapias orientais que usam o magnetismo para combater dores musculares. Nos colchões os imãs espalhados servem para criar pequenos campos elétricos que aumentariam a circulação sanguínea. O fabricante Luiz considera isso uma mentira. Ele diz que se a pessoa quiser ele faz esse tipo de colchão, mas alerta para as contra indicações que nunca vemos nos comerciais. “Em contato com o colchão seu relógio pode parar, o celular descarrega e até se você tiver um marca-passo pode dar algum problema no aparelho” ressalta.</p>
<p style="text-align: justify;">Dicas do fabricante:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>O colchão deve ter de 10 a 15 centímetros de comprimento a mais, da altura do usuário.</li>
<li>Os colchões mais confortáveis geralmente são os de molas, mas isso depende do gosto de cada um, algumas pessoas preferem o de espuma. Quando for comprar um colchão não tenha vergonha, tire os sapatos e se deite do jeito que você gosta de dormir, ninguém compra um carro sem antes dirigi-lo, então faça um test-<em>sleep</em>;</li>
<li>O travesseiro deve ter uma altura de modo que, quando você se deitar de lado ele mantenha a cabeça e o pescoço alinhado à coluna.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Duas latas de colchão, por favor </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os colchões chegam em galões. Galões?? É verdade, mas deixe- me explicar. Achei interessante, pois nunca tinha parado para pensar como era feito um colchão.</p>
<p style="text-align: justify;">A matéria prima para se fazer a espuma chega na forma líquida e na fábrica é feita a mistura química que produz blocos de espuma de 2X2 metros e um metro de espessura. Depois essa espuma é recortada em uma máquina na espessura desejada.</p>
<p style="text-align: justify;">O colchão é composto de baixo para cima por: uma camada de espuma e uma camada de feltro, aí vem as molas no meio e mais uma camada de feltro e por fim mais uma de espuma. Como disse o fabricante esse é o coração de qualquer colchão de molas. Aí a pessoa escolhe uma mola mais firme ou não, mais espuma, como ela quiser. E por fim uma capa que pode ser de algodão ou de tecido sintético.</p>
<p>Fonte da foto: http://www.novomileniocolchoes.com.br/images/colchao_estr.jpg</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/1010/como-escolher-o-colchao-certo/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A escolha correta do colchão influencia a qualidade do sono</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/1005/a-escolha-correta-do-colchao-influencia-a-qualidade-do-sono</link>
		<comments>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/1005/a-escolha-correta-do-colchao-influencia-a-qualidade-do-sono#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 10:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[colchão]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/?p=1005</guid>
		<description><![CDATA[


Maurício Nascimento
Quem não se lembra da música de Gilliard, sucesso nos anos 80? Nela a pulga e o percevejo incomodavam alguém tentando dormir, mas além dos insetos, um colchão velho pode trazer mais problemas do que você pensa.
Ao acordar, você sente dor nas costas e no pescoço, passa boa parte do dia bocejando e logo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/09/colchao_solteiro.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1495" title="colchao_solteiro" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/09/colchao_solteiro.gif" alt="Colchão de solteiro" width="540" height="300" /></a></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Maurício Nascimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quem não se lembra da música de Gilliard, sucesso nos anos 80? Nela a pulga e o percevejo incomodavam alguém tentando dormir, mas além dos insetos, um colchão velho pode trazer mais problemas do que você pensa.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao acordar, você sente dor nas costas e no pescoço, passa boa parte do dia bocejando e logo de manhã parece que não dormiu nada? Deve ter passado da hora de trocar o seu colchão!</p>
<p style="text-align: justify;">A Bióloga Larissa Fabris não tem distúrbios de sono, mas conta que seu colchão que já deve ter uns 10 anos e está com algumas partes mais finas, já não está garantindo boas noites de sono. “Às vezes acordo com dores nas costas”, conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Já a mãe de Larissa, Bárbara Regina, sofre de Apnéia. “Eu chego a acordar quatro vezes por noite”, lamenta a dona de casa, que por não dormir direito passa o dia inteiro sonolenta. Ela conta que a troca do colchão alguns meses atrás, colaborou para que dormisse melhor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Coluna da saúde</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O reumatologista José Knoplich, autor do livro &#8220;Viva bem com a coluna que você tem”, fala um pouco da importância de um colchão adequado para a qualidade de vida de uma pessoa: “Nós passamos um terço da vida dormindo. Isso significa que o modo de dormir, onde dormir e a forma do sono têm importância fundamental” alerta o médico.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, o bom colchão é aquele que se adapta bem ao corpo. “O colchão ideal deve sustentar todas as partes do corpo de uma forma confortável durante o período de sono, mantendo a postura correta da coluna, adequando relaxamento muscular, circulação sanguínea e transpiração” ensina.</p>
<p style="text-align: justify;">O médico explica que o colchão não deve ser muito duro, porque exerce pressão sobre a pele e os músculos prejudicando a circulação do sangue, causando cãibras e formigamento. Também não pode ser muito mole. Pois, embora seja confortável logo que se deita nele, o colchão não sustenta, no decorrer do sono, os músculos que suportam a coluna, comprimindo-os de um lado e distendendo-os do outro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É difícil achar o colchão certo? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em Campo Grande – MS, um empresário resolveu investir neste mercado. A sua fábrica produz colchões exclusivos e sob medida para cada cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">Luiz Mário Magi trabalha nesse mercado há mais de 20 anos e conta que já foi funcionário de grandes e conhecidas empresas, mas a produção industrial em série, não é capaz de oferecer um perfeito conforto a todos os clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">“Se você tem 1 metro e 80 centímetros e pesa 90 quilos, seu colchão não é o mesmo que serve para quem tem 1 metro e 60 centímetros e pesa 50 quilos”, argumenta Luiz.</p>
<p style="text-align: justify;">O empresário oferece a possibilidade de montar colchões ao gosto de seus clientes. “Para casais com biotipos muito diferentes é possível até fazer um colchão metade de um jeito e metade de outro”. Luiz Mário diz que o melhor colchão é aquele que você acorda bem, por isso ele sempre conversa com o cliente até encontrar o melhor produto para ele.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Consequências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo pesquisa do reumatologista José Knoplich, quem dorme mal, come mais e engorda; durante o dia, tem sonolência; apresenta problemas de memória e tem dificuldades de atenção. Tudo isso junto leva à depressão. Quando começam as dores nas costas, ela passa a apresentar cansaço e fadiga. Não tem disposição para realizar suas atividades rotineiras, entrando em um circulo vicioso que afeta sua qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O médico conclui: “Se a pessoa dorme num colchão adequado, ela não apresenta dores nas costas. Ela acorda com as energias física e psíquica repostas e a musculatura recuperada e relaxada. Tem disposição para o trabalho e para fazer ginástica”.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso na hora de comprar um colchão pesquise muito bem, escolha um produto adequado a você e tenha bons sonhos.</p>
<p>Fonte da foto: http://www.aimmesasecadeiras.com.br/os22/images/colchao_solteiro.gif</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/1005/a-escolha-correta-do-colchao-influencia-a-qualidade-do-sono/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Riqueza e vida saudável</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/1001/riqueza-e-vida-saudavel</link>
		<comments>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/1001/riqueza-e-vida-saudavel#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 10:13:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/?p=1001</guid>
		<description><![CDATA[As implicações que o dinheiro pode ter na qualidade do sono

Aurélio Marques 
Aquele que ao menos uma vez na vida não perdeu pelo menos uma noite de sono por causa de dívidas, mesmo que pequena, ou nunca dormiu tranquilamente sabendo que seu rico dinheiro está bem guardado na poupança que atire o primeiro travesseiro.
A edição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>As implicações que o dinheiro pode ter na qualidade do sono</em></p>
<p><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/09/insonia.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1497" title="insonia" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/09/insonia.jpg" alt="Mulher não consegue dormir devido à insonia" width="230" height="288" /></a></p>
<p><strong>Aurélio Marques</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aquele que ao menos uma vez na vida não perdeu pelo menos uma noite de sono por causa de dívidas, mesmo que pequena, ou nunca dormiu tranquilamente sabendo que seu rico dinheiro está bem guardado na poupança que atire o primeiro travesseiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A edição de março-abril da revista Psychosomatic Medicine, uma das mais importantes revistas de divulgação científica, voltada para área da psicologia, publicou pesquisa mostrando que a riqueza influencia diretamente na saúde, por permitir a pessoas com mais dinheiro um melhor descanso, inverso dos que possuem uma renda menor, cuja qualidade do sono se traduz em um melhor bem-estar físico e mental. Estudos realizados paralelamente associam rendas maiores a menos doenças crônicas, vidas mais longas e melhor saúde mental.</p>
<p style="text-align: justify;">Moralina Albina Centurião, 57 anos, afirma ter uma renda média de 600 reais. Explica que ela e o marido têm um rendimento mensal suficiente para honrar com todas as dívidas, embora pouco para sustentar duas pessoas. Quando questionada sobre a qualidade de seu sono, Moralina conta que ultimamente tem dormido muito bem, uma média de 8 horas, mas lembra que houve uma época nas quais o sono quase não existia, por um motivo bastante conhecido por muitos brasileiros, as dívidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Planejamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Moralina se diz uma pessoa controlada com os gastos, mas na época em que as dívidas se descontrolaram conseguia apenas cochilar, porém logo perdia o sono pensando em como se livraria dos credores. “Eu ficava muito preocupada, não dormia de jeito nenhum, sempre pensando como eu ia fazer para pagar minhas contas, o dinheiro nunca dava”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda segundo o estudo realizado por Philip J. Moore e seus colaboradores, da Universidade George Washington, em Washington,as razões para explicar um sono de pior qualidade entre as pessoas de baixa renda podem ser óbvias, como a falta de um local calmo e confortável para dormir. Esse sono de qualidade inferior também pode ser causado por fatores estressantes como más condições de trabalho, dívidas ou falta de acesso a serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo foi realizado por meio de entrevistas para avaliar se a qualidade e a quantidade de sono estavam relacionadas com a renda e a saúde. Os 1.000 adultos consultados tinham idades entre 18 a 89 anos. Aqueles com mais escolaridade apresentaram rendas mais elevadas, e, além disso, os mais ricos relataram ter uma saúde física melhor e menos tensões que aqueles com renda mais baixa. As rendas mais altas também foram associadas a uma melhor qualidade de sono, o que se descobriu ter influência sobre a saúde física de uma pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bons hábitos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fábio Gomes da Silva, 24 anos, possui uma renda mais elevada, em torno de 2 mil e 600 reais. Ele explica que nunca foi surpreendido com dívidas muito altas e não ter problemas de sono. Fábio costuma dormir seis horas por noite, mas confessa que seriam necessárias pelo menos oito horas. “Uma noite bem dormida para mim é tudo, durmo seis horas, contudo preciso de oito. Fico com sono durante o dia, porém nada que seja relacionado a dívidas ou a dinheiro” afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Moore, descobertas &#8220;sugerem que o sono pode ter o papel de traduzir as condições socioeconômicas em saúde, apesar de a questão crucial ser quão bem, e não quanto tempo, as pessoas conseguem dormir&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">É válido ressaltar que nem sempre uma situação financeira estável é sinônimo de uma boa qualidade de vida. Hoje cada vez mais a busca pelo “ter” está se tornando um dos grandes males tanto para saúde mental quanto física. As pessoas acabam se tornando neuróticas, se desgastam e se estressam trabalhando 12, 14 e até 16 horas por dia, ganham muito dinheiro mas tornam sua vida cada vez mais pobres em saúde.</p>
<p>Fonte da foto: http://cybersaude.files.wordpress.com/2007/02/insonia.jpg</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/1001/riqueza-e-vida-saudavel/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sociedade 24 horas</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/996/sociedade-24-horas</link>
		<comments>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/996/sociedade-24-horas#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 10:09:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/?p=996</guid>
		<description><![CDATA[O que o sono (ou a falta dele) afeta no cotidiano das pessoas que trabalham em turnos noturnos ou integrais



Angela Albuquerque
“… Eu quero acordar na cidade que nunca dorme”, foi assim que Frank Sinatra descreveu sabiamente o privilégio de acordar em uma Nova York de homens e mulheres que nunca param de trabalhar. A conveniência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O que o sono (ou a falta dele) afeta no cotidiano das pessoas que trabalham em turnos noturnos ou integrais</em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1016" title="pessoa" src="http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/wp-content/uploads/2009/09/pessoa.jpg" alt="pessoa" width="160" height="167" /></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><strong>Angela Albuquerque</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“… Eu quero acordar na cidade que nunca dorme”, foi assim que Frank Sinatra descreveu sabiamente o privilégio de acordar em uma Nova York de homens e mulheres que nunca param de trabalhar. A conveniência e a modernidade de ter serviços à disposição 24 horas ultrapassaram os limites das grandes cidades, assim como a necessidade de produção de bens e prestação de serviços que funcionam ininterruptamente. Isso muda também a rotina, as horas de sonos das pessoas e fazem funcionar essa sociedade que não dorme.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo dados da <a href="http://www.seade.gov.br" target="_blank">Fundação SEADE </a>(<em>Fundação</em> Sistema Estadual de Análise de Dados<em>)</em>, em 1994, cerca de 10% da população brasileira ativa trabalha em turnos ou à noite e está sujeita à exposição de fatores psicossociais que interferem nos processos saúde-doença. A pesquisa “A Saúde do Trabalhador” mostra que as causas da fadiga no trabalho são múltiplas e em geral, decorrentes das associações das más condições de trabalho, desencontros dos ritmos biológicos e de horários, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">As consequências  da rotina estafante e da quebra do equilíbrio do sono são inúmeras: desde  acidentes causados pela falta de concentração, estresse e até  sérios problemas de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Luiz Quadros Moreira é médico é faz plantões há trinta anos. Acostumado com no máximo quatro horas de sono por noite, ele confessa que o resultado mais comum de uma noite mal dormida para um médico plantonista é a falta de paciência na hora de conversar com os pacientes. “Existem médicos que não dão nem bom dia depois de uma noite mal dormida, isso compromete o bom atendimento ao cliente&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Consequências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dr. Luiz afirma que os sintomas mais comuns entre os trabalhadores noturnos são envelhecimento precoce, alterações cardio-circulatórias, endócrinas, respiratórias, neurológicas, sexuais, estresse, ansiedade, complicações psiquiátricas, desencadeamento de vícios como o alcoolismo, e o mau humor nos relacionamentos  pessoais e profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Renata Lima é recepcionista do Hospital do Pênfigo e trabalhou por uma semana no turno da noite. Ela revela que sentia dores de cabeça durante o resto do dia e muita dificuldade para manter-se acordada durante o período de trabalho. “Nada recupera uma noite de sono perdida”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Antônio Fontinelli é guarda noturno da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul há três anos e concorda com Renata. “De nada adianta dormir em outros horários do dia, você está sempre cansado e indisposto”. Além do envelhecimento precoce, ele também se sente muito estressado e reclama por estar dormindo nos horários em que deveria estar acordado para ajudar na rotina familiar. Para ele, uma boa solução que as empresas deveriam adotar é o revezamento de turnos. “Isso cansaria menos os funcionários e não deixaria a falta de sono virar rotina para ninguém”.</p>
<p style="text-align: justify;">Dr. Luiz dá a dica para melhorar esse ritmo de trabalho: “As pessoas devem conhecer melhor o seu relógio biológico e saber as horas em que mais rendem durante o dia. Devem dormir bem durante as horas de folga, comer alimentos leves e evitar preocupações que atrapalhem o momento do sono, pois ele é de crucial importância para a saúde das pessoas”.</p>
<p>Fonte da foto: http://www.tvaparecida.com.br/blogs/etc/wp-content/uploads/2009/06/sono-6.jpg</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/996/sociedade-24-horas/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Diferenças entre sono de homens e mulheres</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/980/diferencas-entre-sono-de-homens-e-mulheres</link>
		<comments>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/980/diferencas-entre-sono-de-homens-e-mulheres#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 10:30:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[diferenças]]></category>
		<category><![CDATA[homens]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[REM]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/?p=980</guid>
		<description><![CDATA[A manifestação do sono é diferente em homens e mulheres. Agora você consegue entender por que o seu companheiro “capota” na cama enquanto você está acordada
 
Karol Castanheira
Vir você levou o carro na oficina? Vir você lavou a louça? Vir?&#8230;Virgilio? Virgilio Trentin? Dormiu&#8230;
Cyntia não é diferente da maioria das mulheres. Você tem o costume de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A manifestação do sono é diferente em homens e mulheres. Agora você consegue entender por que o seu companheiro “capota” na cama enquanto você está acordada</em></p>
<p><strong> </strong><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/09/homem-e-mulher.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1499" title="homem-e-mulher" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/09/homem-e-mulher.gif" alt="Desenho de um homem e uma mulher" width="260" height="281" /></a></p>
<p><strong>Karol C</strong><strong>astanheira</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vir você levou o carro na oficina? Vir você lavou a louça? Vir?&#8230;Virgilio? Virgilio Trentin? Dormiu&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Cyntia não é diferente da maioria das mulheres. Você tem o costume de deitar na cama e ficar pensando nos problemas, tem dificuldade para dormir, tenta discutir a relação e quando olha para o lado está falando sozinha com os seus pensamentos? O seu parceiro já dormiu e você ainda está acordada?</p>
<p style="text-align: justify;">O psiquiatra, José Carlos Souza, especialista em sono pela Unicamp explica que homens e mulheres possuem diferenças para dormir. No caso, as mulheres dormem mais, porém têm mais insônia do que o homem. O neurologista<strong> </strong>Marcílio Delmondes, especialista em Medicina do Sono, pela Sociedade Brasileira de Sono, concorda com o psiquiatra. “A insônia crônica tem predominância de 10% a 14% no sexo feminino e a ocasional cerca de 30% a 40%”, afirma o neurologista.</p>
<p style="text-align: justify;">Um realizado pelo Departamento de Psicobiologia da Unifesp, Universidade Federal de São Paulo, com 2 mil 365 pacientes do Instituto do Sono (1 mil e 550 homens e 815 mulheres), detectou que pessoas do sexo feminino demoram mais tempo para conseguir dormir, porém, depois, passam mais horas em sono profundo, sincronizado (NREM) e reparador.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(</strong><strong>O sono R.E.M., ou <em>rapid eye movement</em> (movimento rápido dos olhos), é a fase do sono na qual ocorrem os sonhos mais vívidos. Durante esta fase, os olhos movem-se rapidamente e a atividade cerebral é similar àquela que se passa nas horas em que se está acordado.</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que isso acontece?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o psiquiatra as mulheres têm alterações hormonais que prejudicam o sono normal, como na menstruação, na menopausa e na gravidez.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o levantamento da Unifesp indicou que os homens têm índice de apneia-hipoapneia (falha ou redução na freqüência respiratória), maior que as mulheres e que o padrão de sono também muda nas diferentes faixas etárias, por isso os homens possuem o repouso noturno prejudicado e maior sonolência durante o dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Marcílio afirma o levantamento da pesquisa e confirma que a apnéia de evolução crônica atinge dois homens para cada mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa da Unifesp conclui ainda, que as mulheres relatam ter mais pesadelos e que os homens apresentam mais movimentos involuntários de pernas durante a noite. Surpreendentemente, o grupo feminino foi o que reportou maior volume de queixas quanto a distúrbios do sono.</p>
<p style="text-align: justify;">O médico José Carlos explica que é possível melhorar a qualidade do sono. Para tanto, é preciso evitar cafeína, tomar bastante líquido e praticar caminhada no sol ameno. “Caso o problema se agrave e torne um distúrbio do sono é preciso procurar um médico especialista no assunto e o mais importante, não se automedicar”, afirma o psiquiatra.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mais do que contar carneirinhos (box)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Toda pessoa precisa dormir para poder viver bem. Umas dormem mais que as outras. E mais, o hormônio do crescimento é produzido durante o sono. Quanto mais aumenta a nossa idade, menor é a nossa necessidade de dormir. Confira no quadro abaixo:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="98" valign="top">Bebê</td>
<td width="98" valign="top">16horas/dia</td>
</tr>
<tr>
<td width="98" valign="top">Criança</td>
<td width="98" valign="top">10horas/dia</td>
</tr>
<tr>
<td width="98" valign="top">Adolescente</td>
<td width="98" valign="top">8,5horas/dia</td>
</tr>
<tr>
<td width="98" valign="top">Jovem</td>
<td width="98" valign="top">8horas/dia</td>
</tr>
<tr>
<td width="98" valign="top">Adulto</td>
<td width="98" valign="top">7horas/dia</td>
</tr>
<tr>
<td width="98" valign="top">Idoso</td>
<td width="98" valign="top">5horas/dia</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Quem ronca mais?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O ronco é mais comum do que a maioria das pessoas pensa, principalmente em idosos. Ao contrário do que muitos imaginam o ronco não é nem engraçado ou somente perturbador, ele é um aviso de que há um problema.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="150" valign="top"></td>
<td width="150" valign="top">Meia-Idade</td>
<td width="150" valign="top">Acima de 60 anos</td>
</tr>
<tr>
<td width="150" valign="top">Homens</td>
<td width="150" valign="top">24%</td>
<td width="150" valign="top">60%</td>
</tr>
<tr>
<td width="150" valign="top">Mulheres</td>
<td width="150" valign="top">18%</td>
<td width="150" valign="top">40%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte da Foto:</p>
<p>http://1.bp.blogspot.com/_4K_kTm8erjQ/SXYjvLvIdoI/AAAAAAAACzY/uOfmuGnp_b8/s400/homem-e-mulher.gif</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/980/diferencas-entre-sono-de-homens-e-mulheres/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como vai seu sono?</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/978/como-vai-seu-sono</link>
		<comments>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/978/como-vai-seu-sono#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 10:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/?p=978</guid>
		<description><![CDATA[O médico Marcílio Delmondes, neurologista formado pela Universidade Estadual Paulista e Especialista em Medicina do Sono pela Sociedade Brasileira de Sono, em entrevista ao Núcleo de Jornalismo Científico, explica a importância de uma boa noite de sono e quais as principais patologias que o indivíduo pode desenvolver se não tiver um sono saudável.

Bárbara Ferrgini e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>O médico Marcílio Delmondes, neurologista formado pela Universidade Estadual Paulista e Especialista em Medicina do Sono pela Sociedade Brasileira de Sono, em entrevista ao Núcleo de Jornalismo Científico, explica a importância de uma boa noite de sono e quais as principais patologias que o indivíduo pode desenvolver se não tiver um sono saudável.</em></p>
<p><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/09/sono.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1501" title="Mulher dormindo" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/09/sono.jpg" alt="Mulher dorme abraçada ao travesseiro" width="225" height="280" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bárbara Ferrgini e Ângela Albuquerque</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NJC: </strong>Qual é a função do sono?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MD</strong>: O sono tem, resumidamente, duas funções principais: a de conservação e de armazenamento de energia (durante o dia você tem um desgaste mental e é justamente durante o sono que vai recuperar) e a memória, ou seja, o momento que você grava, sedimenta a memória.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NJC</strong>: O sono é composto por fases?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MD</strong>: Sim. O sono é dividido em duas partes principais: o chamado sono de ondas lentas (sono não &#8211; REM), no qual não há sonhos e o chamado sono REM. O sono de ondas lentas é dividido em quatro estágios e é .justamente no 3º e no 4º estágios que o indivíduo vai repor, conservar e armazenar energia. Já na fase REM, onde ocorrem os sonhos, o organismo sedimenta a memória.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(</strong><strong>O sono R.E.M., ou <em>rapid eye movement</em> (movimento rápido dos olhos), é a fase do sono na qual ocorrem os sonhos mais vívidos. Durante esta fase, os olhos movem-se rapidamente e a atividade cerebral é similar àquela que se passa nas horas em que se está acordado.</strong><strong> </strong><br />
<strong>NJC</strong>: Qual é a diferença entre os distúrbios do sono e as patologias do sono?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MD</strong>: Podemos chamar de distúrbios do sono o sonambulismo, terror noturno, pesadelos, os quais a equipe médica conhece como parassonia, pois são benignos. A Medicina do Sono, que é uma especialidade, diagnosticou em média 87 distúrbios, dentre os quais, estão os citados acima. Geralmente têm relação com a idade e com o amadurecimento completo do cérebro e tendem a desaparecer. Poucos casos persistem após os 20 anos de idade.  Já as doenças do sono, ou dissonias mais comuns são: <span style="text-decoration: underline;">apnéia do sono e</span> insônia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NJC</strong>: Qual é o perfil do indivíduo propenso a ter os distúrbios do sono?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MD</strong>: A insônia afeta mais as pessoas jovens e de meia idade, na grande maioria, do sexo feminino. Já a apnéia do sono é mais comum nos indivíduos com idade acima de 40 anos, com predominância masculina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NJC</strong>: Qual é a patologia relacionada ao sono mais comum?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MD</strong>: Dos pacientes consultados, a média é de 30% a 40% de insônia ocasional, 10% a 14% de insônia crônica e apenas 4% dos casos com apnéia de evolução crônica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NJC</strong>: Qual seria a maior causa para a insônia?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MD</strong>: São vários fatores que podem causar a insônia, mas o que mais a acarreta é a ansiedade. E esta não se trata com remédios e sim com psicoterapias. Por exemplo, se a pessoa tem depressão, ela pode ter hipersono (dormir demais de dia ou de noite) ou pode ter problemas para dormir, tanto de dia quanto à noite. O quadro depressivo também pode levar à insônia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NJC</strong>: E o ronco, ele pode ser considerado um distúrbio do sono?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MD</strong>: O ronco é considerado atualmente como doença. É o início dos chamados distúrbios respiratórios do sono e a apnéia é o extremo, o final dos distúrbios. Mesmo que a pessoa não possua os sintomas da apnéia e apenas o ronco, sabe-se que a qualidade do sono será afetada. Na maioria das vezes, o ronco é o aviso de um problema, ele não é o principal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NJC</strong>: Quais são os exames para diagnosticar as patologias do sono?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MD</strong>: Os exames mais utilizados são o de videopolissonografia, teste de manutenção da vigília, monitoramento cardiorespiratório domiciliar e teste das latências múltiplas do sono. Alguns são realizados no período diurno e outros no período noturno, sendo que o paciente dorme na clínica e é monitorado durante o sono, através do aparelho de videopolissonografia. O resultado irá informar se o paciente possui distúrbios do sono e quais são, para que o médico então possa indicar um tratamento específico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NJC</strong>: Estes exames são oferecidos pelo Sistema Único de Saúde?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MD</strong>: Infelizmente, no Estado não são. Os exames são feitos através de convênios ou via pagamento particular.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NJC</strong>: Quantas horas são necessárias para que se tenha um bom sono?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MD</strong>: Sono considerado normal de 4 a 10 horas. O que deve ser observado é a qualidade deste sono, se a pessoa dorme bem e acorda no outro dia se sentindo bem e passa o dia disposto, o tempo de sono foi reparador. Mas a média da população é de 7 a 8 horas de sono por dia. E a pergunta que fica é: este sono foi reparador?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NJC</strong>: Como fazer para ter uma boa noite de sono?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MD</strong>: O indivíduo deve fazer a boa higiene do sono, fazer uso correto dos medicamentos, tratar as patologias e evitar atividades estimulantes à noite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NJC</strong>: O que seria a higiene do sono?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MD</strong>: É uma série de atitudes que o indivíduo deve ter para não sofrer de distúrbios do sono. Por exemplo: o quarto deve ser usado apenas para dormir, não para estudar, trabalhar, assistir filmes. Nunca acabar de jantar ou tomar banho e deitar. O ideal seria manter estas atividades de duas a três horas antes de dormir. Atividades físicas de preferência de manhã ou à tarde. As pessoas confundem, acham que ao praticar um exercício na parte da noite vão dormir mais, quando na verdade, esta atividade estimulante pode atrapalhar o sono.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NJC</strong>: A ingestão de estimulantes e cafeínados pode atrapalhar o bom desempenho do sono?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MD</strong>: Sim. Isto não é mito. Deve-se evitar o consumo de produtos como café, chá, bebida energética ou estimulante no período noturno e principalmente, antes de dormir. A qualidade do sono diminui muito com o uso de tais produtos.</p>
<p>Fonte da foto: http://saudedofuturo.files.wordpress.com/2007/10/sono.jpg</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/978/como-vai-seu-sono/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Distúrbios do sono, mal da modernidade</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/975/disturbios-do-sono-mal-da-modernidade</link>
		<comments>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/975/disturbios-do-sono-mal-da-modernidade#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 10:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[apnéia]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[insônia]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/?p=975</guid>
		<description><![CDATA[Pesquisas mostram que grande parte da população dorme mal e os mais afetados são os idosos



Bárbara Ferragini
“Demoro para dormir. Fico rolando no colchão até pegar no sono. Tenho até dó do coitado do travesseiro, do tanto que mexo à noite”. Este depoimento, de Dona Argelice Rocha, 71 anos, reforça o resultado de uma pesquisa feita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisas mostram que grande parte da população dorme mal e os mais afetados são os idosos</em></p>
<p><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/09/insonia-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1503" title="insonia 2" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/09/insonia-2.jpg" alt="Homem com insônia" width="256" height="199" /></a></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Bárbara Ferragini</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Demoro para dormir. Fico rolando no colchão até pegar no sono. Tenho até dó do coitado do travesseiro, do tanto que mexo à noite”. Este depoimento, de Dona Argelice Rocha, 71 anos, reforça o resultado de uma pesquisa feita pela Academia Brasileira de Neurologia: 40% dos brasileiros não conseguem ter uma boa noite de sono. O estudo, feito com 40 mil pessoas, demonstrou que grande parte da população dorme mal, por isso, está exposta a mais de 100 tipos de distúrbios do sono que atrapalham o dia-a-dia.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso dos idosos, o problema aumenta. De acordo com a geriatra Jussimar Mendes de Aquino, em geral, de 30% a 40% dos idosos que atende apresentam insônia. Essa patologia é uma das mais recorrentes na população, quando o assunto é distúrbio do sono. Mas há várias outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Dados da Sociedade Brasileira do Sono apontam que até 20% dos idosos têm a chamada <span style="text-decoration: underline;">apnéia do sono</span> (paradas da respiração por mais de 10 segundos). A falta de oxigênio pode deixar as artérias mais rígidas e espessas, aumentando o risco de derrames e infartos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Marcílio Delmondes Gomes, neurologista especialista em Medicina do Sono, a apnéia do sono é muito comum, não só em idosos, e acontece quando uma obstrução da região atrás da garganta faz com que a pessoa pare de respirar e acorde várias vezes ao longo da noite, causando uma diminuição na sua qualidade cognitiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Antônio Louzan, 65 anos, nunca consultou um médico para confirmar a patologia, mas afirma apresentar os sintomas. “Sei que devo ter apnéia, pelo menos o pessoal fala”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O ronco e suas consequências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o neurologista Marcílio Delmondes, roncar intensamente e com frequência é prejudicial à saúde. A pessoa pode ter má qualidade de sono, acordando cansada e sonolenta, apesar de dormir várias horas por noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o ronco é muito alto e acompanhado de períodos de apnéia pode causar sérios prejuízos à saúde. Além disto, expõe o indivíduo que ronca a um constrangimento social e à problemas matrimoniais frequentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O médico diz que até 95% dos pacientes que roncam apresentam a apnéia do sono. “A apnéia é uma causa de morte súbita durante o sono, pode causar parada respiratória, acidente vascular, entre outros. Daí a necessidade de diagnosticar e tratar o problema”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ronco aumenta com a idade&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A mulher de Antônio, Nilce de Souza Louzan, 65 anos, diz que o marido ronca muito e que tem medo quando ele para de respirar. “Quando vejo que o barulho do ronco para, dou um cutucão nele para ver se acorda e está bem”, explica Nilce.</p>
<p style="text-align: justify;">Antônio sabe que ronca e disse até que já se assustou com o próprio barulho. Ao ser indagado sobre o tempo que apresenta o distúrbio do ronco, ele é até bem humorado. “Acho que ronco a vida toda”, responde rindo.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Sociedade Brasileira do Sono, 60% dos homens e 40% das mulheres acima dos 60 anos de idade roncam.  A predominância é para o sexo masculino e em pessoas acima do peso ideal, e geralmente tende a piorar com a idade. Situações como cansaço físico intenso e consumo de álcool ou medicamentos sedativos podem eventualmente causar ou exacerbar o quadro de ronco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> &#8230;e o sono diminui </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O casal Nilce e Louzan, prestes a completar 40 anos de casados, afirma não ter problemas com o sono. Dorme em média seis horas por noite, acorda bem, descansado. Mesmo assim, não dispensa cochilos durante o dia. “Tiramos cochilo após o almoço e às vezes, ao longo da tarde. Não passa de 20 minutos, mas é ótimo”, explica dona Nilce.</p>
<p style="text-align: justify;">Já Argelina conta que sofre de insônia há muitos anos. “Acho que tenho isso desde pequena. Passava horas na beirada da cama acordada. Uma vez, até ensinaram à minha mãe uma simpatia. Eu deveria contar de 1 a 400, depois de 400 a 1, para que o sono viesse”.</p>
<p style="text-align: justify;">A aposentada, que dorme em média seis horas por dia, chega a acordar até quatro vezes à noite para ir ao banheiro. “Como levanto muito da cama, o sono demora para aparecer novamente”, desabafa.</p>
<p style="text-align: justify;">O psiquiatra e Doutor em Saúde Mental, José Carlos Souza, afirma que a necessidade de dormir diminui com a idade. Assim, crianças precisam dormir mais que os idosos, em média precisam de cinco horas para recuperar as energias. “O importante é que o sono seja reparador”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Insônia nos idosos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A geriatra Jussimar afirma que a insônia está ligada a várias patologias. “É necessário investigar o idoso do ponto de vista clínico, para saber a causa da insônia”. Devido à experiência no consultório, ela cita como alguns dos motivos para o idoso dormir mal: preocupação, problemas urinários, dor, artrite, na coluna, apnéia em idosos obesos e também a perda do cônjuge.</p>
<p style="text-align: justify;">Jussimar aponta a falta de sol como outro problema que pode levar o idoso a ter um sono prejudicado.  “Geralmente, eles não se expõem ao sol, principalmente à tarde, e este sol regula o sono, ativa o mecanismo hormonal. Daí dificulta ainda mais o processo do sono”.</p>
<p style="text-align: justify;">A médica ainda afirma que não são só os idosos os propensos a ter insônia, mas qualquer pessoa sem este hábito, ou ainda, se tiver algum distúrbio, pode apresentar a insônia e as patologias, como o ronco. Para saber se você está dormindo bem, fique atento à entrevista abaixo, com o médico Marcílio Delmondes.</p>
<p>Fonte da Foto: http://www.cienciahoje.pt/files/24/24169.jpg</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-saude/975/disturbios-do-sono-mal-da-modernidade/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

