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	<title>Ciência e Notícia &#187; sustentabilidade</title>
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		<title>Construção civil: pneu pode ser a alternativa para diminuir a poluição</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 11:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
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		<description><![CDATA[Bom uso do material gera mais economia significativa de matéria-prima e auxilia na conservação do meio ambiente.


Vinícius Squinelo
A construção civil é atualmente uma das maiores geradoras de renda do Brasil. Só nesse último mês de fevereiro, esse setor foi o principal responsável pela reação brasileira à crise mundial. A indústria da construção foi responsável por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoBodyText2"><em>Bom uso do material gera mais economia significativa de matéria-prima e auxilia na conservação do meio ambiente.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><a href="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/pneus-3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1528" title="pneus 3" src="http://www.cienciaenoticia.com.br/upfiles/2009/08/pneus-3.jpg" alt="Pilha de pneus" width="530" height="398" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;">Vinícius Squinelo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">A construção civil é atualmente uma das maiores geradoras de renda do Brasil. Só nesse último mês de fevereiro, esse setor foi o principal responsável pela reação brasileira à crise mundial. A indústria da construção foi responsável por 2,8 dos 9,1 mil empregos formais gerados em todo o País, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Por outro lado, esse setor também é o responsável por um dado altamente negativo: a poluição.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 27pt;"><span style="font-family: Verdana;">Por consumir altas quantidades de recursos naturais, energia elétrica e água nas obras que realiza, a indústria das construções é uma grande vilã do meio ambiente. Os males começam desde a fabricação dos tijolos e cimento, e encerram no consumo de energia elétrica para mover as gigantescas máquinas usadas. Esses fatos vêm acarretando fortes cobranças para que a construção civil se torne “sustentável”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;">Sustentabilidade e construção civil</span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Verdana; color: black;">O desenvolvimento sustentável é “o crescimento capaz de atender às necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem a suas necessidades” explica Paulo Safady Simão, presidente da Câmara Brasileira de Indústria e Construção, explicando as diretrizes da Comissão Mundial Sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, publicado em 1987, em entrevista ao jornal Correio Braziliense.</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Verdana; color: black;">Na construção civil, especificamente, Paulo Simão entende que essa sustentabilidade se dá quando “incorpora em sua concepção os conceitos de redução de consumo de itens geralmente utilizados ao longo da vida de um edifício, o que significa menor custo”.</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Verdana; color: black;">É em nome dessa sustentabilidade que a indústria da construção está apelando para um grande aliado: a reciclagem. E de todos os materiais possíveis de serem utilizados, o pneu com certeza é o principal deles atualmente. Seus usos mais difundidos atualmente, segundo a engenheira e pesquisadora da USP, Carla Passerotti, em sua dissertação de mestrado na USP, são dois: a utilização do pneu como combustível nas fornalhas cimenteiras e sua reciclagem na forma de blocos de concreto.</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Verdana; color: black;">Ambos os processos citados da reciclagem de pneus auxiliam na redução de CO2 e no menor uso de combustíveis fósseis, auxiliando na preservação do meio ambiente. Como contraponto, segundo a ONG Green Building Corencil Brasil (GBC Brasil), os custos das obras aumentam entre 5 e 10%, considerado pouco se for para preservar o meio ambiente. A ONG também relata ser somente 1% de todas as construções brasileiras consideradas “sustentáveis”, construídas e mantidas de forma econômica e ambientalmente correta.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Fonte da foto: http://images03.olx.pt/ui/1/05/86/13269986_1.jpg</span></p>
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		<title>Transformando energia natural em eletricidade</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 19:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Batlab]]></category>
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		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Jovana Somensi

O Governo Federal anunciou neste mês de maio a concretização das metas do programa “Luz para Todos”. A demanda é para dez milhões de brasileiros que não possuíam energia elétrica nas residências. Enquanto isso a Agência Nacional de Energia Elétrica, ANEEL, estabelece obrigações e contratos, com as concessionárias do serviço público de distribuição de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_574" class="wp-caption aligncenter" style="width: 170px"><img class="size-full wp-image-574" title="jovanasust3" src="http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/wp-content/uploads/2009/07/jovanasust3.jpg" alt="O Conversor Elétrico desenvolvido na UFMS" width="160" height="120" /><p class="wp-caption-text">O Conversor Elétrico desenvolvido na UFMS</p></div>
<p><strong>Jovana Somensi</strong></p>
<p><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:DoNotOptimizeForBrowser /> </w:WordDocument> </xml><![endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">O Governo Federal anunciou neste mês de maio a concretização das metas do programa “Luz para Todos”. A demanda é para dez milhões de brasileiros que não possuíam energia elétrica nas residências. Enquanto isso a Agência Nacional de Energia Elétrica, ANEEL, estabelece obrigações e contratos, com as concessionárias do serviço público de distribuição de energia, com o objetivo de combater o desperdício.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">O uso de Placas Solares colabora com a economia de energia elétrica em residências, devido ao grande uso no aquecimento de água. No entanto, não resolve o problema em empresas ou instituições de ensino, por exemplo. Isso porque as placas somente aquecem, não geram energia.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">“Há um reservatório de água nessas residências, como uma garrafa térmica grande, e você economiza energia elétrica ao invés de usar o chuveiro elétrico. Há somente a vantagem de reduzir a conta de energia.”, explica o engenheiro eletricista Luigi Galotto Junior.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">Luigi indicou o passo à frente que a Universidade Federal do Mato Grosso do Sul deu em relação às placas de aquecimento. O Laboratório de Inteligência Artificial, Eletrônica de Potência e Eletrônica Digital (Batlab) desenvolveu um<span style="color: red;"> </span>Conversor Elétrico chamado de Inversor de Freqüência, que serve para converter energias naturais em elétrica.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">O projeto nasceu da iniciativa de uma empresa de navegação para possuir energia elétrica em embarcações. Os geradores desses navios necessitam de um conversor para ligar aparelhos elétricos, como computadores, por exemplo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;"><span> </span><strong>Como a sua casa pode ser beneficiada</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">A energia elétrica usada para ligar uma geladeira, um liquidificador ou uma televisão pode vir de várias fontes, desde usinas termonucleares até a que mais utilizamos no Brasil, a hidrelétrica.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">Tanto uma como outra produzem impacto sobre o meio ambiente, seja pelo uso exagerado das águas, ou produção de lixo tóxico. Em tempos de consciência sustentável, o uso de fontes renováveis é a solução mais buscada.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">O Conversor desenvolvido pelo Batlab faz exatamente esse processo: consegue transformar a energia recebida de uma fonte natural, como luz e ventos, em elétrica.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">“Ele não foi construído para converter essas energias, mas se você ligá-lo para convertê-las, ele pode também. Tanto que nós iremos usá-lo aqui na UFMS, nos próximos prédios”, elucida Luigi.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;"><strong>Porque é avançado</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">No Brasil já existem outros conversores de energia, que são usados para transformar energias fotovoltaicas (que vêm da luz do sol) ou eólica (que vêm do vento).</p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;amp;quot;">A vantagem do aparelho fabricado pela UFMS é a qualidade da energia gerada: “Você pode com esses outros conversores ligar uma televisão, por exemplo, mas a imagem vai ser distorcida. Há muita poluição elétrica. A qualidade do nosso é muito superior”, defende Luigi.</span></p>
<div id="attachment_575" class="wp-caption aligncenter" style="width: 170px"><img class="size-full wp-image-575" title="jovanasust4" src="http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/wp-content/uploads/2009/07/jovanasust4.jpg" alt="A tecnologia permite transformar luz em alimentação de aparelhos elétricos" width="160" height="120" /><p class="wp-caption-text">A tecnologia permite transformar luz em alimentação de aparelhos elétricos</p></div>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:DoNotOptimizeForBrowser /> </w:WordDocument> </xml><![endif]--> Além da melhoria potencial, em relação às primeiras iniciativas do gênero no país, o custo para fabricação, embora não sendo tão baixo, aponta para uma qualidade exponencialmente superior. Luigi calcula que, hoje, o conversor da UFMS custaria cerca de quatro mil reais.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">“O custo, apesar de tudo, não é tão baixo. Mas a confiabilidade é bem grande. Não depende da gente o preço, e, sim dos produtores de componentes eletrônicos, que são grandes empresas”, explica o engenheiro.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;"><strong>O que os outros pensam sobre a economia</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">Quando fala em banhos quentes, o engenheiro mecatrônico e coordenador da “<a href="http://www.cidadessolares.org.br/">Cidades Solares</a>”, Carlos Farias afirma que a maior parte do valor gasto em energia em uma residência vem do aquecimento da água.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">A solução atual mais barata e imediata, e que vem crescendo, é o uso de placas solares de aquecimento. “Os aquecedores aumentam o preço de cada habitação entre 3% e 4%, mas a economia da conta de energia será de cerca de 30% a 40% por mês”, calcula o engenheiro em entrevista para o site Planeta Sustentável.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><a href="http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/?p=568"><strong>Saiba sobre sustentabilidade empresarial.</strong></a></p>
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		<title>Saiba Sobre Sustentabilidade Empresarial</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-biologicas/568/saiba-sobre-sustentabilidade-empresarial</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 19:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Sociais Aplicadas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Produção Mais Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[ Na década de 90, o ambiente industrial brasileiro passou a incorporar os procedimentos de reciclagem, prevenção de poluição e outras preocupações com passivos ambientais, dentro do modelo de comando e controle. Passivos ambientais significam os danos causados ao meio ambiente, representando, assim, a obrigação, a responsabilidade social da empresa com aspectos ambientais.
Entretanto, o crescimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:DoNotOptimizeForBrowser /> </w:WordDocument> </xml><![endif]--> Na década de 90, o ambiente industrial brasileiro passou a incorporar os procedimentos de reciclagem, prevenção de poluição e outras preocupações com passivos ambientais, dentro do modelo de comando e controle. Passivos ambientais significam os danos causados ao meio ambiente, representando, assim, a obrigação, a responsabilidade social da empresa com aspectos ambientais.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">Entretanto, o crescimento significativo do consumo e a pressão da demanda para aumento da produção provocaram o aumento dos resíduos, sejam eles sólidos, líquidos ou emissões gasosas. São parte das matérias-primas desperdiçadas nas etapas de produção e que, além de prejuízos econômicos, acarretam consequências desastrosas e, muitas vezes, irreparáveis ao meio ambiente.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">Nesse contexto, desenvolveu-se um novo comportamento produtivo, que aproveita ao máximo as matérias-primas utilizadas no processo, evitando a geração dos resíduos, que se designou <em>Produção Mais Limpa</em>. Por meio da <em>P+L </em>é possível observar a maneira como a produção esta sendo realizado e detectar em quais etapas deste processo as matérias-primas estão sendo desperdiçadas. Isso permite melhorar o seu aproveitamento e diminuir ou impedir a geração de resíduo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">O conceito de Produção Mais Limpa foi definido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), no início da década de 1990, como a aplicação contínua de uma estratégia ambiental preventiva integrada aos processos, produtos e serviços com o intuito de aumentar a ecoeficiência e reduzir os riscos ao homem e ao meio ambiente.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">No decorrer dos anos, o conceito de <em>P+L</em> foi ampliado devido às pressões de ONGs, dos consumidores, da competição de mercado e de novos instrumentos de política pública. Passou a incorporar novas variáveis, critérios e princípios, incluindo as questões sociais que estavam relegadas em relação às ambientais.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">Produção Sustentável, portanto, representa a evolução do conceito de <em>P+L </em>como sendo a incorporação, ao longo de todo o ciclo de vida de bens e serviços das melhores alternativas possíveis para minimizar custos ambientais e sociais. Esta abordagem preventiva melhora a competitividade das empresas e reduz o risco para saúde humana e meio ambiente e vem sendo trabalhada em nível global, regional e nacional.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">Em nível mundial, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Departamento das Nações Unidas para Assuntos Econômicos e Sociais (UNDESA), por meio da Divisão de Desenvolvimento Sustentável, lideram, juntamente com governos nacionais, agências de desenvolvimento, setor privado e sociedade civil, o Processo de Marrakech, que é um programa da Nações Unidas sobre consumos e produções sustentáveis.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:DoNotOptimizeForBrowser /> </w:WordDocument> </xml><![endif]--> Esse processo, que teve início em 2003, como resposta ao Plano de Implementação de Johanesburgo (representantes dos povos do mundo, reunidos durante a Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável em Joanesburgo, África do Sul, entre 2 e 4 de setembro de 2002), tem como objetivo desenvolver um Marco de Programas, no período de 10 anos, que apóie iniciativas regionais e nacionais para transformar padrões de Produção e Consumo Sustentáveis (PCS).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">Para apoiar a implementação dos projetos em PCS foram criados os Grupos de Trabalho de Marrakech com a participação de especialistas de países desenvolvidos e em desenvolvimento. Estes Grupos são iniciativas voluntárias coordenadas pelos governos que, em cooperação com outros países, se propõem a realizar um grupo de atividades concretas em nível nacional e regional que promovam mudanças nos padrões de PCS.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">Já foram formados sete Grupos de Trabalho e o Brasil participa do Grupo sobre Turismo Sustentável, por meio do Ministério do Meio Ambiente (MMA), e no Grupo de Compras Públicas Sustentáveis, é representado pelo Governo do Estado de São Paulo. Desse modo, o Brasil surge como um dos países preocupados com o destino do planeta e interessado em mudar a realidade de poluição em que vivemos, incentivando políticas economicamente sustentáveis nacional e regionalmente.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;"><a href="http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/?p=573"><strong><strong>VOLTAR</strong></strong></a></p>
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		<title>Arquitetar a sustentabilidade</title>
		<link>http://www.cienciaenoticia.com.br/geral/ciencias-sociais-aplicadas/552/arquitetar-a-sustentabilidade</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 19:06:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Sociais Aplicadas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[ Como a arquitetura e urbanismo vem aplicando essa idéia ao seu cotidiano
 
 
 Pensar sustentabilidade hoje em dia não é apenas uma questão ambiental. Setores como a construção civil estão desenvolvendo e aplicando cada vez mais esse conceito. De acordo com dados da Worldwatch Institute, que é referencia na área de sustentabilidade, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:DoNotOptimizeForBrowser /> </w:WordDocument> </xml><![endif]--> <em>Como a arquitetura e urbanismo vem aplicando essa idéia ao seu cotidiano</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;"><em> </em></p>
<div id="attachment_553" class="wp-caption aligncenter" style="width: 170px"><em><em><img class="size-full wp-image-553" title="fabisust3" src="http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/wp-content/uploads/2009/07/fabisust3.jpg" alt="A arquiteta e urbanista Andréa Naguissa explica que nada é 100% sustentável" width="160" height="120" /></em></em><p class="wp-caption-text">A arquiteta e urbanista Andréa Naguissa explica que nada é 100% sustentável</p></div>
<p><em> </em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:DoNotOptimizeForBrowser /> </w:WordDocument> </xml><![endif]--> Pensar sustentabilidade hoje em dia não é apenas uma questão ambiental. Setores como a construção civil estão desenvolvendo e aplicando cada vez mais esse conceito.<span> De acordo com dados da Worldwatch Institute, que é referencia na área de sustentabilidade, a construção de edifícios consome 40% das pedras e areia utilizados no mundo por ano, além de ser responsável por 25% da extração de madeira anualmente. Explorando todo esse universo sustentável, a arquiteta e urbanista, professora da UFMS, Andréa Naguissa Yuba, nos fala um pouco sobre como a sua profissão e essa nova tendência mundial estão relacionadas, incluindo custos e a situação do Brasil no quesito de obras sustentáveis. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>O que é sustentabilidade dentro da arquitetura?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">A idéia da arquitetura é aplicar esses conceitos, que são conceitos bem amplos relacionados mais à nossa cultura, nos materiais de construção, nas nossas edificações. Desde o micro que é o uso de um tipo de material para diminuir o consumo de energia, ventilação, iluminação, até chegar no macro, numa abordagem mais urbana que é a parte de transportes, vias de trânsito, a maneira como a gente usa os recursos hídricos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong>Qual é o contexto histórico de sustentabilidade na área de arquitetura?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Acho que a gente começou a ter mais preocupação com a questão de sustentabilidade na construção na década de 90. No começo, ainda tinha muito aquela confusa de movimento hippie, e era tudo na base do protesto, com o tempo, do protesto começou a virar lei e começamos a incorporar isso no cotidiano.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong>Qual é a diferença entre o sustentável e o não sustentável?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Não existe aquilo que é sustentável ou aquilo que não é sustentável. A gente está nessa transição, tudo pode ser mais sustentável. Vamos analisar uma casa, a casa ela é feita de vários materiais diferentes, e se você começar a entrar na cadeia de produção de cada material vai reparar que tudo pode ser mudado.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Então vamos pegar um tijolo, ele pode ser feito da maneira mais impactante possível usando lenha de madeira do cerrado, mas eu posso produzir o mesmo tijolo usando uma madeira que venha de reflorestamento, já planejado para isso, que é melhor.<span> </span>Mas não só isso, o tijolo pode ser feito por uma cooperativa, que é melhor do que ser feito por uma empresa onde só tem um dono ganhando. Então são duas coisas que eu posso melhorar na fabricação do mesmo tijolo. E eu posso, ainda, usar o barro na fabricação do tijolo que vem de uma fonte que é menos impactante do que uma outra. Já são três coisas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Se você começar a fazer esse tipo de analise para todos os materiais que compõe uma casa, eu posso intervir em várias coisas. Cada coisinha pode ser melhorada, desde os materiais até a maneira com que eu vou usar a casa. Nós sempre trabalhamos com a questão de sustentabilidade de um material comparando com uma versão anterior daquele mesmo produto.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong>Existe algum tipo de obra em que se aplique mais os conceitos de sustentabilidade?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:DoNotOptimizeForBrowser /> </w:WordDocument> </xml><![endif]--> A gente vê sustentabilidade em tudo, desde a habitação social, a menor unidade possível até grandes empreendimentos de indústrias tem gente trabalhando com sustentabilidade. Não é numa escala só, a gente vê prefeituras, governos de estados preocupados com isso.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong>E o custo dessa sustentabilidade?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">É mais caro. Vários artigos falam que uma construção nova, que tem algumas praticas mais sustentáveis, custam 5 ou 6% mais caro. Entretanto, ao longo do tempo você vai tendo uma redução na manutenção desses custos iniciais, então fica mais ou menos 20% mais barato no consumo de energia e água.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Eu achava que o custo era maior, já li artigos em que se falava de 20 a 30% mais caro, que é um valor que assusta. Mas se for 5% a mais no custo total da obra, vai ter gente que achará razoável, e vai pensar em colocar esse conceito em prática. O que acontece é que esses aparatos todos, como o aquecedor de água, por exemplo, está ficando mais barato por causa da abertura de novas fábricas e da concorrência entre elas. A cada nova concorrência, as indústrias tendem a melhorar a durabilidade e diminuir o preço, pra se manter no mercado.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong>Como é a sustentabilidade dentro e fora do Brasil?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">A gente está bem defasado. Você pega paises na Europa e os Estados Unidos, eles estão mais avançados na discussão de praticas na parte ambiental. Eles são paises ricos, têm como investir em tecnologia. Ao mesmo tempo esses países não têm tantos problemas sociais, ou eles não têm os mesmos problemas sociais que a gente tem no Brasil.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Aqui existe um outro tipo de discussão, a gente pode não estar tão avançado nessa discussão de o que é o mais verde, o mais ecologicamente correto, mas a gente está problematizando a participação do morador, de inclusão social, de gerar mais trabalho e renda.<span> </span>Isso também é questão de sustentabilidade,e é uma coisa muito importante não confundir e achar que sustentabilidade é só coisa verde, tem que ter uma visão sistêmica. Então eu digo que estamos aquém em relação a outros paises, porque estamos preocupados em imitar e não resolver os nossos problemas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong>E Campo Grande, como está nessa questão?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:DoNotOptimizeForBrowser /> </w:WordDocument> </xml><![endif]--> Está muito mal. As iniciativas são muito pontuais em edificações, mas não tem nenhuma que chame mais a atenção por se preocupar em usar técnicas sustentáveis. Em materiais você vê uma empresa ou outra preocupada, mas não vê uma grande ação. Eu soube de empresas que estão querendo triturar pneu aqui, começar a entrar nessa linha de produtos verdes.Então a gente está bem devagar nessa questão.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong>Dentro do curso de arquitetura, como é passada essa noção de sustentabilidade aos futuros profissionais?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Nós tentamos trabalhar essa visão holística. A primeira coisa que eu faço dentro da sustentabilidade é fazer com que os alunos deixem de pensar que é só ambiental e ver que é social, que é econômico, que é cultural e até política. Tudo isso é para eles perceberem que o problema não é só pontual, que o problema não é só trocar os produtos e dizer ‘pronto, agora minha obra é sustentável’. Por isso que eu sou contra essa coisa de 100% sustentável.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Falamos também de materiais alternativos, ou mesmo esses materiais convencionais como a gente pode trabalhar de uma maneira melhor. Porque têm muitos materiais convencionais que as pessoas usam porque é habito ou porque é barato, sem discutir se ele é mais ou menos impactante. Temos que aprender a usar com consciência os materiais de construção, porque tem muito desperdiço, cerca de 30% do que entra numa obra vira entulho no Brasil.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong>Em relação ao que existe hoje, como seria a sustentabilidade daqui a 20 anos?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:DoNotOptimizeForBrowser /> </w:WordDocument> </xml><![endif]-->Para daqui a 20 anos a gente vai ter uma preocupação muito voltada à economia de energia, já que essa energia de hidroelétrica vai ficar ou mais cara ou com mais racionamento. Vamos trabalhar com sistemas economizadores, estaremos num outro grau de consciência.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Na época do apagão mesmo, nós não deixávamos a luz acesa no cômodo vazio, trocamos as lâmpadas. Foi um habito que aconteceu num momento, numa crise, mas que as pessoas incorporaram. Hoje quando vamos comprar uma lâmpada, temos a opção de levar uma lâmpada econômica ou uma lâmpada incandescente, e apesar de ser mais cara a gente leva a econômica. Então a gente conseguiu embutir uma percepção de que mesmo sendo mais caro é melhor levar a econômica.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Acho que a água vai estar até mais problemática porque por enquanto não percebemos isso, temos abundância de água. A água hoje é barata, daqui uns 20 anos a água vai estar bem mais cara e poluída. Essa coisa de comprar garrafinha de água mineral como se fosse à coisa mais natural do mundo, isso só acontece aqui no Brasil, se você for na Europa você toma água de torneira em alguns lugares. Então, água e energia elétrica são as coisas mais chamativas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Uma outra coisa que eu acho que vai acontecer é o habito do consumir em relação ao materiais de construção. Vão adquirir mais essa percepção de que precisam participar desse movimento de saber escolher melhor, não vai ser a escolha do mais barato possível, vamos incluir mais um critério, que é assim ‘ qual deles é o que menos impacta?’ Claro que junto com o preço.<span> </span>Porque por enquanto é só o menor preço que interessa.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong>Você acha que no futuro a questão da sustentabilidade vai vir antes do que a questão da estética, dentro da sua área?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:DoNotOptimizeForBrowser /> </w:WordDocument> </xml><![endif]--> Eu acho que os dois vão estar juntos. Hoje a gente fala de construções sustentáveis e imaginamos uma casa normal cheia de ‘coisas grudadas’, parece que você está morando numa máquina, não numa casa. Um aquecedor solar é uma coisa que você coloca depois, uma caixa d´água para recolher água de chuva é uma coisa que você vai anexando, por isso que ela é feia. Então estamos trabalhando para incorporar essas técnicas dentro da construção, pra ela ficar bonita também, junto com a noção de sustentabilidade.</p>
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		<title>UFMS divulga pesquisa que ajuda na preservação das águas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 18:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
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Jovana Somensi
Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), mais de um bilhão de pessoas não tem acesso à água potável. Já a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), afirma que 73% do consumo de água corresponde à irrigação.
Dentro desse contexto, o Laboratório de Inteligência Artificial, Eletrônica de Potência e Eletrônica Digital da Universidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_542" class="wp-caption aligncenter" style="width: 170px"><img class="size-full wp-image-542" title="jovanasust1" src="http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/wp-content/uploads/2009/07/jovanasust1.jpg" alt="Automação do medidor: conhecendo o que a planta sente" width="160" height="120" /><p class="wp-caption-text">Automação do medidor: conhecendo o que a planta sente</p></div>
<p><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:DoNotOptimizeForBrowser /> </w:WordDocument> </xml><![endif]--></p>
<h1><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:DoNotOptimizeForBrowser /> </w:WordDocument> </xml><![endif]--></h1>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><strong>Jovana</strong> <strong>Somensi</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), mais de um bilhão de pessoas não tem acesso à água potável. Já a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), afirma que 73% do consumo de água corresponde à irrigação.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Dentro desse contexto, o Laboratório de Inteligência Artificial, Eletrônica de Potência e Eletrônica Digital da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – Batlab, que é o centro de inteligência e tecnologia da UFMS, e reúne uma equipe de engenheiros, químicos e físicos para produzir avanços tecnológicos para a sociedade e desenvolve, há três anos, o primeiro Sistema de Monitoramento <em>online (automaticamente) </em>e <em>in vivo (com as plantas vivas)</em> de análise de Perda Fotoquímica em plantas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">A idéia do projeto, segundo o engenheiro eletricista Rene Alfonso Capitano, que desenvolveu o processo de automação do aparelho, é melhorar as condições de irrigação de precisão: “Você vai dar a água na quantidade que a planta precisa, nada mais nada menos”, afirma.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><strong>Monitorando o que a planta <em>sente</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">O projeto nasceu por iniciativa do professor Mauro Henrique de Paula, do departamento de física da UFMS, que desenvolveu um sensor para medir os processos que a planta realiza quando exposta à luz.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Por meio de dois raios lasers, com freqüências e potências diferentes, o sensor consegue medir como a planta está reagindo às condições de nutrientes e água do solo. “Através desse aparelho, nós conseguimos saber o que a planta está sentindo. É o <em>BBB </em>das plantas: elas não falam, mas conversam com a gente”, brinca Rene.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">A grande vantagem do sistema atual é que consegue fazer essas medições sem a presença humana. Através dos softwares desenvolvidos por Rene, e de programas de computador, o processo de monitoração é feito e arquivado automaticamente. “Nós podemos monitorar a planta, sem matá-la, por 24 horas. Não existe no mundo um sistema igual.”, diz.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><strong>Um projeto Sustentável</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">A agricultura irrigada tem sido apontada como o futuro na produção de alimentos. A crescente demanda, além da necessidade de renovação das águas, traz a urgência de processos tecnológicos de avanço, e conscientização dos produtores e das fábricas de insumos agrícolas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Para Rene, a produção de alimentos representa o futuro. “Ninguém existe sem comida. Podemos viver sem roupa, sem petróleo, mas sem água e sem comida não. Há escassez de alimentos e intempéries climáticas, falta água. Se você otimizar esse processo, você tem o ganho tecnológico valioso. Vale a pena investir nisso”, defende.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Além do ganho na economia de água, Rene cita mais fatores que tornam o Monitor um amenizador de impacto para o meio ambiente. O primeiro deles é poupar energia. “Se você necessitar, para irrigar o solo, de energia hidrelétrica, de concessionária, diminuindo o uso de água você economiza também essa energia”, argumenta Rene.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Há também o dispêndio de combustíveis, no uso, por exemplo, de motores a diesel. “Você tem que bombear a água para o pivô, esse motor vai funcionar menos se você souber quanto tempo ele tem que ficar ligado. Além da questão dos poluentes que ele joga no meio ambiente”.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><strong>Quem apóia a ecologia</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Rene conta que, em principio, para montar e comprar o aparelho de automação, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) deu suporte financeiro, mas hoje em dia o projeto é mantido por pesquisadores voluntários.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">Além deles, a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) fornece suporte na interpretação biológica dos dados. O papel da empresa é de oferecer as plantas, soluções químicas que simulam os solos e entender o que os resultados de cada medição significam para as plantas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">A equipe de biólogos, ecologistas, botânicos e quaisquer outros estudiosos da UFMS que poderiam participar desse projeto não manifestaram interesse. Rene acredita que essa falta de diálogo entre os pesquisadores atrasa o avanço das pesquisas, em especial as de intercâmbio entre áreas, mas afirma que o Batlab está aberto para receber quem tiver anseio por ajudar.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">O engenheiro acredita que quando o Sistema for lançado no mercado, outras empresas terão interesse em adquirir, e aposta que é um projeto comercial bastante atraente, por ser único no mercado mundial. “Estamos em fase de aperfeiçoamento, mas temos interesse em comercializar o equipamento, sim”, finaliza.</p>
<p><a href="http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/?p=537"><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;">Saiba sobre sustentabilidade ambiental</span></strong></a></p>
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		<title>Saiba sobre Sustentabilidade Ambiental</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 18:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greicy Mara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[ O termo Sustentabilidade aplicado à causa ambiental surgiu na década de 1980, com Lester Brown. Diz-se que uma comunidade é sustentável quando satisfaz plenamente suas necessidades de maneira a preservar as condições para que as gerações futuras também o façam. Da mesma forma, as atividades processadas por agrupamentos humanos não podem interferir de maneira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:DoNotOptimizeForBrowser /> </w:WordDocument> </xml><![endif]--> O termo Sustentabilidade aplicado à causa ambiental surgiu na década de 1980, com Lester Brown. Diz-se que uma comunidade é sustentável quando satisfaz plenamente suas necessidades de maneira a preservar as condições para que as gerações futuras também o façam. Da mesma forma, as atividades processadas por agrupamentos humanos não podem interferir de maneira prejudicial nos ciclos de renovação da natureza e nem destruir esses recursos, privando as gerações futuras de sua assistência.<strong><span style="font-weight: normal;"> </span></strong></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;"><strong><span style="font-weight: normal;">O conceito de Sustentabilidade Ambiental </span></strong>envolve a utilização racional dos recursos naturais, sob a perspectiva do longo prazo. A utilização sustentável é aquela em que os recursos naturais renováveis são usados abaixo da sua capacidade natural de reposição, e os não renováveis de forma parcimoniosa e eficiente, aumentando sua vida útil.</p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;">Em termos de energia, a sustentabilidade prevê a substituição de combustíveis fósseis e energia nuclear por fontes renováveis, como a energia solar, a eólica, das marés, da biomassa, etc. A sustentabilidade ambiental é caracterizada pela manutenção da capacidade do ambiente de prover os serviços ambientais e os recursos necessários ao desenvolvimento das sociedades humanas de forma permanente.</p>
<p style="text-align: right; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%;"><a href="http://ensaio.cienciaenoticia.com.br/?p=541"><strong>VOLTAR</strong></a></p>
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